Estou grávida e nunca me senti tão faminta. Não de comida, embora o desejo por coisas exóticas apareça, mas de corpo. Antes da barriga apontar, eu já era bem taradinha, mas a gestação me levou a um patamar de desespero. É uma necessidade carente, uma urgência que pulsa entre as coxas como se o bebê estivesse chutando exatamente ali, pedindo companhia.