Meu nome é Katy.
Trinta e nove anos. Casada com Maurício há sete. Sem filhos. Moramos numa casa modesta com a mãe dele, que, graças a Deus, estava na casa da irmã numa cidade distante naquela quinta-feira.
Maurício sempre foi meu vício. Pau grosso, veias latejando sob a pele quente, o tipo de pau que me deixa babando só de lembrar. Nós dois sempre gostamos do proibido. Do escondido. Do que faz o coração bater mais forte do que a buceta.