Depois da experiência anterior, com meu pai, fiquei estranhamente atraída por homens mais velhos.
Comecei até a consumir conteúdos de homens mais velhos, e quando meu quarto ficou pronto novamente e voltei, me tocava gostoso a noite, até gozar, pensando no meu pai.
Como eu ainda estudava num colégio particular e lá tinha psicólogo, marquei uma sessão durante o recreio.
Depois de contar o que aconteceu com meu pai e meus desejos, ele assentiu.
— Entendo que isso pode ser assustador, mas já pensou na possibilidade de você gostar de homens mais velhos desde antes de seu pai te tocar? — Ele perguntou.
Fiquei confusa.
— Acho que nao entendi.
— bem, você mesma disse que gozou quando ele tocou em sua buceta. Talvez você já gostasse disso e por isso sentiu tesão quando ele fez.
Fiquei chocada com a forma como ele falou tudo aquilo, por isso fiquei em silêncio.
Ele se levantou e sentou ao meu lado no sofazinho.
— Talvez isso tenha só te ajudado a despertar seus desejos. Você está no fim da adolescência e se descobrindo. Talvez tentar novamente com outra pessoa te ajude a descobrir.
— Acho que nenhum homem mais velho aceitaria isso com alguém na minha idade — rebati.
— Isso não é verdade, e você sabe. Mas se não quiser procurar, eu tô bem aqui. Pode ficar entre nós, como parte da sessão. O que acha?
Quando não respondi, ele avançou. Os lábios dele tomaram os meus num beijo cheio de tesão e a mao dele entrou debaixo de meu uniforme, até segurar meus seios por baixo do sutiã.
— Porra, bem grandinhos — ele comemorou.
Antes mesmo que eu tivesse a chance de falar algo, ele lambeu meu pescoço e baixou o rosto para chupar meus mamilos.
Eu me contorci, nunca tinha sido tocada daquele jeito.
Claro, já tinha ficado com alguns meninos da minha idade, mas nunca tinha sido tocada.
— Isso, gostosa — ele gemeu, alternando as chupadas entre meus seios.
Ele baixou minha calça e me colocou deitada no tapete felpudo no meio da sala dele. Deu um sorrisinho e inclinou até lamber minha buceta.
— Fica quietinha ou eu paro — ele disse antes de cair de boca.
Eu gemi, estremecendo. Tava muito gostoso. Nunca imaginei que um homem mais velho me faria sentir daquele jeito.
Meu psicólogo riu e se ergueu. A calça dele já tava baixada e só tive tempo de ver ele posicionar o pau.
— Sou virgem. Coloca camisinha — pedi, tentando me afastar.
— Relaxa, sou vasectomizado — ele riu, me puxando pra segurar no lugar. — mas vou de uma vez.
Depois de dizer isso, ele enfiou. Meu corpo se contorceu com a dor da primeira vez enquanto ele gemia de prazer.
Ele ficou parado por alguns segundos enquanto eu me acostumava e começou a socar. Uma mão apertou meu peito, beliscando o mamilo.
— Caralho, ta me apertando — ele gemeu, sem parar de se mover. — Que sonho. A melhor aluninha que já peguei.
Eu me contorcia sob ele, arreganhando as pernas quando a dor diminuiu.
— Ahh, assim… ahhh, eu não aguento.
— Aguenta, sim. Finge que sou seu pai se preferir — ele gemeu, indo mais fundo.
Ele me virou de costas, e fiquei de quatro. Senti a pontada um segundo depois quando entrou de vez.
— Ahh, que delícia de buceta, menina — ele quase gritou. Segurou em meus quadris e meteu mais rápido. Então usou uma mão para esfregar meu grelinho que estava todo inchado.
— aaaai, vou gozar. Vou gozar — gemi desesperada.
— isso… goza, sua safada, goza na minha pica, vai. Porra, tá me apertando. Tá gozando, menina?
— aii, eu to… eu to gozandoooo — gritei baixinho.
— isso, filha da puta — ele gemeu, se movendo com mais força até se enterrar e gozar também.
Depois que nos vestimos em silêncio, marcamos a próxima sessão para o mesmo dia, na semana seguinte.