A casa estava quieta naquela tarde quente de sábado. Eu tinha passado a manhã inteira mexendo na terra do jardim, suada, com as mãos sujas e a blusa colada no corpo. A calcinha já estava úmida de tanto suor e tesão acumulado, porque fazia dias que eu não conseguia tirar da cabeça o volume que via na bermuda do meu cunhado quando ele andava pela casa de cueca.
Abri a porta do banheiro sem bater, achando que estava vazio. E lá estava ele: Lucas, o irmão mais novo do meu marido, parado a menos de um metro do vaso, completamente pelado da cintura pra baixo. A mão grossa subia e descia devagar na pica dele, que era grossa, veiada, com a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ele não parou. Nem quando nossos olhos se encontraram. Continuou batendo punheta bem devagar, olhando pra mim como se estivesse me desafiando.
Fiquei ali, parada, encarando. Trinta segundos, talvez um minuto inteiro. Meu coração batia na garganta. A buceta latejava tão forte que eu sentia o clitóris inchado roçando na calcinha molhada. A pica dele era maior que a do meu marido, mais grossa na base, com aquelas veias saltadas que eu queria lamber. O cheiro de macho, suor e tesão invadiu minhas narinas.
— Vai sair ou vai ficar olhando, cunhada? — ele perguntou, a voz rouca, sem parar de masturbar. A mão deslizava da base até a cabeça, apertando um pouco mais forte na glande.
Eu não respondi. Só fechei a porta com o coração disparado e corri pro quarto. Me joguei na cama, tirei a bermuda e a calcinha de qualquer jeito e enfiei dois dedos na buceta encharcada. Gozei em menos de um minuto pensando nele me dobrando ali mesmo no banheiro, enfiando aquela pica grossa até o fundo da minha garganta enquanto eu babava.
Naquela noite, depois que meu marido chegou do trabalho e me comeu rápido e sem graça como sempre, eu sonhei. Sonhei que Lucas me pegava na cozinha enquanto meu marido dormia no sofá. Acordei molhada de novo, o travesseiro entre as pernas, o cu piscando de tesão.
Dois dias depois, meu marido viajou a trabalho. Ia ficar fora a semana inteira. Lucas e eu ficamos sozinhos em casa.
Eu estava na cozinha preparando o almoço quando ele apareceu atrás de mim. Senti o corpo dele colar nas minhas costas. A pica dura roçando na minha bunda por cima da saia fina.
— Ainda tá pensando naquilo, né? — ele sussurrou no meu ouvido, a voz grave. — Eu vi como você olhou pra minha pica aquele dia. Não parou de olhar, porra.
Eu tremi inteira. A buceta já babava.
— Lucas… a gente não pode…
— Pode sim, caralho. Seu marido não tá aqui. E eu tô louco pra enfiar essa pica na buceta da minha cunhadinha safada.
Ele levantou minha saia, puxou a calcinha pro lado e enfiou dois dedos grossos direto na minha buceta molhada. Eu gemi alto, me apoiando na pia.
— Ai, porra… tá encharcada, vadia. Quantas vezes você se masturbou pensando em mim batendo punheta?
— Todas… todas as noites… — confessei, rebolando no dedo dele.
Ele tirou os dedos, me virou de frente e me colocou sentada na mesa da cozinha. Abriu minhas pernas e ficou olhando minha buceta depilada, os lábios inchados, o grelinho durinho brilhando de tesão.
— Que bucetinha linda, hein? Rosadinha, molhada pra caralho. — Ele cuspiu na mão e passou na cabeça da pica antes de esfregar a glande bem no meu grelinho. — Quer essa pica, cunhada? Quer o irmão do teu marido te arrombando?
— Quero… por favor… me fode, Lucas…
Ele não esperou mais. Empurrou a pica grossa devagar, abrindo minha buceta centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada relevo. Quando ele meteu tudo, até as bolas batendo no meu cu, eu gritei.
— Aaaahhh caralhooo! Que pica grossa, porra! Tá me rasgando!
Ele começou a meter forte, segurando meus quadris. A mesa rangia. Meus peitos pulavam dentro da blusa.
— Toma, sua puta. Toma essa pica que tu ficou olhando descaradamente. Tua buceta tá apertando pra caralho, tá sugando meu pau.
Eu gemia desesperada, as unhas cravadas nos ombros dele.
— Mais forte… me fode mais forte… ai meu Deus, que delícia…
Ele metia como um animal, o som molhado da pica entrando e saindo da minha buceta ecoava pela cozinha. O cheiro de sexo enchia o ar. Meu gozo escorria pelas minhas coxas.
Depois de uns minutos ele me tirou da mesa, me virou de quatro no chão da cozinha e me comeu por trás, ainda mais fundo. Eu sentia a cabeça da pica batendo no fundo da minha buceta, quase no útero.
— Vou gozar dentro, hein? Vou encher essa bucetinha de porra quente.
— Goza… goza dentro… me enche toda, Lucas!
Ele deu mais umas estocadas brutais e gemeu rouco, segurando minha cintura com força. Senti o jorro quente explodindo dentro de mim, jato atrás de jato. A porra dele era grossa, quente, enchendo meu útero. Eu gozei junto, tremendo inteira, gritando.
— Aaaaiii porraaa! Tá enchendo tudo… que porra quente… gozei tanto…
Ele ficou lá dentro até parar de pulsar. Quando tirou a pica, um rio de porra branca escorreu da minha buceta aberta, pingando no chão.
Mas ele não tinha terminado. Ainda estava duro, a pica brilhando com nossa mistura.
— Agora vou comer esse cu, cunhada. Tá piscando pra mim desde que te vi no banheiro.
Eu arregalei os olhos, ainda ofegante.
— Lucas… meu cu é apertado… vai doer…
— Vai doer gostoso, vadia. Relaxa que tu vai gozar com meu pau no teu cu.
Ele cuspiu bastante na mão, passou no meu cuzinho e na própria pica. Eu estava de quatro no chão, bunda empinada, buceta ainda escorrendo porra. Ele colocou a cabeça grossa no meu anelzinho e começou a empurrar.
A dor veio imediata. Meu cu queimava enquanto a pica grossa forçava passagem.
— Aaaaiii caralhooo! Tá doendo… tá muito grosso… tira um pouco…
— Aguenta, porra. Relaxa esse cu. — Ele segurou meus quadris e empurrou mais, entrando uns cinco centímetros. Eu gritava, lágrimas nos olhos, mas a buceta latejava de tesão.
Ele parou um pouco, deixou eu me acostumar, depois meteu mais. Centímetro por centímetro doloroso e delicioso. Quando finalmente enterrou tudo, bolas encostando na minha buceta melada, eu estava tremendo inteira.
— Tá todo dentro, cunhadinha. Olha só como teu cu tá arrombado na minha pica.
Ele começou a meter devagar no começo. Cada saída e entrada fazia meu cu queimar, mas o prazer vinha junto, forte, subindo pela espinha. Logo ele acelerou. Metia forte, batendo as bolas no meu clitóris.
Eu me acabava de gozar. O orgasmo veio violento, sem controle.
— Aaaahhh fode meu cuuu! Tá me fazendo gozar com pau no cuuu! Ai meu Deus, tô gozando tantooo!
Ele metia sem piedade agora, o cu dela fazendo barulho molhado e obsceno.
— Vou gozar dentro desse cu, hein? Vou encher teu intestino de porra.
Eu estava louca de prazer e medo.
— Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar, Lucas! Por favor… ai caralho, não para… mas eu vou cagar mesmo!
Ele riu rouco e meteu mais forte.
— Então caga, vadia. Caga enquanto eu gozo no teu cu.
O segundo orgasmo me rasgou. Eu gritava desesperada, o corpo convulsionando.
— Tô gozando de novo! Com esse pau no meu cuuu! Aaaaiii porraaa!
Ele deu um gemido gutural e explodiu. Senti o jato quente enchendo meu intestino, jato grosso e quente. Ao mesmo tempo, meu corpo não aguentou. Quando ele começou a tirar a pica devagar, eu rebolava sem controle, o cu piscando.
— Tá saindo… ai meu Deus… tô cagando…
A pica saiu com um plop molhado. Meu cu ficou aberto, vermelho, pulsando. E junto com o sêmen branco e grosso dele, veio um jato de merda mole, misturada com a porra, escorrendo pela minha bunda, coxas, pingando no chão da cozinha. Eu tremia, gozando ainda, humilhada e excitada ao mesmo tempo.
— Olha só que safada… cagou mesmo com meu leite no cu. Que delícia, porra.
Ele passou a mão na mistura, espalhou na minha bunda e me deu um tapa forte. Eu gemia baixinho, ainda de quatro, o cu latejando, a buceta escorrendo, o corpo todo suado e marcado.
Ficamos ali um tempo, respirando pesado. Depois ele me ajudou a levantar, me deu um beijo na boca e sussurrou:
— Isso foi só o começo da semana, cunhada. Ainda tenho muitos dias pra te usar inteira.
Eu sorri, safada, já sentindo o tesão voltar só de imaginar.
— Então me usa, Lucas. Me fode até eu não conseguir mais andar.
E foi o que ele fez. Todos os dias daquela semana.