Sou casada há mais de vinte anos, moro com meu marido no Japão há anos. Sou nissei, filha de japoneses. Neste país, de maioria budista, o sexo é encarado como algo natural, sem muitos tabus. Vou contar uma coisa divertida que aconteceu aqui.
Sou casada há mais de vinte anos, moro com meu marido no Japão há anos. Sou nissei, filha de japoneses. Neste país, de maioria budista, o sexo é encarado como algo natural, sem muitos tabus. Vou contar uma coisa divertida que aconteceu aqui.
Hoje vou contar como um dia estava loka de tesão e me masturbei no trabalho.
Sempre me masturbo quando tenho tesão e não posso transar, boto o dedo na minha buceta fico levantando e depois passo no clitoris, as vezes boto cuspe, mas quase sempre fica melada porque tou com vontade, nesse dia eu já tinha acordado com alguma vontade e passei o dia com vontade, mas segurei, até que n~~ao aguentei mais.
O que vou relatar nesse conto erótico aqui aconteceu de verdade comigo e só não vou dar mais detalhes para proteger a idoneidade dessa mulher de um médico amigo meu que mora na mesma cidade que eu ! Sou casado, empresário, moreno claro, alto, forte, cabelos curtos e emelados, tenho um pinto muito grande e grosso que é o xodó das moças e de muitas senhoras casadas que gostam de transar comigo muito secretamente e sem nenhum compromisso! Na minha cidade tem uma
Wagner é casado com Alice, ambos 31 anos, casados a 4 anos, Wagner tinha a fantasia de ver sua mulher com outro, ou melhor, ser seduzida e depois comida por outro.
Wagner me explicou que faz algum tempo que vem colocando a ideia na esposa de ser corno, mas ela tem o tesão na cama e fora não quer nem tocar no assunto. Quando recebi seu e-mail ele pediu ajuda, que faço para ser corno, como pode me ajudar.
Eu ia encontrar com um ficante meu, mas tava com muito tesão e resolvi me masturbar antes de encontrar ele, já tinha tomado banho tava cheirosinha e Aquela vontade louca de bater uma, não aguentei comecei a massagear meu clitóris bem gostoso, ele já tinha me avisado que estava saindo de casa, mas não me importei queria gozar uma vez e
Meu nome é V., tenho 43 anos, bem casada, cabelos longos cacheados, 1,60, corpo violão, seios médios, buceta com pelinhos bem baixinhos (meu marido adora), gosto de malhar. Meu ponto forte é a bunda, arrebitada, com marquinha de biquini e tatuagem pequena. Já algum tempo meu marido e eu fantasiamos, na hora do sexo, uma transa minha com outro homem ou um menage. Já usamos um brinquedinho para simular e gozamos muito! Com o passar do tempo fomos pensando em realizar de verdade essas fantasias, começando comigo, saindo com alguém…
Bom minha esposa é uma moreninha de 1.68m de altura 72 kg bem distribuídos e muito gostoso e fogosa na cama, confesso que eu sozinho não estou dando conta dela que adora imaginar outros homens fodendo ela enquanto a gente transa, e eu adoro essas fantasias dela eu gozo muito só de imaginar minha esposinha dando pra outros, ela já me fez de corno mas somente com um cara e o sonho dela é fazer uma suruba com uns dois homens fudendo ela enquanto eu fico olhando(eu tmb tenho essa fantasia rsrs).
Oi! Primeira vez relatando um conto. Eu (vou me identificar como Henrique) e minha namorada (vou identificá-la como Ane) sempre fantasiamos muito entrar no meio liberal. Começou pelo desejo dela de fazer inversão, então em uma vez que ela estava me chupando, colocou a ponto do dedo enquanto me punhetava. A sensação foi agradável por início e acabou dando abertura para ela conversar comigo sobre isso. Começamos com um brinquedo menor, por
Tudo ocorreu de um jeito inconsequente, me fazendo perder totalmente o controle. Meu nome é Maísa , tenho 25 anos, sou muito bem casada e sempre fui respeitada por todos, Sandro, meu marido, é dono de uma grande padaria muito frequentada na cidade onde moramos.