Olá sou júnior comedor de casadas liberadas com ou sem o maridão junto. Já mandei vários contos pra esse site todos verídicos, hoje eu vou começar o conto e minha esposa vai dá continuidade de uma situação que aconteceu essa semana com ela.
Olá sou júnior comedor de casadas liberadas com ou sem o maridão junto. Já mandei vários contos pra esse site todos verídicos, hoje eu vou começar o conto e minha esposa vai dá continuidade de uma situação que aconteceu essa semana com ela.
Pandemia de 2020, começo do mês de maio. No ano anterior eu e ela havíamos mudado hábitos de vida. Mudamos nossa alimentação e passamos a nos exercitar e pedalar quase que todos os dias. Em poucos meses eu e ela havíamos perdido muito peso e entramos na pandemia super saudáveis. Ela ficou bem mais acinturada e gostosa. Mesmo assim, algumas marcas registradas eram mantidas: Seu sorriso e risada contagiante, olhos verdes e, é claro sua bunda avantajada.
A algum tempo, descobri que minha mulher já me traia a muito tempo. Depois que ela me contou sobre o Valdo, fui insistindo e aos poucos ela me revelou que teve alguns casos durante o nosso casamento.
Nos primeiros anos de casados, tivemos nosso primeiro filho e ele já tinha por volta de quatro anos, eu trabalhava numa empresa onde tinha que viajar, muitas vezes saia na segunda e voltava sexta feira. Tivemos algumas discussões a respeito, ela dizia se sentir muito só e me acusava de ter casos fora de casa. Ela passou a estudar de manhã, enquanto nosso filho ia pra creche e a tarde ficava com ele.
Meu nome é Clara. Naquela época eu tinha acabado de fazer 19 anos e meu corpo já era uma tentação ambulante. Branquinha, cabelos longos, lisos, sedosos e negros que caíam até a metade das costas. Lábios avermelhados, naturalmente carnudos. Alta, com curvas bem marcadas: nem magra nem gorda, bumbum empinado que balançava quando eu andava, e seios fartos, pesados, que chamavam atenção o tempo todo.
Olá Pessoal, sou Carolzinha 21 aninhos estava meio sumida devido a muito trabalho, estou trabalhando de vendedora.
Peguei de uma amiga umas lingeries pra vender comecei oferecer as minhas amigas. Um dia uma me ligou perguntando se poderia ir mostrar algumas peças pra ela mas teria de ser na parte da noite porque ela trabalhava.
Olá, o que passarei a narrar, ao contrário de muitos relatos que leio aqui é uma situação real que vivo com meu marido, o mais perfeito corno assumido, situação que proporciona muito prazer para nós dois. Pois bem, me chamo patrícia, tenho 27 anos, sou loira, freqüento academia e tenho um corpo saradinho, minha bunda não é grande, mas em compensação o que me falta dela sobra de peito, que moldei com silicone. Enfim, eu e meu marido levamos uma
Meu nome é Victoria, atualmente tenho 21 anos, vou contar uma história que aconteceu comigo ano passado. Antes disso me descreverei um pouco:
Tenho 1,70 de altura,sou mulata, tenho olhos castanhos, cabelo enrolado curto, seios médios, coxas grossas e um bumbum arrebitado.
Me chamo Eduardo, tenho 35 anos de idade e tenho uma ficante chamada Ketlin. Confesso que tenho um pau de uns quase 15cm. Temos várias fantasias e desejos. Eu adoro ser corninho dela… Ela tem um corpo bem definido, pernas grossas e uma bucetinha muito gostosa. Sempre que transamos, eu como ela no tradicional papai e mamãe.
Sempre fui curioso a respeito do passado sexual da minha esposa, ainda namorados, perguntava como eram as fodas, dela com os namorados e ficantes, ela me falava, mas superficialmente, quando saímos pela primeira vez, já rolou uma sacanagem no carro, chapadas nos peito dela, dedada na buceta peludinha, botei meu pau pra fora da