O dia inteiro ela estava diferente. Pequenos gestos, olhares demorados, toques rápidos e aparentemente inocentes. Eu percebia, mas fingia não notar, curioso para ver onde aquilo ia dar.
De manhã, enquanto tomávamos café, ela se inclinou para me servir e falou baixo, perto do meu ouvido:
— Mais tarde… tenho algo novo pra você.