Esposa no churrasco com amigos

Eu ainda estava na cama quando a campainha da sala tocou. Eu não estava esperando ninguém. Era sábado de manhã e eu não havia combinado nada com ninguém. Já estava acordado. Olhei para o lado e Maria, minha esposa, dormia profundamente. Levantei-me e fui atender à porta.

João estava aguardando do lado de fora quando eu abri a porta da sala. Perguntei como ele estava e respondeu que estava bem e que resolveu fazer uma visita surpresa já que havia muitos meses que não bebíamos uma cerveja. Eu pedi para que ele entrasse e nós dois fomos para a cozinha. Lá, coloquei algumas cervejas no congelador e abri uma, que eu dividi em dois copos.

Ficamos conversando enquanto eu preparava a churrasqueira. Conversamos coisas do dia a dia, perguntamos como estava o trabalho e ficamos contando piadas sobre as diversas que havíamos passado.

Em dado momento, Maria desceu as escadas e veio em nossa direção para participar da conversa. Maria estava com a mesma roupa que havia dormido, ou seja, uma camisola branca curta e transparente. Sem sutiã e de calcinha igualmente branca, que não cobria a sua buceta. Para quem olhasse atentamente veria a sua racha marcada na calcinha. A camisola muito curta mal cobria a sua bunda enorme e seus seios pontudos faziam um desenho delicioso.

Ela chegou ainda sonolenta e me perguntou quem havia chegado. Expliquei, que o João, meu amigo, que ela já conhecia, havia chegado de surpresa e que iríamos beber e começar um churrasco. Logo que entrou um pouco mais na cozinha ela o viu e o cumprimentou. Eles se abraçaram, deram beijos no rosto e João perguntou se havia atrapalhado o sono de Maria. Ela disse que não, pois já estava tarde e ela precisava mesmo acordar.

João não se preocupou em disfarçar e ficou encarando Maria que estava muito gostosa naquela camisola branca quase transparente, continuou andando pra lá e pra cá como se estivesse tudo normal. Mas João estava cada hora com o cacete mais duro. E quando ela passava perto dele, ele relava aquela rola na bunda enorme que ela tinha.

Ela sem se fazer de rogada passava a bunda e a mão no cacete duro do meu amigo. Era uma safada. E não perdia uma oportunidade de abaixar e mostrar aquela boceta descoberta. Pra que ele pudesse ver com calma.

Nesse momento a campainha tocou e outro amigo meu, o Ricardo, esperava à porta. Maria foi atender e ficou conversando com meu amigo até a cozinha. Ela vinha na frente, rebolando, e o Ricardo atrás apreciando aquele rabo delicioso.

A coisa toda já havia fugido do controle. O clima de sacanagem estava no ar. E ninguém quis disfarçar. Eu conseguia ver um líquido escorrendo pelo meio das pernas da minha esposa.
Então precisei ir ao banheiro, e decidi ir no de cima. Não iria julgá-la caso ela fizesse alguma coisa. Portanto, demorei bastante para que ela tivesse tempo de pensar e pesar se deveria fazer o papel da puta da noite. Aquela que todos poderiam usar sem arrependimentos e sem serem repreendidos. Confesso que no fundo ainda tinha uma esperança que ela limitasse a putaria apenas para olhares e roupas curtas.

Mas nesse dia conheci minha mulher. Isto que eu vou contar, , eu fiquei sabendo, pois ela fez questão de me contar os detalhes. Ocorreu que, assim que eu comecei a subir as escadas, ela se debruçou sobre o balcão e fingiu estar procurando algo do lado oposto. Sua roupa mal a cobria quando estava de pé. Portanto, debruçada sobre o balcão, sua bunda e sua xoxota ficaram totalmente expostas. Eles até tentaram se segurar, mas, pela atitude dela, estava claro que ela não iria desistir daquele bacanal. Percebi que havia me casado com uma mulher totalmente viciada em sexo, e que se esforçava para manter uma imagem de mulher imaculada. Mas que, quando a coisa apertava, ela não conseguia se controlar, mesmo não estando bêbada ainda, e mostrava quem ela era de verdade.

E foi o que ela fez. Ela sabia que aquilo faria ambos perderem a preocupação com a situação. Provavelmente pensaram que eu havia combinado previamente com a minha esposa, caso contrário ela não estaria fazendo aquilo.
Quando ela se esticou, João veio por trás daquela bunda enorme, gostosa, e sem e encaixou seu pênis sem dó naquela buceta. Enfiou tudo de uma vez, pois a buça da puta estava pingando. E não era momento pra respeitar uma piranha daquela. Ricardo deu a volta no balcão e socou a rola na sua boca exposta, que provavelmente estava ali aberta por algum motivo.

Quando eu voltei do banheiro, me deparei com aquela cena e fiquei imóvel. Eles perceberam a minha chegada, mas não imaginaram que eu também estava surpreso. Crentes de que eu estava a par daquele comportamento totalmente desapropriado da minha esposa. Ela se revelou naquele dia. Foi a única que não me olhou e continuou se mexendo para conseguir chupar a rola do homem a sua frente. Eu ainda tentei fazer com que ela olhasse pra mim, mas ela estava completamente imersa na transa e na sacanagem que proporcionava para os dois primeiros convidados da festa.

Geralmente eles teriam levado suas esposas. Mas naquele dia, por coincidência, ambas não estavam na cidade e não puderam comparecer.
Então a campainha tocou e somente nesta hora os três interromperam o ato. Ela já estava com a maior cara de puta. Sua boca molhada com sua própria saliva e com um pouco de sêmem de havia saído do pênis de Ricardo. Sua camisola estava quase no pescoço e sua vagina estava encarcada devido ao que estava acontecendo.

Pra minha surpresa, os três pararam o que estavam fazendo e começaram a conversar, como se nada tivesse acontecido. Arrumaram suas roupas sem muito cuidado e continuaram cuidando da mesa e do churrasco, como se fossem velhos amigos, os três.
Eu fui até a porta e recebi o Júlio, outro amigo nosso que resolveu aparecer. Ele trouxe um amigo, Lucas, como já havia avisado antes. Ambos entraram e foram direto para a cozinha, para colocar as cervejas no congelador. Quando chegaram lá, perceberam um certo clima, mas, sem saber o motivo, apenas cumprimentaram todos, sem fazer nenhum comentário.
Minha esposa cumprimentou ambos com um beijo no rosto e, como ambos eram altos, ao se levantar para beijá-los, deixou que sua bunda, sem calcinha, aparecesse por alguns. Todos perceberam o ocorrido. Até mesmo os que receberam o cumprimento, pois fizeram questão de abraçá-la e admirar sua bundinha por cima daquele abraço apertado.

Eu não sabia dizer o que estava acontecendo com ela, ela não havia tomado nada e não havia bebido ainda. Tinha acabado de começar provar, mas agindo como uma completa puta. Não havíamos combinado nada, então uma onda de ciúme era inevitável naquela situação. O problema é que meu pênis estava duro como pedra, mesmo com todo aquele incômodo. Portanto eu não sabia o que pensar, nem o que fazer.

Continuei fingindo que não havia percebido nada. E, agora, com quatro homens na cozinha, fora eu e minha esposa, ela ficou ainda mais animada. Virava taças de vinho como se fosse uma data muito importante e desfilava pela cozinha, mostrando, sempre que possível, tanto a bunda quanto a buceta, ao fazer movimentos despreocupados pelo cômodo. Procurou panelas em gavetas mesmo sabendo que não as usaria, somente para poder abaixar o corpo e exibir aquele belo rabo para todos os participantes da festa.

Todos eram bons amigos e colegas de confiança, e eu percebi que todos tentavam se segurar o máximo possível. Mas a situação era tão inesperada que, mesmo tentando manter o respeito, todos estavam aproveitando aquela visão daquela mulher que agradava a todos na cozinha.

Minha mulher, por várias vezes, fez questão de encostar seu corpo contra o pênis de cada um dos presentes. Sempre que podia, sua mão também os tocava, como que para garantir que seus membros permaneceriam duros enquanto ela fazia seu show. Em nenhum momento ela pensou em colocar uma roupa mais adequada. Da maneira que acordou, permaneceu. Eu não sabia se ela estava me punindo ou me presenteando.

De qualquer forma, ela estava muito feliz. Se sentia bem, se sentia bonita e se sentia gostosa. E, percebendo que ela estava radiante, deixei-a à vontade para curtir sua noite. Volta e meia ela passava a mão na xoxota e cheirava. Chegou até a lamber, uma das vezes. Quando consegui um minuto sozinho, perguntei o que estava acontecendo e se estava tudo bem. Ela passou a mão na xoxota melada e depois esfregou no meu rosto, nariz e boca. E não falou nada. Eu entendi muito bem a resposta. Ela estava dizendo que estava muito excitada e que só queria aquilo. Ela era a única mulher na casa, e era bem gostosa. Mesmo se houvesse outras mulheres ali, ela provavelmente seria a mais gostosa. Mas naquela noite em particular ela estava dominando o ambiente. E estava gostando disso. Todos os homens da festa demonstravam todo o tempo que queriam comê-la, e isso estava fazendo bem pra ela.

Aos poucos eu fui percebendo a sua intenção. Ela provavelmente ficara chateada comigo por algum motivo e se sentiu no direito de aproveitar aquela noite. Sabendo que nenhuma outra mulher estaria presente, ela queria ser o centro das atenções. E acima de tudo queria entreter todos os homens da festa. Provar que era de capaz de satisfazer a todos.

Nada disso havia sido combinado. Mas em nenhum momento eu a repreendi ou a pedi que parasse. Percebi o que estava acontecendo e decidi aproveitar a festa desde o começo. Ela estava muito gostosa com aquela camisola. Quando saímos para o jardim, ela decidiu que entraria na piscina. Então buscou um biquíni e o vestiu ali mesmo no quinta, na frente de todos. Como estava sem calcinha e a camisola era muito curta, mostrou a bucetinha e a bunda para todos ao vestir a parte de baixo do biquini.

Todos pararam por um minuto e ficaram admirando aquela bucetinha gostosa. Todos loucos para fodê-la. Mas todos muito discretos, pois, teoricamente, isso seria proibido sem a minha autorização. E algo assim nunca havia acontecido.

Ela tirou a camisola e ficou desfilando com aquele micro biquíni, que mal tampava seus bicos do peito e tinha um pequeno pano sobre a xoxota. O restante estava totalmente à mostra. Observei que o tempo todo os presentes ajeitavam seus pênis na cueca. Ela passava de um lado pro outro e todos estavam doidos pra pelo menos passar a mão.

Nesse momento ela entrou na piscina sozinha, mas em pouco tempo dois amigos meus inventaram uma desculpa e a seguiram, com a desculpa de continuar uma conversa. Eu fiquei do lado de fora, nas mesas, conversando com os meus outros dois amigos. Fiz questão de sentar de costas para a piscina, para ela não se sentir acanhada. Mas assistia a tudo pelo reflexo da porta.

Logo em seguida, ambos chegaram próximos a ela e ela, incrivelmente, permitiu. Um escorou na parede da piscina e ficou de frente pra ela. Foi puxando-a aos poucos, até que ela ficasse colada com ele. Poderiam até beijar, pela distância, mas ele colocou a mão dentro d’água e ajeitou alguma coisa, puxando para bem perto dele. Levantou-a um pouco e provavelmente neste momento, encaixou o pênis na buceta dela. Ela fingiu que não estava entendeu, mas deixou tudo acontecer e fez uma cara de puta, que eu vi através do reflexo do vidro. Ele chegou a calcinha dela pro lado e colocou a cabeça na porta da buceta dela. Foi ela que fez um movimento pra frente pra permitir que a rola entrasse por completo. O outro que estava chegou por trás, beijando o pescoço da safada, e eu achei que ficaria por aí. Mas ele também desceu e ajeitou seu cacete. Percebi que ela empinou a bundinha pra trás e ela mesma tirou sua calcinha de lado pra não atrapalhar. Ou seja, um meteu na buceta dela e outro colocou por trás no cuzinho da puta. Ela virou os olhos e adorou a experiência. Já não se preocupava mais em disfarçar nada. Subia e descia na água para que os dois metessem à vontade nos seus dois buracos. E os dois a seguravam para que as rolas entrassem por completo.

Como ela era muito gostosa, não aguentaram e provavelmente gozaram lá dentro. Ela também gozou, pois soltou um grito e olhou com vergonha quando percebeu que havia sido alto.
Eles simplesmente se afastaram e saíram da piscina, pra buscar uma nova cerveja. Ela ficou me olhando, sem saber o que dizer, mas tentando não demonstrar arrependimento. E também não queria pedir permissão ou desculpa pelo que havia. Estava feliz e segura da putaria que havia acontecido. Enquanto os dois primeiros saíram, os que estavam conversaram se levantaram e entraram na piscina. A minha puta não se fez de rogada e tirou tanto a calcinha como o sutiâ. E falou para os novos companheiros de conversa, podem vir, que meu marido deixa. E transou com ambos tanto dentro quanto fora da piscina. Desse dia em diante ela nunca mais foi santa. Passou a andar sempre quase pelada e deu pra quem quis em todos os lugares que visitamos.

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