A melhor vingança pra uma traição que fui vítima

O bar ainda cheirava a cerveja quente e a suor quando eu saí com ele. A rua molhada de São Paulo refletia as luzes amarelas dos postes, e o ar úmido grudava na pele como uma segunda pele. Rafael me puxou pelo beco sem pedir licença, sem me dar tempo de pensar. A parede de tijolo áspero raspou minhas costas quando ele me prensou ali, a boca dele atacando a minha com uma fome que eu não sentia há meses. A língua dele era quente, grossa, invadia tudo, chupava minha língua como se quisesse engolir o gemido que eu soltei.

— Porra, que boca gostosa — ele resmungou contra meus lábios, a mão já subindo pelo vestido, apertando minha bunda com força. — Essa bunda pesada… caralho, eu quero foder essa bunda.
Eu gemi baixo, as coxas se abrindo sozinhas. A calcinha de renda já estava encharcada, o tecido fino colado na xota, o grelinho latejando de tanto tesão. Ele sentiu. Os dedos dele deslizaram por baixo do vestido, encontraram a calcinha e puxaram com violência. O tecido rasgou com um som seco. O ar frio da noite bateu direto na minha buceta molhada e eu soltei um gemido mais alto.

— Olha isso… — ele falou, a voz rouca, passando dois dedos grosso pela fenda, espalhando o mel que escorria. — Tá pingando, putinha. Tá pingando de tesão.
— Cala a boca e enfia esse pau — eu respondi, empurrando a bunda pra trás, procurando o volume duro que marcava a calça dele.
Ele riu baixinho, um riso sujo, e abriu o zíper. O pau saltou pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça inchada e já molhada de porra prévia. Ele passou a glande pela minha entrada, subindo e descendo, ensopando o pau no meu mel, esfregando no grelinho até eu tremer.
— Quer esse cacete? — perguntou, a voz baixa, quente no meu ouvido. — Fala direito.
— Quero. Quero essa pica toda dentro da minha buceta. Arromba essa xota, porra.

Ele não esperou mais. Empurrou de uma vez, o pau grosso abrindo caminho, esticando as paredes da minha buceta até o fundo. Eu gritei. O volume dele era demais, ardia gostoso, preenchia tudo. Quando as bolas bateram na minha pele, ele parou só um segundo, me deixando sentir cada centímetro latejando dentro de mim.
— Caralho… que buceta apertada — ele gemeu, a mão puxando meu cabelo com força, me fazendo olhar pra trás. — Vai aguentar?
— Aguento. Me fode. Me fode forte.

Ele começou a meter. Primeiro devagar, puxando quase tudo pra fora e enfiando de novo até o talo. Depois acelerou. As estocadas ficaram brutais, o som molhado da pica entrando e saindo ecoava no beco. Minha bunda batia contra a barriga dele, os peitos balançavam pesados, os mamilos raspando no tijolo. Cada vez que ele enfiava fundo, o grelinho esfregava na base do pau e eu gemia sem vergonha.
— Isso… assim… arromba essa puta — eu gemia, a voz quebrada. — Mais forte, caralho. Quero sentir essa pica rachando a xota.

Ele me virou de frente pra parede, ergueu uma das minhas pernas e enfiou de novo, ainda mais fundo. A nova posição fazia a cabeça do pau bater no fundo da minha buceta a cada estocada. Eu sentia as paredes se contraírem sozinhas, chupando o pau dele, molhando tudo.
— Tá gozando já? — ele perguntou, rindo sujo, metendo mais rápido. — A xota tá engolindo meu pau.
— Tô… tô quase… não para… não para de foder…

Ele meteu mais fundo ainda, a mão livre descendo pra apertar meu grelinho entre os dedos, esfregando em círculos rápidos enquanto fodia. O orgasmo veio como um soco. Minha buceta se fechou em volta do pau dele, contrações fortes, o mel escorrendo pelas coxas. Eu gritei alto, a voz ecoando no beco, as pernas tremendo tanto que quase caí.
— Porra… que gozada gostosa — ele grunhiu, continuando a meter sem piedade, prolongando o prazer até eu ficar mole. — Agora é minha vez de sujar essa xota.

Mas ele não gozou ainda. Tirou o pau de dentro, ainda duro e brilhando de porra minha, e me virou de novo. Abaixou a cabeça e chupou minha buceta com fome, a língua larga passando pela fenda, chupando o grelinho inchado, bebendo o mel que ainda escorria. Eu me contorcia, as unhas cravando na parede, gemendo alto demais.
— Caralho… sua língua… chupa essa buceta… chupa forte…
Ele chupou até eu quase gozar de novo, depois se levantou, limpou a boca com as costas da mão e me olhou com os olhos escuros de tesão.

— Vamos pro meu apartamento. Quero te foder direito. Quero te foder no cu também.
Eu não pensei duas vezes. Peguei a calcinha rasgada do chão, enfiei no bolso da bolsa e o segui. O táxi foi uma tortura. Eu sentada ao lado dele, as coxas molhadas, a xota latejando. A mão dele ficou o tempo todo entre minhas pernas, dois dedos dentro da minha buceta, mexendo devagar, me mantendo molhada e desesperada.
Chegamos no prédio. O elevador subiu e, assim que a porta fechou, ele me prensou de novo, a boca no meu pescoço, a mão apertando meus peitos por cima do vestido.

— Esses peitos pesados… quero chupar esses peitos enquanto te fodo.
O apartamento era simples, escuro. Ele nem ligou a luz. Me empurrou pra dentro, tirou o vestido de uma vez e me jogou na cama. Fiquei nua, de quatro, a bunda empinada, a buceta exposta e brilhando. Ele tirou a roupa rápido. O pau continuava duro, grosso, a cabeça roxa de tanto sangue.
Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu na minha xota. O cuspe escorreu quente. Depois enfiou o pau de novo, de uma vez, até o fundo.

— Porra… — eu gritei, a cabeça caindo no travesseiro. — Que pica grossa… arromba essa buceta, Rafael…
Ele meteu sem dó. Estocadas longas e profundas, o som molhado enchendo o quarto. Uma das mãos dele desceu e encontrou meu cu. O dedo polegar pressionou o buraquinho apertado, massageando, pedindo passagem.
— Vou comer esse cu também — ele avisou, a voz rouca. — Vai deixar?
— Vai. Come meu cu. Arromba meu cu com essa pica.

Ele tirou o pau da buceta, passou a cabeça molhada no meu cu e começou a empurrar devagar. A pressão era grande. O cu ardeu, se abriu aos poucos, engolindo a glande, depois mais, depois mais. Quando ele finalmente enfiou até a metade, eu estava gemendo desesperada, a testa no travesseiro, a boca aberta.
— Caralho… tá entrando… tá arrombando meu cu…

— Relaxa… deixa entrar tudo… — ele falou, empurrando mais. O pau grosso abriu meu cu completamente. Quando as bolas bateram na minha pele, ele parou, me deixando sentir o volume enorme dentro do meu cu.
Eu tremia inteira. O ardor misturado com tesão era demais. Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada fazia meu cu se fechar em volta do pau, o som obsceno de carne batendo em carne. A buceta vazia latejava, o grelinho inchado pedindo atenção. Eu mesma desci a mão e comecei a esfregar o grelinho enquanto ele me fodia o cu.

— Isso… esfrega esse grelinho enquanto eu arrombo teu cu — ele ordenou. — Quero ver você gozar com o cu cheio de pau.
Eu esfreguei rápido, os dedos molhados, o orgasmo subindo de novo. Quando ele meteu mais fundo e mais rápido, o segundo gozo veio ainda mais forte. Minha buceta se contraiu no vazio, o cu apertou o pau dele com força, e eu gritei, a voz rouca, desesperada.
— Tô gozando… tô gozando no teu pau… caralho…
Ele não parou. Continuou metendo no meu cu enquanto eu gozava, prolongando tudo, me fazendo tremer até as pernas cederem. Quando as contrações diminuíram, ele tirou o pau do meu cu com um som molhado, virou meu corpo e me colocou de barriga pra cima. Abriu minhas pernas e enfiou de novo na buceta, agora ainda mais molhada e sensível.
— Agora eu gozo dentro — ele falou, metendo fundo. — Quero encher essa xota de porra.
As estocadas ficaram irregulars, mais profundas, mais urgentes. Eu sentia o pau latejando dentro de mim. Ele gemeu alto, enterrou até o fundo e gozou. Jatos quentes de porra enchendo minha buceta, escorrendo pelas bordas, sujando as coxas. Ele continuou metendo enquanto gozava, espalhando a porra dentro e fora, até o pau começar a amolecer.
Quando ele saiu, a porra escorreu da minha xota, grossa e quente. Eu estava destruída, ofegante, a buceta e o cu latejando, o corpo inteiro mole de tanto prazer.

Ele se deitou ao meu lado, a mão ainda na minha coxa, os dedos brincando com o mel e a porra que escorriam.
— Ainda não acabei com você — ele murmurou, a voz baixa. — Quero te foder de novo. Quero te chupar até você não aguentar mais. Quero ver essa buceta engolir meu pau outra vez.
Eu olhei pra ele, o peito ainda subindo e descendo rápido, e sorri, suja, satisfeita e ainda faminta.
— Então começa de novo — respondi. — Chupa essa buceta. Chupa o grelinho até eu gozar na tua boca. Depois enfia de novo. Quero mais. Quero essa pica me arrombando a noite inteira.

Ele não precisou de convite. Desceu o corpo, abriu minhas pernas e enterrou o rosto na minha xota suja de porra. A língua dele limpou tudo, chupou o grelinho inchado, penetrou a entrada ainda aberta. Eu gemi de novo, as mãos nos cabelos dele, empurrando a boca dele contra a buceta.

— Isso… chupa… chupa forte… porra…
Ele chupou até eu gozar pela terceira vez, o corpo se contorcendo, o mel escorrendo na boca dele. Depois se levantou, o pau já duro de novo, e me fodeu mais uma vez. De quatro, de lado, eu em cima, ele embaixo. Cada posição mais suja, mais profunda. Ele meteu no cu de novo, mais fácil agora, o buraco já aberto e sensível. Encheu meu cu de porra também. Me fez chupar o pau sujo de buceta e de cu. Me fez engolir a porra quando gozou na minha boca.
A noite virou madrugada e a madrugada virou manhã. Quando finalmente paramos, eu estava destruída, a buceta e o cu latejando, o corpo coberto de marcas de dedos e de dentes, a cama encharcada de porra e de mel.
Rafael estava deitado ao meu lado, o peito suado, o pau mole e satisfeito.

— Amanhã a gente continua — ele falou, a mão apertando minha bunda. — Quero te foder de novo. Quero te ver gozar mais vezes. Quero te ouvir gritando meu nome com a boca cheia de pau.
Eu fechei os olhos, o corpo ainda tremendo de tanto prazer, e sorri.
— Então prepara essa pica — respondi. — Porque essa puta ainda não terminou.
E a gente dormiu assim, sujos, satisfeitos, e já com tesão pra começar de novo.

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