Provocando o Namorado da Minha Mãe

De camiseta branca, sem sutiã e em baixo apenas de calcinha, eu sai do meu quarto para ir até a cozinha preparar um café. Tentando ser discreta, mas sem sucesso, atravessei a sala de tv em silêncio, pois lá estavam minha mãe e o namorado dela assistindo algum filme, porém ela me flagrou e como sempre chamou minha atenção em voz alta:

– Isso é jeito de se vestir em casa? – Ela perguntou virando o pescoço na minha direção e chamando a atenção do Josias, o namorado dela. Como boa filha, eu respondi:

– Melhor do que na rua! – Mas a dona Jussara não achou graça.

Depois que meu pai faleceu, quando eu tinha 14 anos, minha mãe ficou sozinha por um bom tempo. Namorou com um cara apenas antes do Josias, até onde sei. Mas não deram certo. Depois ficou mais um bom tempo sozinha, até ela me apresentar o chefe dela como seu novo namorado. Eu já desconfiava, pois ela andava trabalhando até mais tarde naquela época. Trabalhando? Até parece! Mas fiquei feliz por ela. Josias é um cara legal, alto, boa pinta, sete anos mais novo do que minha mãe. Eu pego no pé dela dizendo que ela curte novinhos. Nisso a dona Jussara acha graça.

Então, naquela noite de sábado, de quarentena, minha mãe continuou a bronca:

– Coloca uma calça pelo menos, guria!

– Ah, mãe! O que é que tem? Só vou na cozinha e já volto pro meu quarto. – Respondi saindo do campo de visão dela. Só assim para evitá-la pegando no meu pé.

Da cozinha pude ouvi-la reclamando ainda, mas Josias chamou a atenção dela de volta para o filme. Um bom jeito de fazê-la esquecer. De certa forma, ele sempre me defendia e me deixava fazer o que eu queria. Mesmo quando minha mãe soube por uma cliente dela, que eu fui amante de um cara mais velho e casado. Ela ficou muito decepcionada comigo e me ofendeu de diversas formas, como se só eu tivesse culpa. Brigamos feio. Josias conseguiu acalmá-la, dizendo que o homem casado era até mais culpado. Achei isso legal da parte dele.

Fiz meu café e voltei para o quarto, onde passaria a noite online conversando com algumas amigas da faculdade. No caminho pude sentir os olhares deles. Acho que ouvi minha mãe bufar de indignação.

Na real sempre andei bem à vontade em casa. Pois por muito tempo éramos apenas eu e minha mãe. Ela também não ligava muito para essas coisas e andava com os peitos de fora pela casa enquanto se arrumava e corria para atender o telefone na sala. Mas agora que Josias estava de quarentena conosco, as coisas mudaram para ela. Não para mim!

Horas de se passaram, o filme deles acabou e eu ainda estava online, virando mais uma madrugada sem dormir. Do meu quarto eu podia ouvi-los transando. Dona Jussara geme alto. A filha teve a quem puxar! Mais do que os gemidos, eu ouvia uns sons… acho que eram os corpos deles se batendo. Josias devia estar mandando ver na velha! Então eles pararam. Ouvi conversas, mas não entendi o que diziam. Depois veio o silêncio.

Tive um pouco de inveja deles. Eu já estava semanas sem ver meu namorado e queria um pouco de ação também. Então resolvi brincar um pouco sozinha, começando com os dedos na xaninha até deixá-la bem molhada. Depois retirei a calcinha, que estava me atrapalhando e penetrei meu consolo, vibrando, dentro de mim. Ele tem uns 19 cm é não é muito grosso não, mas ajuda nessas horas de solidão! Gozei depois de muitos minutos brincando e estava me sentindo bem satisfeita, mas sem sono, talvez por causa do café.

Já deviam ser umas cinco horas da manhã e eu estava com sede. Fui até a cozinha novamente, no escuro, só para tomar um copo d’água. Enquanto eu bebia, levei um susto com a luz que se acendeu. Me virei rapidamente para flagrar o, também assustado, namorado da minha mãe. Josias estava só de cueca, com a barraca visivelmente armada, e que barraca! Minha mãe nunca me disse (e nunca me contaria também), que o namorado era muito bem dotado.

– Ah, oi Brina! – Ele disse envergonhado, mas sem desviar o olhar de mim. – Eu só vim pegar água também. Suas mãos lentamente tentavam esconder o volume em sua cueca.

– Aqui… – Eu disse, esticando a mão e oferecendo o meu copo, ainda cheio. – Pode tomar do meu…

Josias na hora arregalou os olhos e ficou vermelho. Só então virou o rosto um pouco para o lado e se aproximou para pegar o copo da minha mão. Foi aí que eu me liguei que estava sem calcinha e quando levantei meu copo para ele, o pouco que a camisa cobria acabou levantando também, revelando minha xaninha e uns poucos pentelhinhos.

Resolvi provocar.

– Isso é jeito de se vestir em casa? – Eu perguntei sussurrando ao mesmo tempo em que ele dava os primeiros goles na água. No mesmo momento eu apalpei o volumão na cueca e deixei minha mão lá.

Ele quase se afogou com a água, tentando dizer:

– O que é isso Sabrina? – Mas em nenhum momento ele tentou tirar a minha mão de lá. – O que você está fazendo? – Perguntou deixando o copo sobre a mesa e colocando as mãos em meus ombros.

– Matando minha curiosidade! – Respondi enfiando a mão dentro da cueca dele, agarrando seu pau e puxando-o para fora. Era realmente grande e grosso, circuncidado e com uma gorda cabeça rosa. E não havia um fiozinho de pentelho. Totalmente depilado, como os caras nos filmes que eu vejo. Aquilo me deu água na boca na hora. Literalmente mordi os lábios depois de lambê-los.

Me ajoelhei rapidamente, deixando as mãos do Josias no ar e sem perder tempo coloquei minha boca cheia de saliva naquela rola, sem me importar com o fato de que horas atrás ela estava dentro da minha mãe. Apertei meus lábios contra ela e suguei com força, arrancando um gemido abafado do homem, que tentava dizer “Não Sabrina!”

Ele porém se rendeu e com as mãos trêmulas tocou em meus cabelos e me deixou continuar. Eu o espiava enquanto o mamava, mas ele nem olhava para mim, estava preocupado observando na direção da sala, temendo que minha mãe acordasse e nos flagrasse.

Não demorou e um pequeno jato de porra atingiu meu rosto enquanto eu o lambia. Uma pena, pois eu queria mais. Josias gemeu baixinho de tesão e segurando o próprio pau, se masturbou mais um pouquinho, soltando mais umas gotas em meus lábios.

– Tal mãe, tal filha! – Ele sussurrou, guardando o pau dentro da cueca.

Me levantei passando o dedo no rosto e lábios, limpando e provando de um gostinho que minha mãe já conhecia. Ela tinha um lado safado que eu não conhecia, mas que me deixou bem curiosa.

– Isso nunca mais vai acontecer! – Ele disse antes de me dar um leve beijo nos lábios e sair na direção do banheiro.

Voltei para o meu quarto cheia de desejo, para brincar mais uma vez com meu consolo. Fui dormir perto das 6h30, pensando no quanto eu realmente sou culpada. A verdade é que sempre gostei mais do que é proibido.

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