Antes de começar, leiam a primeira parte da nossa história.
A situação entre eu e meu marido foi ficando cada dia mais delicada, eu evitava o sexo e deixava claro para ele os motivos, deixava claro que não tinha prazer, que estava cansada daquela situação; preferia me tocar e fazia questão de deixar ele saber disso; quando eu ficava excitada pedia para ele me deixar sozinha no quarto para poder ter privacidade e me tocar.
Mas a verdade é que aquela humilhação que estava impondo a ele começou a despertar algo lá dentro de mim. Podem acreditar que não era apenas uma maldade, começou a se tornar um tipo de joguinho. A esta altura eu já não tinha nenhum pudor em chamá-lo de frouxo, broxa, pau pequeno, ou mesmo expulsá-lo do quarto…isto tornou-se algo bastante normal na nossa intimidade e me deixava realmente excitada.