Minha nora deliciosa

Olá, Sou leitor assíduo dos contos relatados aqui e esta é a primeira vez que escrevo. Este conto é real e espero que meu filho nunca descubra. Me chamo Jonas, tenho 48 anos, sou loiro, olhos azuis, 1,70, 68kg bem distribuídos de massa muscular e chamo muito a atenção da mulherada. Sou um homem de bem com a vida, separado e com muitos amigos. Como dizem eles, sou uma simpatia em pessoa. Meu filho Pedro mora comigo, tem 22 anos e trabalha numa multinacional. Lá conheceu Taty, namoram já há 08 meses. Por ser sozinha na cidade ela vei morar conosco. Taty é uma delicia de menina, 22 anos de pura gostosura. Morena clara de cabelos pretos até o meio das costas, 1,65m,

olhos lindos, boca e dentes perfeitos, seios médios pontudos, coxuda, bunda farta e durinha e uma buceta lisinha e inchada. Adora fazer sexo com meu filho, pois já ouvi muita coisa por trás da porta do quarto deles. Inclusive meu filho disse que ela é louca por sexo. Com a vinda dela para minha casa perdi um pouco de minha privacidade, tipo: Gosto de andar a vontade pela casa, as vezes só de cueca ou nú. Certa noite depois de sair com amigos cheguei em casa, tomei um banho e fiquei na sala ouvindo música só de cueca e acabei dormindo no sofá. Minhas cuecas são apertadas e marcam bem o volume do meu cacete, são 19cm de rola. Ao chegar da faculdade Taty me viu ali.

Tomou seu banho e vestiu seu short de malha curtinho e camiseta de alcinha sem sutiãn. Sentou ao meu lado e passando a mão em meu peito me acordou. Me chamou e disse para eu ir pra cama, pois logo meu filho chegaria da faculdade. Por respeito a ela não andava mais assim em casa. Pedi desculpas por estar vestido só de cueca e Taty gentilmente me disse que por ela não teria problema algum, que eu poderia andar como quisesse pois a casa era minha. Fui para meu quarto e fiquei pensando em fazer um teste e andar só de cueca quando estivesse sozinho com ela em casa. Depois daquela noite percebi que Taty me olhava de outro jeito, ria mais para mim, contava piadas, estava mais desinibida e falávamos sobre todo tipo de assunto, até mesmo sexo, traições, etc. Por conta do trabalho meu filho foi para São Paulo e ficou lá por dois meses. E agora? Pensei, como essa menina vai ficar sem sexo durante dois meses? A solução estava comigo. Comecei a testá-la ficando só de cueca pela casa e disse a ela que já que meu filho ficaria fora poderia andar assim e Taty concordou dizendo que achava normal e aprovava minha decisão.

Já na primeira semana levava ela ao trabalho, a faculdade, saíamos pra jantar juntos, tomar chopp e falávamos sobre todo tipo de assunto. Na primeira semana ouvia seus gemidos no quarto sozinha a noite no telefone com meu filho, depois ouvia o barulho do chuveiro em seu quarto. Numa das conversas com meu filho ele me disse que havia comprado um “consolo” pra ela enquanto estivesse fora. Desta maneira Taty ia driblando a falta de Pedro. Na sexta-feira a noite estava tomando banho no banheiro do meu quarto com a porta aberta e a porta do quarto também aberta e percebi que Taty me espiava pelo espelho. Ela havia chegado da faculdade, fiz que não a vi e continuei e só pelo fato de saber que ela estava ali fiquei de pau duro. Terminei o banho e saí nú para vestir a cueca no quarto. Ela saiu e ficou no corredor e logo voltou como se estivesse vindo me perguntar como foi meu dia, bem no momento que eu estava arrumando meu cacete duro na cueca. Taty estava com uma camisola curtinha mostrando a calcinha minuscula e como de costume sem sutiãn. Ficou na porta olhando para o volume na cueca e não passou disso. Me deu um beijo

de boa no rosto e voltou para seu quarto. Na porta do seu quarto ouvi mais gemidos e ali mesmo fui obrigado a bater uma punheta. No sábado a tarde estávamos na sala vendo filme, estava calor, o ar condicionado ligado, eu só de cueca e Taty com um shortinho de malha bem curtinho mostrando a metade da bunda e um tomara que caia sedutor. Adoramos chocolate e estávamos muito próximos, nos tocando a toda hora e em certo momento roubei o pedaço de chocolate que estava em sua mão e rapidamente botei em minha boca. Rimos e Taty disse que estava com sede, levantou e foi até a geladeira pegar água rebolando com o short de malha todo enterrado na bunda sem ter o trabalho de arrumar, meu pau já estava doendo de tão duro. Ela voltou caminhando de uma maneira com que seus seios balançavam naquele tomara que caia e parou em minha frente com o copo na mão me oferecendo. Falei que estava com sede de outra coisa. Sem dizer nada sentou ao meu lado e disse: – Quero ver você roubar o chocolate da minha

boca. Botou um pedaço entre os dentes me convidando para tentar roubar. Peguei seu rosto com as duas mãos inclinado para o lado e me aproximei. Colei minha boca na sua e mordi um pedaço do chocolate que estava derretendo e nossas bocas ficaram meladas. Taty reclamou: – Meus lábios estão melados. – Deixa que eu limpo, disse eu. Com uma mão puxei-a pelo pescoço e lambi seus lábios e ela passou a lamber os meus e logo estávamos nos beijando com vontade, nos chupando e taty já passava a mão em meu caralho por cima da cueca. Num impeto ela sentou em meu colo e procurou encaixar bem sua xana em minha rola. Pude sentir seu short já molhado pelo seu mel. Enquanto nos beijávamos loucamente Taty fazia os movimentos de vai e vem rosando sua buceta contra meu

pau. Saiu do meu colo dizendo: – Faço qualquer coisa que você quiser depois, mas agora preciso muito sentir este caralho todo dentro de mim. tirou toda sua roupa jogando no chão, tirou minha cueca fazendo meu pinto saltar duro pra fora. Sentou de novo em meu colo e pincelou a cabeçorra no seu líquido e foi sentando vagarosamente até entrar tudo e a cada investida Taty gemia. Que sensação gostosa ver aquela delícia de menina ali sendo minha. Ela estava com muito tesão e logo gozou uma, duas três e tantas vezes que fiquei perplexo em vê-la gozar tanto em tão pouco tempo. Já tive muitas mulheres e confesso que nunca tinha visto alguém assim. A cada gozada seu corpo estremecia todo e ela se contorcia apertando os seios. Me oferecia trazendo-os até minha boca para que eu os chupasse e lambesse com vontade. O que fiz com maestria deixando-a cada vez mais tesuda. Taty saiu do meu colo deixando minha rola branquinha com seu leitinho e deitou ao lado toda molinha. Sedenta como é por sexo logo ficou de quatro

me oferecendo todo aquele rabo gostoso. Lambi e chupei gostoso sua buceta melada arrancando gemidos e mais um gozo fazendo com que ela se contorcesse toda. Não resisti e caí de lingua no seu cuzinho que lambi gostoso enquanto metia dois dedos em sua xana fazendo-a gozar de novo. Ainda de quatro me dizia: – Vem, mete este caralho todo na buceta da sua norinha putinha, mete! E assim fiz, pincelei pra ficar molhado e meti tudo de uma só vez arrancando gritos e gemidos abafados de Taty que estava com o rosto enterrado na almofada. Segurei pela cintura e socava forte, batia em sua bunda, segurava em seu cabelo e minha nora gozou mais três vezes. Estava sedenta sem um macho para lhe dar prazer. O “consolo” não era suficiente para tamanho tesão. Não aguentava mais segurar e gozei, gozei muito

enchendo sua buceta de leite que depois escorreu perna abaixo. Suados fomos grudados pro banheiro em meu quarto tomar um banho. Lá mesmo, não resisti vendo aquele corpo molhado. Virei-a de costas para mim e chupei gostoso sua buceta e seu cuzinho. Mais uma vez Taty gozava em minha boca. A coloquei de joelhos e segurando seu rosto direcionei minha piroca dura até sua boca e ordenei que chupasse bem gostoso o caralho do seu sogrinho. Taty obedeceu e chupou muito, se engasgava e babava tentando engolir o máximo que podia. Ainda segurando com as duas mãos seu rosto soquei até gozar e Taty tomou todo o meu leitinho com vontade. Daquele dia em diante passamos a ser amantes. Até o dia de meu filho voltar fizemos sexo quase todos os dias e em vários lugares. Talvez num próximo conto falo como arrombei seu cuzinho e também dos lugares onde transamos.
Abraços!

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