Falando com ele de como foi dar pra outro

Fernanda chegou em casa por volta das 23h, o cabelo bagunçado, batom borrado nos cantos da boca, o vestido preto amarrotado e uma mancha suspeita na barra da saia.
Rafael estava na sala, sentado no sofá, luz baixa, celular na mão com a tela ainda mostrando as mensagens que ela mandou mais cedo: “Tô indo encontrar ele. Não me espera acordado… ou espera, vai ser melhor pra você ouvir tudo depois.”

Ela fechou a porta devagar, tirou os saltos e caminhou até ele descalço.
Sentou no braço do sofá, bem ao lado dele, cruzou as pernas devagar, deixando a saia subir até mostrar a coxa marcada por dedos fortes.
“Oi, amor”, ela disse com voz rouca, ainda carregada de tesão. “Você aguentou esperar?”
Rafael assentiu, garganta seca, pau já duro só de ver o estado dela.
Fernanda sorriu, aquele sorriso lento e cruel que ele adorava odiar.

“Quer saber como foi?
Quer que eu conte tudinho, detalhe por detalhe, enquanto você fica aí com esse pauzinho latejando sem poder tocar?”
Ele murmurou um “sim” quase inaudível.
Ela se inclinou, aproximou a boca do ouvido dele e começou a falar baixo, devagar, como se estivesse sussurrando um segredo sujo.
“Ele me pegou no estacionamento do shopping.
Nem esperou a gente entrar no carro.

Abriu a porta do banco de trás, me puxou pra dentro e já enfiou a mão por baixo do vestido.
Sem calcinha, amor… eu tirei no banheiro antes de sair, pensando nele.
Os dedos dele entraram fácil, eu tava molhada desde a hora que te mandei a foto da buceta no espelho do banheiro.
Ele riu quando sentiu. Disse: ‘Sua puta casada já veio pronta pro pau, né?’
Eu só gemi e abri mais as pernas.”
Rafael respirava pesado, mão tremendo no colo.
“Depois ele me virou de costas, empinou minha bunda no banco e baixou a calça.
O pau dele… caralho, Rafael… grosso, quente, veias pulsando.
Maior que o seu, mais duro que o seu nunca fica.

Ele esfregou a cabeça na entrada da minha buceta, me provocando, batendo na entrada.
Eu pedi: ‘Me fode logo, por favor…’
Ele riu de novo e meteu tudo de uma vez.
Eu gritei, amor. Gritei alto. Achei que o segurança ia ouvir.
Mas ele tapou minha boca com a mão e começou a meter forte, batendo no fundo, as bolas dele batendo na minha bunda.

Eu gozei na terceira estocada, tremendo toda, apertando ele por dentro.”
Fernanda passou a unha de leve no braço de Rafael, arranhando de propósito.
“Ele não parou. Virou eu de frente, levantou minhas pernas no ombro dele e meteu mais fundo ainda.
Olhando nos meus olhos, falando baixo: ‘Sua bucetinha é minha agora, casada. Seu corno lá em casa vai lamber o que sobrar.’

Eu gozei de novo, esguichando no banco do carro.
Ele acelerou, grunhiu e gozou dentro de mim. Muito. Senti cada jato quente enchendo tudo, escorrendo pelas coxas quando ele saiu.”
Ela abriu um pouco as pernas, levantou a saia devagar.
Rafael viu: a buceta vermelha, inchada, brilhando de porra que ainda escorria devagar.
“Olha o que ele deixou, amor.

Tá pingando até agora.
Eu vim o caminho todo assim, sem calcinha, sentindo a porra dele escorrendo, molhando o banco do Uber.
O motorista nem olhou, mas eu sei que sentiu o cheiro.”
Fernanda se levantou, ficou de pé na frente dele, abriu as pernas mais.
“Agora vem cá.
De joelhos.
Lambe sua esposa.
Lambe a porra do macho que me fodeu melhor que você nunca conseguiu.
Enquanto lambe, eu continuo contando…
Porque depois do carro, a gente foi pro apartamento dele.

E lá ele me comeu mais duas vezes.
Uma de quatro na janela, pra quem passasse na rua ver a puta casada sendo arrombada.
E outra no chuveiro, me segurando contra a parede, metendo no cu enquanto eu gritava o nome dele.”
Rafael caiu de joelhos na frente dela, boca já se aproximando da buceta marcada.
Fernanda segurou o cabelo dele com força, puxou o rosto contra ela.

“Lambe devagar, corno.
Sente o gosto dele.
Sente como ele me marcou.
E enquanto lambe… pensa que amanhã eu vou encontrar ele de novo.

E talvez traga um amigo.
Ou dois.
Você vai assistir tudo… e limpar tudo depois.”
Ela gemeu baixo quando a língua dele começou a trabalhar, limpando cada gota.
“Boa noite, meu corno perfeito.
Você é exatamente o que eu preciso: fraco, obediente… e louco por isso.”
E continuou empurrando o quadril contra o rosto dele, contando mais detalhes entre gemidos, enquanto Rafael se perdia na humilhação gostosa que os dois amavam.

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