O sol de sábado na chácara estava de rachar, e o brilho da água no chuveirão do gramado parecia um imã. Eu estava ali, protegido pela sombra da janela do chalé, observando a minha mulher se refrescar. Ela é uma força da natureza, uma mulher gostosa que sabe o poder que tem, e naquele momento, sob o jato d’água, ela era uma miragem.
Mas eu não era o único a olhar. O **Tonico**, nosso caseiro, estava logo ali, roçando o mato. Ele é um homem rústico, de meia-idade, trabalhado no cabo da enxada. Notei que ele disfarçava, mas os olhos dele grudavam nela como graxa. Vi quando ela se aproximou dele, fingindo perguntar algo sobre a chácara, e o Tonico nem tentava mais esconder: ele devorava aquele corpo molhado, que fazia a roupa grudar e mostrar os detalhes.
Foi ali que o plano nasceu. Eu entendi o desejo dele e a provocação dela.
Assim que ela entrou, inventei na hora que o carro estava com um barulho estranho.
— Amor, a marcha tá ruim. Vou dar um pulo na oficina na cidade pro mecânico dar uma olhadinha — eu disse, já pegando as chaves.
Saí e dei tempo ao tempo. Voltei só quando o sol estava se pondo. Encontrei ela de banho tomado, cheirosa, mas com um brilho diferente nos olhos. Ela gaguejou um pouco, nervosa, e soltou: E então consertou?
— Amanhã bem cedinho vou ter que voltar lá na oficina, pra fazer um reaperto…. Eu disse com tranquilidade.
Na manhã seguinte, fiz o teatro. Liguei o carro, saí pelo portão, estacionei longe e voltei a pé, escondido pela mata. Cheguei de mansinho na cerca, o coração martelando. E lá estava ele: o **Tonico**.
Ele vinha atravessando a chácara só de bermuda, o peito nu, caminhando como quem ia roubar um tesouro.
Me aproximei devagar do chalé. O silêncio do mato foi quebrado por um som que eu conhecia, mas que nunca tinha ouvido daquele jeito. Era ela. **Ela estava gemendo alto**, uma entrega total que eu nunca tinha provocado.
> — “Come, Tonico… me come, por favor!” — ela pedia, me fode com força vai! a voz suplicante.
> — “Cala a boca, sua putinha! Pede direito!” — o Tonico rosnava, tratando-a com a crueza que ela desejava.
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A humilhação era o tempero dele. Eu estava atônito, de pau duro nas calças, colado na parede, quando ouvi o gemido grosso dele, aquele som de quem descarrega uma vida de trabalho. – vou gozar vadia, você é muito pinhanha mesmo! Ela confirmava. -Sou mesmo, sua piranha safada!
— “Toma tudo… toma tudinho, putinha do caralho!”
Saí dali ligeiro, em silêncio. Aguardei duas horas na estrada, processando a cena, e voltei fingindo a maior naturalidade do mundo.
Ela me recebeu com um sorriso e um beijo na boca. Mas não era um beijo comum. Eu senti na hora: aquele **gosto ácido**, metálico, a assinatura do Tonico ainda fresca nos lábios dela.
Não resisti. Comecei a tirar a roupa dela ali mesmo, no meio da tarde. Notei que ela se limpou apenas por fora. Quando eu me abaixei e **chupei a buceta dela**, o caldo desceu. Era uma mistura de acidez adocicada, o suco dela misturado com o “leitinho” do caseiro que ela tinha pedido com tanto fervor.
— “Nossa, amor… você tá muito excitada hoje, hein? Olha como isso aqui tá escorrendo…” — eu disse, fingindo surpresa enquanto me deliciava com o rastro do outro.
Ela, em pleno transe, acabou confessando sem querer:
— “Me dá… me faz gozar de novo, amor… faz eu gozar na sua boca!”
O “de novo” entregou tudo. Ela já tinha sido preenchida, já tinha gozado sob o comando do bruto, e agora eu estava ali, bebendo o resultado daquela obra. Foi o melhor fim de semana da nossa vida, e eu já sabia: a chácara agora tinha um novo dono para quando eu “precisasse ir à oficina”.