Meu nome é “Clara”, tenho 35 anos, e por muito tempo eu guardei isso só pra mim, como um segredo que queimava por dentro. Eu me sentia culpada, sabe? Como se fosse algo que eu não deveria nem pensar, quanto mais admitir. Mas chega uma hora na vida que a gente cansa de fingir, de se encaixar no que os outros esperam.