Putaria com a Minha Dentista

Durante anos me consultava com Erica, uma mulher madura, baixinha, talvez com 1,55, loira, peitos pequenos, mas compensado pelas coxas grossas e uma bunda redondinha. Ela deveria ter uns 47 anos, ou mais.

Comecei a perceber que mudou meus horários para ser sempre o ultimo ou me marcava como único paciente aos sábados. Nunca imaginei que Erica possuía algum tipo de atração por mim, ainda mais por se casada e trabalhar junto com o marido.

Era sábado, por volta das 10 da manhã, não sabia, mas já estava na armadilha dela, tudo planejado com calma e paciência por ela.
– Bom dia! Que bom que você chegou! Hoje somos apenas nos 2 por aqui.
– Bom dia Dra. Ue…mas e o seu marido? Ele não atende hoje também?
– Ele viajou para um congresso e nossa secretaria eu dispensei, por não ter paciente agendado pra hoje…
– Mas…eu to aqui…
– Ela também não sabia dessa consulta…marquei você sem avisar.

Ali eu achei estranho, mas comecei a notar ela mas solta, com picos de coragem e medo. Não sabendo mais como dar na cara o que queria sem parecer uma puta.
Erica usava um vestido, tinha um decote comportado, mas marcava a bunda todas as vezes que se inclinava pra ver ou pegar algo, estava muito cheirosa, quando começou a fazer o tratamento, ela se encostava muito em mim, meus ombros sentiam os peitos, as vezes encostava os joelhos na minha mão, quando terminou o procedimento. Olhou pra mim e disse

– Pronto…com um sorriso desses, até eu fico encantada…
– Hahaha….ainda bem que sem marido viajou…se não ele ia ficar com ciúmes…
– Ciumes? Que nada bobo…ele não ta nem ai…
– Não é possível…olha pra você…mulher bonita…eu com certeza sentiria ciúmes.
Erica então começou a conversar sobre os próximos procedimentos, eu já estava imaginando ela em diversas posições na cadeira, quando ouvi
– Voce entendeu? Ou ficou imaginando coisas que não devia ai?

– Entendi tudo…e imaginando? O que você acha que eu estava imaginando?
Ela sorriu, se levantou arrumou o cabelo e puxou o vestido pra cima arrumando os peitos. Foi até a porta para encerrar o atendimento, já estava bem próximo dela, quando abriu a porta, parou por um instante e voltou a fecha-la, se encostou na parede e me olhou, dava pra ver o quando ela era baixinha naquele momento, eu me aproximei um pouco e disse

– Posso te contar o que eu imaginei?
– Pode sim…
– Ali, naquela cadeira….voce sentada em mim…
– Nossa! Direto! Me mostra?
Fui em direção a cadeira de dentista e sentei, chamei ela, que ficou ao meu lado, puxando o vestido pra cima, sentou em mim como se estivesse sentando em uma moto. Se apoiando no meu peito, olhando fixamente pra mim, meu pau enrijecendo a medida que ficávamos ali, quando eu disse
– E agora? Seu marido ficaria com ciúmes?
Ela arregalou os olhos e eu puxei o vestido dela pra baixo expondo os peitinho e sem pedir, fui direto nos mamilos, as mãos dela se entrelaçaram na minha cabeça, soltando um gemido bem leve, ela se esfregou e logo parou, me afastei e comecei a abrir minha calça, ela se levantou, ficando na minha frente puxou toda a minha calça para baixo, correu na bolsa, pegou uma camisinha e voltou abrindo, me entregou e enquanto eu colocava ela abaixava a calcinha e deixava cair no chão, logo em seguida, arrumou a cadeira, fazendo ela abaixar e inclinar mais, já estava pronto quando ela de novo, montou, com uma mão ela se seguranva em mim, a outra segurando meu pau, mirou e sentou, gemendo quando sentiu ele entrando todo dentro dela.
– E agora? Ele só sentiria ciúmes ou aceitaria ser um bom corninho?
Ela me deu um beijo. E começou a quicar me olhando, eu conseguia sentir a melzinho dela escorrendo na minha bola, a medida que ela intensificava a montada, mais ela gemia, eu revezava entre os mamilos duros e comecei a dizer
– Era isso que você sempre quis…gozar no meu pau?
Ela já estava suada, parou, se levantou, meu pau duro bateu na minha barriga, ela então começou a arrumar a cadeira, agora abaixando e esticando a cadeira, pediu para que eu levantasse e assim que eu levantei ela ficou de 4 pra mim. Na hora coloquei meu pau pra dentro, segurei os cabelos dela formando um rabo de cavalo e puxei ela pra mim.
– Então era assim que você sempre quis…
– Era….era sim…
– Me responde….ele sentiria ciúmes ou saberia ser um bom corninho?
– Ele saberia ser um bom corninho….mas…ele nunca poderia saber disso…
– Então…pede! Pede o que vc quer…
– Me fode vai…me come igual uma cachorrinha.
Eu ali metia muito, já estava ficando suado também, comecei a bater na bunda dela, o barulho de sexo era nítido, qualquer um na sala de espera poderia ouvir, ainda bem que estávamos sozinhos.
Estava querendo gozar, quando disse a ela.
– Quero gozar na sua boca! Deixar minha porra nessa boquinha…
Ela apenas gemia, continuei macetando até que não aguentei mais, me afastei, arranquei a camisinha e ela se ajeitando ajoelhada no chão, olhos fechados e a boca aberta com a língua pra fora só esperando, quando enchi a boca dela de porra.
– Engole! Nada de cuspir!
Ela olhou pra mim, sorriu e respondeu.
– Tem mais?
Puxei ela pelos cabelos, fazendo ela vir me chupar, meu pau voltou a endurecer, mas deixei ela me chupando um pouco mais, quando perguntei a ela se tinha outra camisinha, ela se levantou limpando a boca, foi até a mesa pegar a bolsa e virando pra mim, mostrando que segurava a bolsa e mais nada disse
– Não tenho…precisamos?
Ela sentou na mesa, abriu as pernas, na hora fiquei na duvida, meio apreensivo, mas eu segurava meu pau na mão, duro, latenjando, conhecia aquele mulher há anos, então dei o primeiro passo para a tentação. Assim que me aproximei, ela deitou na mesa abrindo ainda mais a perna, apenas esperando ser consumida. Me ajoelhei na frente dela e comecei a chupar aquele bucetinha rosada, eu chupava enquanto sentia ela ficando cada vez mais molhada. Me levantei, apenas esfregando meu pau naquela bucetinha, colocando e tirando apenas a cabeça do meu pau, perguntava
– O que você quer?
– Coloca ele no fundo…
– Mais..eu quero ouvir você implorar
– Aii caralho…me fode vai…enfia todo esse pau dentro de mim e me come…
– Eu vou ser sempre seu paciente…e você? Vai ser sempre minha puta?
– Vou…mas pra isso…voce precisa me fuder igual uma puta…
Lentamente, coloquei a cabeça e fui empurrando meu pau até ele entrar todo dentro dela, eu vi ela gemer e sorrir ao meu tempo.
– Ta adorando saber que vai chegar em casa e vai ter um corninho te esperando…
Ela me olhou com um olhar furiosa, mas logo mudou para aquele olhar que só puta tem quando olha pra você.
– Faz o que ele deixou de fazer…me come até minha bucetinha rasgar…
Eu comecei então com movimento fortes, a mesa fazia barulho, arrastando pra frente e pra trás, ela começou a gemer cada vez mais, meu pau deslizava ainda mais a medida que ela ficava mais molhada, enquanto eu metia ela arrancou o vestido, ficando completamente nuca em cima da mesa, meu pau já latejava para a próxima gozada, avisando ela, tirando e tocando uma leve punheta, gozei sob a barriga dela, vendo ela segurando os peitos, sorrindo como se estivesse no ápice da vida, passou as mãos distribuindo toda a minha porra entre a barriga e subindo ao seios.
Já estávamos nos vestindo, quando combinamos, no dia seguinte, o marido ainda estaria no congresso, anotou o endereço deles em um papel e me pediu para ir a noite, por volta das 21h. Não iria recusar comer ela de novo, mas agora na casa dela e possivelmente na cama do corno.
Naquela noite, na casa deles, Erica me espera com um shortinho de pijama curto, uma camisa solta, falando que ela precisaria de um tempo, pois o marido ficou de ligar e solicitar algumas informações para ele levar do congresso para o consultório.
Estava sentado no sofá da casa deles, meu pau enrigecido vendo ela sentada na mesa, conversando ao telefone com o corno, mexendo no computador e em alguns papeis. Cansado de esperar, resolvi provocar. Me levantando, tirei meus sapatos e em seguida minha roupa, meu pau duro já estava pronto para aquela dentista safada. Me aproximei, ela tentou se afastar, mas forcei um pouco até que ela chupou, enquanto me chupava o corno continuava no telefone falando, era possível ouvir falando igual uma matraca, todas as vezes que ela precisava falar ou se concentrar ela apenas segurava meu pau, tocava uma punheta parava, soltava e me afastava como se não quisesse nada aquele momento, puxei a cadeira onde ela sentava e me ajoelhando na frente dela, forçando ela abrir a perna cai de boca naquela bucetinha rosada e cheirosa.
Ela me ajudou a tirar o shortinho e se posicionando melhor na cadeira, deixou que eu lambesse ela ali mesmo. Sempre que ela queria gemer, alem de fechar as pernas ela afastava minha cabeça, apenas meus dedos ficavam la brincando, então voltava. A conversa no telefone estendia mais do que o necessário, até que ouvi ela dizendo.
– Então você chega amanhã…vem almoçar ou vai direto para o consultório?
– Entendi…vou deixar o café pronto então….boa noite…tambem te amo.
Assim que percebi ela desligando o telefone, ela se afastou e abriu mais as pernas, puxando minha cabeça contra aquela bucetinha rosada, rebolando, se esfregando e começando a soltar todos os gemidos que tinha reprimido. Até que finalmente pude sentir ela gozando. Ela se acalmou, eu me levantei, segurando ela pelos cabelos, trazendo ela pra perto, fazendo ela se ajoelhar, disse
– Vem aqui ser uma boa esposa…usa essa boquinha pra chupar meu pau…e chupa igual a puta que você se tornou…
Ela de inicio fez uma garganta profunda. E em seguida saiu deixando meu pau todo babado dizendo
– Caralho que pau gostoso…vai me fuder…não vai?
– Voce sabe que vou…mas só se implorar direito!
Ela me chupou, rapidamente, se levantou e me levou até o sofá, me empurrando, cai sentado, ela amarrou os cabelos, subindo no sofá, primeiro com uma perna, em seguida a outra, sentando e apenas se esfregando no meu pau, permitindo que eu chupasse os mamilos dos seios, ela levantou, com uma mão posicionando meu pau, se aproximando do meu ouvido dizendo
– Voce precisa me foder muito…me entregar usada pro meu corninho amanha e….
Nessa hora ela sentou, fazendo meu pau escorregar todo pra dentro, bem no fundo.
– Quero leite quente bem no fundo…
Aquilo me deixou louco, aquela voz no meu ouvido, aquela putaria expressa, não tinha como negar. Ela então se afastou e começou a rebolar, colocando os pés no sofá, começou a quicar, passei meu braços por de baixo das pernas dela ela segurou no meu pescoço e ficando em pé, ela começou a gangorrar, todas as vezes que ela volta, vinha com mais pressão, como se quisesse sentir a cabeça do meu pau batendo no fundo da bocetinha. Dava pra sentir ela melada, não parava de gemer, foi quando eu disse olhando pra ela.
– Me leva pro seu quarto…
Ela então me apontou a direção e ainda conectados, fui para o quarto dela. Chegando la, arremessei ela na cama, indo em direção e abrindo a perna dela, empurrando meu pau de novo pra dentro, segurando ela pelo pescoço, disse
– Vou servir esse leite quente pra vc na cama do corno…pra vc lembrar todos os dias quem é o seu dono….
– Meu dono?
– Bebeu leite ontem e quer leite no fundo dessa bucetinha…. a partir de hoje você é minha puta e minha cachorrinha…
– Ae? E se eu disser não?
Sai dentro dela, virei ela de 4, empurrei meu pau pra dentro de novo, puxei o cabelo fazendo ela empinar e dei um tapa certeiro na bunda dela, forte, firme.
– Quem é minha puta?
– Não sei…quem?
Outro tapa, agora mais forte, ela gemeu, a buceta fazendo barulho, eu sentindo meu pau pulsar de tanto tesão, perguntei de novo
– Quem é a puta cachorrinha?
Foi quando ela respondeu.
– Aiiin caralho…fode sua puta cachorrinha fode….eu sou sua…faz o que quiser comigo caralho…
Ali na cama deles, segurando os cabelos dela fazendo a cabeça inclinar pra trás, socando meu pau cada vez mais forte dentro dela, minhas mãos firmes no quadril dela, ouvindo ela gemer muito, vendo meu pau entrando e saindo, o melzinho dela esbranquiçado cada vez mais intenso, grudando entre minha cintura e a buceta dela não aguentando mais, empurrei a cabeça dela pra baixo, com as duas mãos agora no quadril dela, puxando o Maximo que dava e empurrando ainda mais fundo, anunciei
– Ahhhh sua puta….ta aqui seu leite…
Fiquei ali por alguns minutos, vendo ela sorrir, ouvindo ela dizer que nunca tinha transado daquele jeito, dizendo que sentiu meu leite bater no fundo dela. Quando eu tirei, pude ver meu leite e o mel dela escorrendo, pingando e sendo absorvido pelo edredom azul escuro que forrava a cama.
Passei a noite e a madrugada metendo nela, todas as vezes gozava dentro. Descobri que por problemas de saúde ela teve que remover o útero e que desde que fez a cirurgia, o marido não encostava nela, estavam juntos mais pela amizade e pelo patrimônio que construíram, do que por ser de fato um casal. Perguntei a ela se queria manter esse relacionamento assim, que poderíamos sempre fazer no consultório no fim do dia, no meu apartamento se ela quisesse ir, ou tendo oportunidades, poderiam frequentar motéis e também poderia voltar a comer ela pelo apartamento deles.
Até hoje, é quase religioso, uma consulta mensal é marcada. De duas a quatro vezes no mês ela vem aqui no meu apartamento, quando o tesão bate forte, vamos para um motel ou se conseguirmos metemos dentro do carro dela no banco de trás com intuito de ser so uma rapidinha. O mais incrível é que a maioria das rapidinhas ela sempre me pede que seja no inicio do dia, de acordo com ela, adora sentir meu leite escorrendo durante a manhã de dentro e encharcando a calcinha dela.

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