Colega de trabalho casada

Um certo tempo atrás fui convidado pra fazer parte da administração municipal. Como era um cargo vinculado a minha formação acadêmica e o salário era razoavelmente bom, decidi aceitar.

Mas ao assumir o cargo percebi uma certa barreira dos funcionários de carreira, que não me receberam bem como o novo chefe, já que meio que cai de paraquedas na função.

Decidi encarar o desafio, e enquanto tentava organizar o setor que estava chefiando naquele momento, procurei conhecer a equipe e buscar seus talentos e qualidades.

A menina que mais foi resistente a minha chegada logo se mostrou a mais competente e dedicada da equipe. Percebi que ela gostava de ser cobrada nas tarefas e que elogios, se não fossem certeiros, eram ignorados por ela.

Com a chegada do final do ano decidi proporcionar uma festa para a equipe, e arrumei a sede de uma empresa de um amigo, comprei bebida e encomendei salgadinhos, marquei o dia, e deixei claro que era só para o nosso pessoal, sendo proibido levar esposa, marido e namorado/a. Todos concordaram e no dia somente uma pessoa deixou de ir, por problemas pessoais.

Chamei um amigo músico pra dar uma animada na festa e, com todos embalados pela cerveja e drinks disponíveis, rolou dança e uma tentativa de karaokê.
Quando foi chegando a hora combinada para encerrar, quase todos já tinham ido, ficando uma estagiária, meu amigo músico, eu e a funcionária modelo.

Ela, sempre muito prestativa, começou a me ajudar a organizar o local, e logo percebemos que o músico e a estagiária estavam fugindo.
Rimos da situação e perguntei se ela queria uma carona, já que sabia que ela morava relativamente perto da minha casa. Ela comentou que tinha combinado com seu marido para ir buscar ela, mas se não fosse incômodo ela aceitava a carona, porque daí nem precisava tirar o marido do futebol.

Já no carro perguntei se o marido dela jogava bola toda semana naquele dia. Ela disse que sim, desde antes deles casarem. Fiz uma piada sobre o compromisso dele com o futebol e perguntei se ela não queria parar pra tomar uma saideira no caminho, já que seu marido ainda estaria jogando. Ela sugeriu um bar que fica praticamente na esquina do condomínio dela, que eu até já conhecia. Engraçado foi que chegando lá, tanto ela quanto eu tínhamos conhecidos em mesas próximas. Por mim estava de boa, mas ela falou que estava um pouco constrangida. Esse bar fica na beira da praia, em Coqueiros, e eu sabia que pelo deck dava para dar a volta até a outra praia.

Sugeri para ela que ela fosse caminhando um pouco na frente pelo deck, que eu iria pagar a conta, e discretamente encontraria ela mais na frente, onde os conhecidos já não nos veriam. Ela topou e assim fizemos.
Acontece que eu só tinha feito esse caminho durante o dia, e ao chegar com ela na trilha de uma praia para a outra estava bem escuro. Ela, por segurança e para não tropeçar, segurou na minha mão. Eu, por educação e por sentir o calor da mão dela, segurei com firmeza até o momento em que parei a caminhada e, olhando bem dentro dos seus olhos, dei um sorriso que ela correspondeu com um beijo! Ou seja, ela entendeu perfeitamente o que meu sorriso estava pedindo.

Percebi que apesar do momento ter sido perfeito para o beijo, o local não era o ideal. Peguei a mão dela de novo e caminhamos até uma outra trilha, que levava para a beira da água, por cima das pedras.
Não foi o lugar mais confortável, mas era um local bem discreto e naquele momento bem romântico!

Conforme nos beijávamos, a química ficava evidente, e naturalmente a pegação aumentou. Em certa hora, como se tivesse recebido uma mensagem interna, ela deu uma parada, ficou séria e disse que não podíamos fazer aquilo, porque ela era casada.

Falei que ela estava com razão, aquilo não era certo, mas perguntei pra ela o que eu devia fazer com a calcinha dela, que estava na minha mão, já que eu tinha acabado de tirar dela, depois de muitos carinhos só colocando ela pro lado.
Quando ela percebeu isso revirou levemente o olhar e disse: foda-se!, voltando a me beijar! Aproveitei e tirei o pau pra fora da bermuda e coloquei na mão dela para uma punheta. Em segundos a punheta virou um boquete e bem rápido ela estava sentada no meu colo, pulando e gozando.

Olhei bem o local onde estávamos, e como não havia ninguém perto, virei ela de costas para mim, ainda sentada, e coloquei meu pau na entrada da bundinha dela. Quando ela percebeu quis reclamar, mas rapidamente puxei ela pra sentar e, apesar de um pouco apertado, entrou com certa facilidade no cuzinho dela.

Reclamou um pouco, logo no início, disse que estava doendo, mas logo em seguida quando perguntei se era para parar ela disse que não, que tava doendo mas estava gostoso.

Ela me surpreendeu com seu jeito de rebolar nessa posição. Não consegui segurar muito e em seguida gozei dentro da bundinha dela. Ela antes de deixar escorrer puxou a calcinha e disse que queria guardar até chegar em casa.
Voltamos até onde estava estacionado o carro, saímos de lá discretamente e em poucos metros deixei ela na frente de casa. Ela me deu um beijo rápido e subiu pra seu apartamento.

Tivemos muitas outras aventuras, mas sempre que estávamos no trabalho éramos muito discretos. Tão discretos que algumas pessoas pensavam que a gente não gostava um do outro.

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