A estagiária de engenharia

Esse caso ocorreu quando trabalhava em uma construtora. Abrimos vagas para estagiários de engenharia civil e vieram alguns currículos, dentre eles, os mais interessantes eram de uma menina que vou chamar de Gi e a outra de Lili.

A Gi era uma moça de 23 anos, um pouco gordinha, mas não muito, de olhos e cabelos castanhos. Peitinhos pequenos pela camisa do curso dela que ela usava dava para ver e imaginar como era. A Lili, com seus 22 aninhos, branquinha de cabelos loiros para ruivo, de olhos azuis e com algumas sardas.

Resolvemos contratar as duas, ficando uma em cada setor.
Durante o período em que ficamos trabalhando juntos, as duas eram muito dedicadas. E assim fomos trabalhando.
A nossa auxiliar administrativo, Ana Paula, sempre armava uma pegadinha para tomar aquela cerveja no fim de expediente. Saímos todos e as meninas, claro, foram juntas. Foi muito divertido e ao final, ajustamos as caronas e ficou comigo a Lili para dar carona. Deixei a galera toda em casa e ao final ficamos eu e a Lili. Chegando na porta do meu hotel, convidei ela para subir e tomar uma cerveja comigo, bem na caruda mesmo, sem rodeios. Não é que ela topou.

Subimos e entramos no meu quarto, já era bem tarde, acredito que estava por volta de 00:30 horas. O quarto é apenas a cama, um criado, a mesinha que uso para trabalho e o frigobar. Banheiro e uma varanda de frente para a rua.

Abri duas Long Neck e fomos para a varanda e sentamos em uma cadeira tipo namoradeira. Entre cervejas e papos aleatórios, ela me deu entrada e ai fui bem de leve para ver se não era pegadinha, mas não era. Do nada ela fala que quando me conheceu no escritório, jamais pensou que eu seria tão legal e dai foi me elogiando. De repente ela pergunta se sou casado, em que respondo que isso é tão importante para ela e ela deu um sorrisinho e disse que não queria problemas, dai já fui logo emendando que só teria problema se ela comentasse com alguém que esteve sozinha comigo no hotel e mesmo se alguém estivesse nos visto. Assim já comecei investi na Lili. Ali já estava bem certo que a coisa iria fluir.

Peguei no rosto dela e ela se virou para o meu lado e com aqueles olhos azuis que se fecharam aguardando um beijo, não perdi tempo. Lasquei aquele beijão de língua nela e dai a coisa pegou fogo. Lili colocou a mão no meu colo em cima de meu pau que já dava volume na calça e ela deu uma leve apertada para sentir.
Nossa, está duro heim.
Gostou?
Sim, parece grande, será que vou aguentar?
Claro Lili, coloco bem devagar, você vai adorar.
Outro dia, hoje só queria conhecer você mais um pouco.

Voltamos a nos beijas e eu massageei os peitinhos dela intensamente, dando leve apertada e ela gemeu de tesão. Assim intensifiquei a investida sem nem mesmo comentar o que ela disse quanto não querer naquele dia. Levei a mão na buceta dela por cima do jeans que ela usava e dei umas apertadas e ela reclamou que a costura da calça incomoda.
Sendo assim é só tirar que fica melhor então.
Assim ela o fez, retirou a calça e ficou com uma calcinha de malha, aquelas do dia a dia normal. Passei a mão naquele capôzinho e massageei bem de leve.
Como você esta assim, vou tirar a minha calça e ficamos igual. Só que espertamente tirei a calça com a cueca e tudo, ficando pela e com o pau bem duro.
Ela pegou meu pau e iniciou uma punheta de leve ali naquela varanda e eu alisei sua bucetinha puxando aquela calcinha de lado e levando o dedo na entradinha daquela bucetinha macia. Mesmo estando bebendo cerveja após o trabalho e ainda estávamos bem lúcidos, eu senti o cheirinho de xixi no ar, com certeza era meu pau e sua bucetinha que exalavam, afinal no bar tomando cerveja, não era para menos que isso.

Ela também percebeu e eu propus um banho e ela aceitou. Entramos no banheiro de luz apagada e abri o chuveiro. Lili deu uma amarrada nos seus logos cabelos loiros e eu entrei no banho e ela entrou no box e se juntou a mim. Dei um beijo gostoso nela e iniciamos uma banho. Durante o banho, peguei o sabão e fiz espuma nas mãos e levei até a sua bucetinha e iniciei aquela lavada carinhosa e ela fechou os olhos e jogou a cabeça levemente para trás e ai já fui de leve em seu pescoço e iniciei aquela leve chupadinha e dando linguadas enquanto massageava aquela bucetinha de pelos aparados. Senti seu corpo estremecer e ela deu uma gozada em minha mão. Fechei a água e saímos do chuveiro. Deitei ela na cama após enxugarmos e já abri aquela perninha e cai de boca naquela bucetinha de pelinhos aparados, a safadinha gemia bem baixinho e ela colocou o pé em meu ombro, abrindo a outra perna para facilitar a minha investida. Nessa posição Lili gozou novamente. Dei uma parada e fui ao frigobar pegar mais duas cervejas. Abri a minha e tomei um gole olhando para aquela ninfetinha ali arreada na cama. A Safadinha virou de cabeça para meu lado, deixando o pescoço levemente caído para trás e me chamou para junto dela e desse jeito, pegou meu pau e iniciou um boquete invertido. Fiquei ali de pé de frente para ela e com a garrafa na mão bebendo e admirando seu corpo enquanto ela sugava a cabeça de meu pau. Que boquinha quentinha.
Iniciei umas leves bombadas em sua boquinha e aos poucos fui metendo mais fundo. Estava muito bom, mas em dado momento, empurrei um pouco mais e ela deu ânsia de vomito e para surpresa de zero pessoas, ela vomitou mesmo. Paramos o rolê por ali e fomos limpar o quarto, pegamos papel higiênico e ela foi limpando e jogando no vaso sanitário.
Ela lavou a boca e voltamos nus para a varanda, a rua estava vazia, cidade pequena tem desses privilégios. Voltamos a beber a cerveja e ela me pediu desculpas por vomitar no quarto e apenas disse que acontece.
Depois de alguns goles, ela disse que voltou atrás e que seria naquele dia mesmo, lembrando que ela não queria dar de primeira.
Lili levantou e subiu na namoradeira e se encaixou no meu pau e desceu bem devagar. A danadinha estava tão lubrificada que não fez nem careta e desceu liso e a sua bundinha já encostou na minha coxa, estava tudo bem no fundo. Ela iniciou um movimento que ela ia para frente e para trás com o pau atolado no fundo e rapidinho esfregando o grelinho ela gozou novamente. Lili ficou sentada no meu coloco meu pau atoladinho e molhado por demais e eu mamando naqueles peitinhos pequenininhos e beijando a sua boca. Ela respirava forte e eu só no carinho com a boca no peitinho e ela demostrando muito tesão. De repente ela deu ,mais uma esfregada para frente e para trás e gozou de novo. Levantei ela e coloquei escorada na para peito de vidro fumê e enfiei meu pau na bucetinha dela por trás e iniciei a bombar assim, só que eu não estava sentindo nada, só ouvíamos o som do shock shock daquela bucetinha encharcada.
Hunter, não estou sentindo nada e você.
Também não, parece que nem está esbarrando nas laterais.
Ela pegou eu pau, passou a calcinha dela que estava próximo e pediu para meter de novo.
Enfiei bem devagar. Já tinha um atrito melhor. De novo ela gozou e molhou tudo novamente.
Você tem camisinha?
Tenho, mas só uma.
Peguei a camisinha e ela me levou para a cama e me pediu para deitar. Ela colocou a camisinha em meu pau, encostou na entrada do seu cuzinho e foi sentando bem devagar e de vez enquanto levantava um pouco e descia e de novo, até colocar tudo. Lili iniciou uma cavalgada firme que com pouco tempo eu gozei naquele cuzinho gostoso e com meu pau ainda em meia engorda ela continuava a cavalgada. Com tanto insistência dela, meu pau deu sinal de vida e ela continuou até que ela gozou e me fez gozar mais uma vez.
Quando Lili levantou de cima de mim, escorria porra do cuzinho dela e a camisinha só restou aquele anel de borracha em volta de meu cacete. Ela entrou para o banheiro e sentou no vaso para tentar expulsar o resto de camisinha do cuzinho dela.
Já passava de 2:00 horas da matina e eu fui obrigado a levar Lili para casa, se ela sair do meu quarto do hotel, certamente os outros engenheiros que trabalhavam comigo sacariam o que ocorreu. mas com certeza a nossa auxiliar administrativo desconfiava de algo, mas não poderia dar a certeza.
Na manhã, chegando no escritório, chamei as duas estagiárias para conversar e disse que estaria apertando um pouco as responsabilidades delas a partir daquele dia e já dizendo que seria bom para a formação delas. Disse que estava com sede e a Gi se ofereceu para buscar uma água para mim e logo aceitei. Assim que saiu, perguntei a Lili se tinha dormido bem, ela disse que um pouco, porque o cú ardeu um pouco por ela não está acostumada.
Vai se acostumando que eu quero de novo, prepare-se.
Que dia chefinho.
Não me chame assim e aqui dentro me trata como engenheiro Hunter, não quero que as pessoas percebam, tá ouvindo?
Sim, desculpa.
Sem problemas e já te digo, quero comer a Gi também, não temos compromisso e nem ciumes entre nós, Ok?
Sim, claro, eu fui porque quis e gostei demais, quero de novo mesmo e o dia que quiser me avisa que vamos.
Claro que quero, você é muito dona de si e sabe o que quer, mas já sabe da minha condição, casado e sou o chefe da galera aqui e não quero perder a moral, tá bom Lili.
Claro, quer que eu te ajude com a Gi, acho que ela também toparia, ela já me falou que te acha charmoso e um tesão. Uma mulher sabe quando a outra está louquinha para dar e ela já me sacou, só que não dei bandeira.
Nisso chega a Gi com o copo de água e uma xicara de café.
Demorei porque a Dona Iraci estava terminando o café e como estava quase pronto esperei e trouxe uma xicara para você.
Muito obrigado, fico feliz com sua atitude, em uma simples atitude sua demostra sua atenção a detalhes. Tá vendo ai Lili, isso que é uma estagiária completa.
A Lili deu uma risada leve e controlada e disse:
Dedicação é tudo, não é mesmo Gi.
E como, disse a GI.
Meninas, quero que você Lili, faça um levantamento com memória de aço e concreto e você Gi, levanta as falhas e me apresenta um gráfico das mais comuns.
Lili saiu e a Gi ficou e disse:
Quero aprender muito com você, sabe como designar equipe.
Vai aprender sim Gi. Bora para o trabalho. Sai e fecha a porta.
Assim que ela saiu, fiquei ali na minha sala imaginando como seria comer as duas ao mesmo tempo. Fiquei até de pau duro aqui na minha sala.

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