Professora/Vizinha/melhor amiga de minha mãe

Olá, sou o Norberto, tenho 18 anos acabados de fazer, e vou relatar a vocês a melhor experiência que tive em toda a minha vida. Vivo só com minha mãe, meu pai faleceu tinha eu 9 anos. Vivemos num bairro cheio de prédios com vários apartamentos. Minha mãe tem 36 anos, e sempre foi uma lutadora na vida, formou-se, trabalhando ao mesmo tempo, da mesma forma que o meu pai, dois verdadeiros guerreiros, e já comigo na sua vida. Hoje em dia minha mãe é professora do ensino médio. Eu estou fechado em casa desde o dia em que decretaram o encerramento das escolas aqui, dia 13 de Março, desde esse dia que eu e minha mãe não saímos de casa, ou melhor a minha mãe sai sensivelmente de duas em duas semanas para ir fazer compras, e desde o dia 1 de Abril que minha mãe me deixa sair para ir na casa de dois amigos que vivem no mesmo prédio e que ela sabe que eles tem cumprido as recomendações das medidas de prevenção. Ela sempre que vai às compras demora cerca de 3 horas para voltar.

Ela ficou trabalhando a partir de casa. Vou-me descrever, tenho cerca de 1,75cm e 100kg, sou gordo mesmo, nunca fodi uma mulher até chegar a esta quarentena, mas toco punheta desde os 14, desde que descobri sites com filmes porno, aprendi a ser tarado, e é raro o dia em que vá para a escola sem me satisfazer antes, na escola na hora de almoço vou ao WC e toco uma punheta e antes de dormir novamente. Fico imaginando eu no lugar dos atores dos filmes, e minhas professoras ou amigas de minha mãe no lugar das senhoras dos filmes que assisto. No mesmo prédio que nós vive Débora, professora como minha mãe, conheço-a desde que me conheço e sempre tive o maior respeito por ela, mas foi imaginando o corpo dela de biquíni no Verão que bati mais punhetas. O meu pau duro tem

15cm por 3cm, a cabeça dele é grossa, Débora tem cerca de 1,80cm e uns 70, 75 kg muito bem distribuídos pelo seu corpo, umas mamas enormes, e um rabo perfeito, ela para a idade que tem, era perfeita, aquele sonho impossível de alcançar. Débora é casada com um policia, e tem um filho de 12 anos, da mesma forma que conheço Débora desde sempre, sei que ela e minha mãe são amigos desde o tempo da faculdade. No passado Domingo, 18 de Abril minha mãe depois do almoço disse-me que tinha que ir fazer compras, e disse que eu podia ir na casa dos meus amigos ou ficar em casa, estava à vontade, eu escolhi ficar por casa, ia aproveitar para ver um filme porno e bater muita punheta. Ela saiu, fui na janela e vi o carro dela sair. Liguei o portátil na TV e coloquei o filme porno bem duro,

comecei a bater punheta e explodi rapidinho para cima da minha barriga, eu estava nu deitado no sofá e tinha um pacote de lenços ao lado do sofá. Tocaram na campainha, pedi um momento, baixei o portátil, agarrei um lenço, limpei minha barriga, vesti o meu calção verde, camisa e fui na porta, era Débora, mais gostosa do que nunca, calção bem, mas mesmo bem apertado e camisa com o maior decote, mas isso era a roupa de ela andar por casa no dia a dia. Ela perguntou por minha mãe e eu disse que ela tinha saído, ela entra sempre em nossa casa, e entrou como sempre e eu fixei no corpo dela e nem lembrei de mais nada. Ela foi na cozinha, pegou um copo de água e voltou para a sala dizendo que precisava sair de casa, estava dando em doida com o filho. Mandei ela sentar e ela sentou, e eu olhei para o chão e vi o portátil, o lenço sujo do meu leite e o pacote de lenços e caiu-me a ficha, ela perguntou rindo com cara de sacana o que eu estava fazendo, e eu atrapalhado disse que não estava fazendo nada, ela mandou eu sentar e eu sentei, olhei para o calção e ele tava todo sujo da cabeça do meu pau. Ela disse-me que se eu contasse a

verdade pra ela, não ia contar nada para a minha mãe. Eu disse que estava assistindo um filme porno, acabei ficando excitado e tive que me satisfazer, ela sorriu e disse que não tinha mal nenhum, mas que da próxima vez, não coloca-se o som tão alto, eu sorri timidamente, completamente banhado em vergonha e pedi desculpa, e ela disse que não fazia mal, era normal os meninos da minha idade tocarem punheta que nem doidos imaginando que estão fodendo mulheres mais velhas ou as amigas da mamãe, e perguntou se não era verdade, o meu pau ficou duro na hora, e eu disse que sim, ela colocou a mão na minha perna e disse se eu tocava punheta pensando nela, e eu disse que não, tinha o maior respeito por ela, ela sorriu e disse que não valia mentir, era uma conversa nossa e ia ficar só entre nós, eu baixei a cabeça, cheio de vergonha e disse que era verdade, e ela perguntou com que frequência e eu disse algumas vezes, ela colocou a mão dentro do meu calção e disse com ele assim duro, foi só algumas vezes, e punhetou uma única vez, eu tinha o meu coração a 1000 à hora, e ela voltou a esgaçar o meu pau, e eu disse muitas vezes, ela passou o polegar na cabeça do meu pau que se estava babando e disse bem me parecia, e começou a fazer uma punheta bem, mas mesmo bem devagar, e perguntou o que eu pensava quando batia punheta pensando nela e eu disse que ficava

imaginando eu deitado na cama e ela nua cavalgando em cima de mim, ela encostou-se suas mamas no meu braço e disse que o cenário lhe agradava, aumentou o ritmo da punheta e eu tive um orgasmo maravilhoso, contorci-me todo e gemi muito. Ela puxou minha cara para ela e deu-me um beijo ardente, daqueles de tirar o fôlego. Tirou a mão seja do meu leite de dentro do calção e lambeu, voltou a colocar a mão no calção e agarro o meu pau com firmeza, e perguntou se eu sabia guardar um segredo, eu disse que sim, estava a viver um sonho, ela ajoelhou-se na minha frente, puxou minhas pernas e os meus calções e sem dizer nada, agarrou o meu pau e foi calmamente com a sua cabeça nele e começou a passar a língua nele, descia com a língua à saca e passava para cima, para depois engolir ele e começar a chupar-me como nunca imaginei ser chupado, ela tirava o meu pau da sua boca, e lambia ele, a cabeça do meu pau estava rouxa, ela disse que ele não era grande, mas era das maiores cabeças que já viu num caralho, e avisou que ia chupar, e que ele podia colocar as mãos na minha cabeça e fazer igual ao que via nos filmes, ela voltou a chupar-me e eu fiquei agarrado ao sofá, e ela ao fim de uns minutos agarrou minhas mãos e colocou na sua cabeça, e

eu comecei devagarinho a levantar e baixar a cabeça, e ela enterrava o meu pau no fundo da sua boca e deixava ele ficar e enchia-me da baba dela, comecei a rebolar na boca dela, ela tirou o meu pau e disse que era isso, eu tinha que aproveitar, voltou a chupar e eu comecei a fazer um vaivém com a cabeça dela, mas com mais força, e não aguentei, avisei que ia gozar e ela enterrou as suas unhas nas minhas pernas e comeu o meu pau até à última esguichada de leite, chupou o meu pau, tirou ele da boca e segurou com a mão, olhou-me nos olhos e sorriu pra mim, abriu a boca, mostrando a minha porra na sua boca, e lambeu seus lábios e engoliu. Perguntou se eu tinha gostado e ela disse que sim, ela levantou-se e conduziu-me ao meu quarto, ela conhecia a casa, chegamos lá, ela despiu-se e eu fiquei babando no corpo dela, as mamas dela eram simplesmente um monumento, ela disse que eu podia fazer o que quisesse, eu encostei-me a ela, agarrei suas mamas e comecei a beijar, mas beijava com esganação e ela gemia e dizia para eu ter cuidado que estava demasiado entusiasmado e magoava ela, ela deitou na cama e eu deitei do seu lado, ela me deitou de lado, pegou na minha mão e colocou no grelão dela e disse para eu acariciar com calma, e ir beijando e passando a língua no seu mamilo direito, e eu assim o fiz, e ela rapidamente ficou com a respiração ofegante e começou a agarrar nos lençóis, ela agarrou no meu pau e perguntou se eu estava pronto, eu perguntei para quê, ela punhetou forte e disse que eu estava como ela, no ponto, ela deitou-me de barriga pra baixo, subiu para cima de mim e sentou na minha zona púbica e começou a roçar a sua boceta nos meus cabelos, que nunca foram sequer aparados, e sorria pra mim com cara de vadia, ela apoiou-se na cama, levantou sua cintura, chegou um pouco atrás

e enterrou a sua boceta no meu pau, gemeu alto e eu também, e ela disse-me olhando nos meus olhos, que eu não era mais virgem, e começou a cavalgar em cima de mim, ela pegou nas minhas mãos e colocou nas suas mamas e disse para eu acariciar os seus mamilos e eu assim o fiz, eu estava vivendo um sonho maravilhoso, e ela começou a dizer que a grossura do meu pau era maravilhosa e que ia vir-se que nem uma puta em cima de mim, e perguntava se eu tava gostando de foder a puta da amiga da mamãe e eu apertava e acariciava as mamas dela e simplesmente gemia e dizia que sim, ela tremeu e começou a cavalgar mais devagar, e eu pedi por favor para ela não parar, e ela disse para eu a convencer, eu levantei a minha cabeça e coloquei minha língua em suas mamas e ela disse agora sim, e cavalgou como eu via nos filmes, avisei que ia gozar e ela disse que ia gozar comigo, gozamos juntos e ela deitou a sua cabeça no meu peito, ficamos em silêncio e quietos por mais de 5 minutos, ela levantou a cabeça e mordeu o meu mamilo, olhou pra mim e eu sorri, ela levantou-se e foi à sala pegar as suas roupas e voltou pró quarto, vestia-se e disse-me

que a partir de amanhã ia começar a dar para o filho dela a liberdade que minha mãe dava para mim, se eu soubesse guardar segredo, tinha umas coisas mais para me ensinar, eu prometi que guardava segredo, e ela sorriu e disse que me ia chamar quando estivesse sozinha para ensinar, eu levantei e fui pra sala com ela, ela ainda não tinha vestido a camisa e o sutiã, e como ela ficava linda passeando com as mamas à vista. Vesti os calções e a camisa e ela disse que eu tinha que deixar a sala numa jóia para minha quando chegasse não desconfiar do que eu havia feito com ela, ela disse que ia embora, chegamos na porta e eu perguntei se ela não ia vestir a camisa, ela sorriu e perguntou se eu não estava gostando, e eu disse que amava as mamas dela, ela colocou a mão dentro do meu calção, e agarrou o meu pau, e começou a mexer com ele e perguntou se eu sabia o que era uma espanholada, eu disse que sim e ela perguntou se eu queria fazer uma nas mamas dela, eu sorri e ela disse que sabia que eu queria, ela colocou de joelhos na minha frente e baixou os meus calções e começou a bater uma enorme punheta pra mim, e disse hoje não terás mais nada,

mas amanhã vou-te dar mais umas coisas, ela punhetou para as mamas, com a outra mão acariciou o meu saco e eu enchi as mamas dela com jatos do meu leite, ela esfregou, largou o meu pau e lambeu suas mãos, agarrou o meu pau e disse que ia só limpar, e lambeu-o. Levantou-se, pegou um lenço, limpou-se, vestiu e saiu sorrindo. Eu arrumei a sala correndo e deitei-me a pensar no sonho que tinha acabado de realizar, mas que não podia contar para ninguém.

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