Todo homem e toda mulher tem seu preço? Ao ler ou ouvir isso muitos batem no peito e dizem “Eu não me vendo por valor nenhum!”, outros, mais realistas pensam: “Depende do que é para fazer e do quanto irão pagar”. No meu caso, não hesito em dizer que aceitei ser comprado, por um bom valor e isso me trouxe benefícios e malefícios depois. Para entender bem essa história, preciso voltar à metade dos anos 90, quando eu então com 24 anos estava galgando alguns passos dentro de uma empresa milionária que administrava todos os negócios referentes aos frigoríficos e também às fazendas do senhor Antônio Vasquez.