Vida de Putinha

Eu nasci numa cidadezinha do interior , quando tinha 15 anos nos mudamos para a Capital do Estado.
A mudança provocou em mim um estado de letargia, onde tinha crises de silencio e não queria ir a escola.
Minha mãe estava ficando preocupada comigo e em uma conversa com ela contei das saudades que tinha da nossa vida no interior, do convívio com os primos e primas, dos banhos no riacho, das caçadas de preás, etc.
Ela me prometeu que se eu me interessasse pelos estudos e passasse de ano, nas férias de verão me deixaria passar os dois meses na casa de minha avó e matar as saudades da terra, da famílias e curtir todos os folguedos.


Aquilo me levou a ser comportado e estudioso. E, acabei passando de ano.
Em inicio de janeiro do ano seguinte minha mãe me colocou no ônibus e 3 horas desembarquei em minha cidade natal.
Foi um acontecimento inesquecível rever os familiares.
Mas tive uma pequena decepção meu primo mais novo, o Juvenal estava com 16 anos de idade e já trabalhava numa fazenda.
Fiquei sem companheiro para brincar e tomar os banhos de riacho.
Ele solicitamente me convidou a ir com ele depois do meio dia e passar as tardes lá com ele e que depois do trabalho acabar nadaríamos no riacho como antigamente.
Na primeira tarde ele m contou como era seu trabalho. Ele cuidava do gado(umas 15 cabeças) que ficava durante o dia em áreas confinadas. Ele tinha como função levar as vacas até a área, providenciar água e alimentos. Ao final da tarde trazia-as de volta ao curral.
Perguntei para ele porque o touro não ia junto.
Ele me explicou que o touro tinha somente uma função que era emprenhar as vacas quando chegasse a hora certa.
Perguntei o que era emprenhar. Ele me disse na semana que vem verás o que é.
No meio da tarde o calor de janeiro estava no máximo. Sentados a sombra de uma árvore suávamos.
Ele levantou e me falou para irmos ao riacho nos refrescar. Contei que minha avó me proibiu de tomar banho no riacho, por que havia acontecido um afogamento. Se eu chegasse em casa com a roupa molhada levaria bronca.
Ele contou que no horário de trabalho ele também não podia. Mas que tomava banho nu e o patrão nunca soube que ele nadava a tarde.
Para chegarmos ao riacho tínhamos de passar por uma mata, ao sairmos dela deparei com um remanso de águas claras e uma “praiazinha” arenosa.
Ele tirou sua roupa. Notei que o pinto dele era grande e grosso e na base tinha um emaranhado de cabelos.
Correu para a água e de lá me chamou.
Tirei minha roupa e entrei junto.
Quando a água atingiu a altura de meu peito parei.
Ele provocou-me..
– A menininha está com medo?
Sim, respondi, não sei nadar como você.
– Vem vou te ensinar a nadar.
Avancei e ele me pegou.
Com receio de afogar-me abracei-o, colando meu corpo ao dele. Imediatamente o pau dele reagiu e senti ele enrijecer em contato com meu ventre. E tive uma sensação diferente.
Ele safadamente, sorria. E eu sem ação, deixei-me ficar preso em seus braços fortes.
– a primeira lição é fácil. Será o nado chamado de cachorrinho. Você deita de barriga para baixo em cima de meus braços. Sempre mantendo a cabeça fora da água, com os teus braços puxa a água em direção aos pés e no mesmo movimento bata-os.
Fiz como mandado e foi maravilhoso e fácil.
Quando ele me soltou rocei novamente no pau dele que pareceu maior e mais duro.
Saímos da água e vi como era grande o pinto dele, notei que a ponta era mais fina e ia alargando progressivamente. A parte de cima era achatada. A glande semi exposta era vermelha e o canal da uretra ficava a mostra. Os testículos eram grandes e pesados.
Fiquei fascinado era um pau realmente lindo.

Esperamos o sol nos secar, nos vestimos e fomos levar as vacas para o curral.
A Semana seguiu e os banhos nus continuaram.
– Amanhã vais saber o que é emprenhar. Temos uma vaquinha nova que está no cio e o touro vai emprenhá-la.
Na tarde do dia seguinte fui para a fazenda e ele me levou ao curral onde estava a vaquinha. Buscou o touro que ao chegar perto da vaca ficou inquieto e seu pinto enorme ficou a vista. Imediatamente montou na vaquinha e depois de duas tentativas cravou o pinto todo nela, que mugiu e arqueou as costas. Touro deu umas cinco cravadas e parou. Quando ele desceu da vaquinha seu pinto pingava e da buceta dela saia um liquido amarelado.
Aquela cena mexeu comigo e meu pintinho endureceu pela primeira vez. O de Juvenal era perceptível pela calça estufada.
Ajeitamos tudo e fomos ao riacho.
No caminho perguntei..
– O que foi aquilo?
Chama-se foder. É quando o macho mete o caralho na vagina da fêmea.
– E, o liquido?
– chama-se porra e macho expele ele dentro da fêmea. E a função da porra é fazer terneirinhos dentro da fêmea. Isso nos animais se chama emprenhar e nos humanos é chamado de engravidar.
– você já expele porra?
– sim, os homens depois dos 15 anos já produzem porra.
– Fazes isso com alguma menina?
– Não se engravidar uma menina estarei encrencado. Elas são educadas para só fazerem isso depois de casadas.
– Vi que nosso primeiro banho juntos ficaste de pau duro.
– olhando tua bundinha me deu vontade de foder você e meu pau endureceu.
– como faríamos isso?
– teria de botar meu pau em teu cuzinho.
Nesta altura estávamos no meio da mata e os dois de pau duro.
Ele me propôs brincarmos de vaquinha e tourinho. Primeiro eu serei a vaquinha, ficarei de quatro e mugirei chamando-o. Você vem e coloca teu pauzinho em meu cuzinho. Depois dele estiver dentro, você tira e bota.
Topei.
Fui para trás de umas moitas e esperei o mugido.
Ele mugiu e vim.. tentei colocar e não entrou.
Ele abriu as nádegas e me mandou cuspir bem em cima do cu dele, e depois enfiar o pauzinho.
Com o cuspe meu pauzinho entrou todo..
Ele rebolou e fiquei brincando uns 10 minutos.
– Agora é minha vez.
Fiquei de quatro… e mugi.
Ele veio, abriu minhas nádegas e lambeu meu cuzinho.
Arrepei todinho.
Ele parou.
– Não pare.. lambe mais, está delicioso.
A boca quente, a língua úmida, me davam uma sensação inenarrável.
Ele cuspiu na mão e espalhou sobre o pau dele.
– quer mesmo ser minha vaquinha?
– quero sim, seja meu touro.
Senti a cabeça do cacete dele encostar em meu cuzinho.. quente e latejante.
Ele forçou….
– aiiii…. para está doendo muito.
– deixa eu botar só a cabeça senão não poderei “emprenhar” minha vaquinha.
– ta bom.. mas só a cabeça.
Ele tirou… salivou mais uma vez meu cuzinho.
– Fica quietinho.. relaxa.. vou botar a cabeça e encherei teu cuzinho de porra minha vaquinha.
Forçou… doeu.. eu gemia.
Ele começou a se masturbar e gozou… senti uma coisa quente entrando em meu cuzinho.
Que sensação boa..
Ficamos deitados de lado ele grudado em minha bunda.
-Doeu muito minha vaquinha?
– Doeu meu touro.
– Vais querer brincar de novo amanhã?
-Quero sim.
E assim passamos todos os dias de minhas férias.
Todos os dias chamei meu touro . Aprendi a mamar na pica dele e sempre ele colocava a cabecinha dentro de meu cuzinho e gozava.
Pode parecer estranho, mas minha bunda, ao final faz férias estava maior e bem arredondada.
Eu: Juvenal, viste que minha bunda está maior?
Ele : vi sim. Esta chegando perto da definição de sua sexualidade. Neste período teu corpo mudará. Creio que teu pauzinho não será muito maior que já é. Parece-me que tua bunda está tomando forma das de menina. Torço realmente que continue se desenvolver assim.
Eu: porque torce por isso?
Juvenal: porque com tua bunda maior, poderei comer teu cuzinho. Quero emprenhar minha vaquinha.
Fiquei feliz, pois eu também queria ser a vaquinha dele. Contei que sonhava com aquele momento que a noite em meu quarto ensaiava a posição de quatro. Me masturbava imaginando o pau dele entrando em mim.
Eu retornei para casa e as noites relembrava como mugia chamando meu tourinho. Imaginava como seria ter o pau dele todo dentro de mim.
Como seria receber a porra dele em meu reto.
Próximo das férias de meio de ano pedi a minha mãe para ir passar uma semana na casa da vovó.
Ela concordou e disse-me que seria presente de aniversário.
Mal sabia ela que o presente de aniversário que eu queria era que o Juvenal me fodesse. Desta vez mataria a Saudade do cheiro de meu tourinho. Saudade do pau dele. Saudade da porra quente dele em meu rego.
E, desta vez seria diferente não seria na portinha de meu cuzinho, nem no rego. Seria bem no fundo, como tinha sido para a vaquinha.
No dia seguinte embarquei as 20 horas, chegaria na minha cidade natal por volta de 22h30min.
A viagem pareceu uma eternidade. Mas Juvenal me esperava na estação rodoviária.
Saímos andando e, tão logo estávamos fora do alcance de olhos indiscretos. Ele parou, ficamos frente a frente e ele me beijou. Abri minha boca e a língua dele entrou. Mamei a língua dele e arrepiei todo.
As mãos dele alcançaram minha bunda e minhas pernas tremeram.
Ele falou
– O patrão e família foram para a capital. Estou cuidando da casa e do gado. Vamos para lá?
– Vamos sim, respondi.
Era uma noite quente e enluarada. A estrada deserta era um estímulo ao pecado.
Após passarmos o portão de acesso. Juvenal fechou-o com corrente e cadeado.
Corri na frente e cheguei ao gramado. Tirei minha roupa. E de quatro mugi e esperei.
Ele mugiu em resposta.
Estava perto.. a lua me deixava ver seu corpo nu.. o pau ereto era lindo.
Ele se aproximou, Parando em minha frente. Ajoelhei e pus a pica dele na boca.. que gosto delicioso.
Depois de uns 10 minutos, parei.
Juvenal: tua bunda está cada vez maior e arrebitada.
Eu: (rindo) foi alimentada com teu leitinho. Só poderia crescer. Hoje quero tentar ser tua fêmea. E, ela quer todo este pau maravilhoso dentro do cuzinho. Tenho sonhado com isso o tempo todo que estivemos longe. Quero porra bem no fundo.
– Espere aqui vou buscar algo que descobri no quarto do patrão.
Voltou com um tubinho e me disse ..
– é vaselina líquida vai facilitar a penetração.
Me colocou de bruços e besuntou meu cuzinho e depois fez o mesmo no pau dele.
Se afastou e foi para detrás de uma cerca
Mugi duas vezes. A primeira chamando-o e a segunda, autorizando-o a meter mais em mim.
Ele abriu minhas pernas ao máximo.Enlaçou minha cintura com um braço e, com a mão livre dirigiu o pau para meu cuzinho.
A cabeça encostou e sabia que seria fêmea naquela noite.
– Bote meu tourinho, com jeitinho. Estou arreganhada esperando que você seja carinhoso.
– Minha vaquinha serei carinhoso, mas para colocar tudo vai doer.
– sei disso, mas agüentarei.. quero ser fêmea para ti.. quero te dar prazer.
Ele empurrou senti o pau entrar deslizando e senti a dor.
– Tá doendo minha vaquinha?
– Tá meu tourinho, mas tua putinha agüenta…mete…
Ele me foi largando o peso sobre mim e a penetração lenta começou. Era grande… parecia não ter fim..sentia o invasor abrindo espaço em meu reto.. cada vez mais fundo..me preenchendo..rompendo minhas pregas.. doía mas era delicioso sentir a vara enorme me fazendo de fêmea..valentemente eu ia suportando.
Eu: amoooorrrr, falta muito para entrar?
Juvenal: descubra você mesmo minha putinha.
Levei a mão para trás e percebi que tinha entrado quase tudo. Faltava mais ou menos uns 5 cm(era a parte mais grossa) e as bolas.
Eu: uauuuu falta pouco.
Juvenal: ta doendo?
Eu: apenas uma ardência e uma sensação de barriga estufada… quero todo dentro…mete mais.. dê todo este pau para mim. Esperei muito por ele.
Juvenal: vou começar o vai e vem.
Foi me erguendo até ficar na posição de quatro. E o vai e vem suave começou. Tirava quase todo(deixando só a cabeça dentro) e retornava , deslizando reto a dentro.
Fez uma meia dúzia de vezes assim.
Eu gemia de prazer. Tinha descoberto como era delicioso submeter-se a um homem. Sentir ele tirar sua virgindade anal, Isso me deixava em êxtase… apaixonada.
Eu: Eu sou tua.. te amo.. tua fêmea… tua vaquinha..quero que me emprenhe.. Solte teu leite em meu cuzinho, deixe ele bem cheio de tua porra.
Era o sinal verde, ele arremeteu. A parte mais grossa do pau dele, rasgou meu cu… gritei de dor. A cabeça tocou fundo. Senti minhas pernas tremerem.
– Amor mete mais forte… vou gozar…não pare…
Ele aumentou a velocidade, minha visão turvou. eu gemia…gritava..rebolava. Sentia suas bolas baterem nas minhas e ouvia deliciada o som de seu corpo batendo de encontro a minha bunda.
De repente ele anunciou:
– Amor vou gozar.
– Goze..solte teu leitinho bem fundo..me emprenhe, sou tua vaquinha.
Sinto o pau dele aumentar de volume e fui brindada com os jatos de porra, sinto meu reto ser inundado de leite quente.
Ele larga seu peso sobre mim e me estatelo no gramado. O pau dele tocou em algo e senti choques, minhas pernas desandaram a tremer e gozei pela primeira vez com um pau enorme atolado no cu.
Era fêmea, puta, vaca, mas me sentia gloriosa um cacete de 26x14cm (na base) cravado no cu e um macho que me desejou desde o primeiro momento lá no riacho me premiando com leitinho era demais.
Devagar, sempre com ele cravado em mim, fomos deitando e ficando de conchinhas adormecemos.
Acordei com o dia amanhecendo. Meu macho dormia a sono solto.
Olhei com ternura para aquele pauzão.
Que sensação poderosa de perder a virgindade anal para um cacete daquela envergadura. Recebê-lo todinho dentro. Que cumpriu bem sua missão, me possuiu, gozou dentro de mim e me fez gozar pela primeira vez.
Notei que havia sangue. Me assustei. Tolinha era sangue meu. Imaginei o estrago que tinha feito em meu cuzinho.
Levantei-me e a porra dele escorreu por minhas pernas, e junto com ela veio um filete de sangue.
Acordei-o e disse que devíamos tomar banho.
Entramos no chuveiro da casa. Lavei aquele cacete maravilhoso, que com a água morna e minhas mãos reagiu de imediato. Ele retribuiu e me lavou.
Saímos do chuveiro e notei que o pau dele havia amolecido.
– Ufa, falei, ainda bem que ele amoleceu. Ele me arrombou, estou inchada vou precisar de uns dias para me recompor.
– com isso me dizes que ficarei uns dias sem poder gozar?
– de modo algum, quém vai ficar sem gozar serei eu. Mas enquanto me recupero posso ter fazer gozar. Queres gozar de novo, desta vez em minha boca?
Nem esperei a resposta, cai de boca. Ele me levou para o sofá da sala e fizemos um delicioso 69, gozando um na boca do outro.
Ficamos juntos até ele completar 18 anos.
Naquele ano ele foi convocado para prestar o Serviço Militar e, nunca mais voltou.

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