Depois da separação

Eu me chamo Suzana, curitibana, moradora da capital paulista há muitos anos.

Descendente de italianos, branca, cabelos longos e loiros, olhos castanhos clarinhos, narizinho bonito, lábios rosados e carnudos, seios fartos, pernas e coxas que chamam atenção dos homens, tudo isso em 1,72 cm e 62kg bem distribuídos.

Não tenho nenhuma vergonha de dizer: “Sou a Milf perfeita e dos sonhos. ”

Venho “batendo” na mesma “tecla”: Meu casamento foi o maior trauma na minha vida, tirando as minhas filhas, obviamente.

Minha separação teve que ser no litigioso, com muita raiva, meu ex-marido foi obrigado assinar a separação. Para mim, foi um dos dias mais feliz na minha vida.

Na época, mesmo recém-separada demorou meses para me acostumar, tamanho trauma psicológico. Quando casada, depois que o ex-marido passou a frequentar Igrejas Evangélicas, tudo para ele era proibido, na antiga casa, não podia assistir televisão ou rádio, vivíamos sem nada, as roupas então, só cumpridas e nunca com decotes, foi um verdadeiro inferno viver ao lado do homem que fui apaixonada um dia.

Depois da separação e meses após, conheci outros homens, nada aconteceu, porque não me sentia ainda segura. Isso só aconteceu 8 meses depois, namorei 5 meses o Flávio, ele respeitou meu momento, meus traumas e teve muita paciência comigo até que eu conseguisse ter relações sexuais.

Porém, não era isso que eu desejava na minha vida, me prender outra vez a um homem e ser controlada, o processo de separação foi tão desgastante.

No início de 2018 uma semana do Réveillon, viajei sozinha para a Cidade de Itacaré, BA.

Tenho essa viagem como o ponto de partida para a grande mudança que ela me causou, conheci 3 turistas portugueses em Itacaré e transei com todos eles, não só uma vez, transa que se repetiu no dia seguinte, gostei tanto da experiência e tive a decisão que queria aquilo para a minha vida.

Quando voltei de Itacaré, conversei com Flávio e terminei o namoro de 5 meses.

A partir desse dia em diante, não fui a mesma Suzana de antigamente, os tais portugueses despertaram algo em mim que é difícil explicar para vocês.

Me “transformei” em duas pessoas, a Suzana mãe e dona de casa, e a Suzana, solteira e desimpedida. Não me arrependo de nada que fiz e realizei, repetiria quantas vezes fosse possível.

Durante anos colecionei experiências, dificilmente aconteceria se estivesse casada, namorando ou comprometida com alguém.

Isso não é tudo, pratiquei sexo com muitos homens e algumas mulheres, participei de orgias, orgias em bailes de carnavais, diversos fetiches e fantasias sexuais.

Durante esses anos me redescobrindo como mulher, criei algo particular, meu pódio, as melhores transas e parceiros sexuais depois da separação.

Já que meu namorado não vem hoje me visitar, vou escrever a transa número (1) da minha vida, e não faz tanto tempo, recém mencionei a transa para vocês.

Carnaval de 2019!

Vou escrever porque o carnaval de 2019 foi tão especial e marcou minha vida e as lembranças ainda estão vivas na memória, vai ser difícil esquecer.

Na noite do baile, me fantasiei de pequena máscara rosa com lantejoulas e pó de brilho, roupa sensual, vestia vestido preto leve de seda, calcinha fio-dental, amiguinhos não vou enganar, meu único propósito foi “dar”.

A roupa que fui me deixou tão gostosa, estava mais parecida com uma prostituta das mais cachorras que suas mentes podem imaginar.

Assim que cheguei de taxi na porta do Inner Club, estava cheio, homens fantasiados de tudo que era personagens, as mulheres então nem se fala, fantasiadas e quase nuas, me incluo nos adereços.

Ao descer do taxi, tive a percepção que iria me dividir bastante!

Como estava sozinha tive que pagar 65 reais, pior foi para os homens sozinhos que pagaram em torno de 400 reais.

Quando entrei no Inner Club, o salão já estava cheio, os cantos da casa já tinham pessoas transando, mulheres chupando seus parceiros e outros homens, fora as cabines do glory hole, infestados de homens querendo ser chupados com seus paus dentro do buraco.

Meu propósito foi me divertir e esquecer os problemas da vida por algumas horas, primeiro comecei me servir de bebidas alcoólicas, enquanto tomava o drink vários homens passaram as mãos em mim, cada vez que acontecia mais aguçava meu lado “puta”, “vadia” e “ordinária”.

Quando terminei de beber, andei em direção as cabines tomando tapinhas na bunda e os mais safadinhos apertando meus seios.

Chegando, entrei em uma delas, instantaneamente foram aparecendo pelos buracos da cabine, pênis de todas as cores, formatos e tamanhos, ao som de funk e samba e marchinhas de carnaval.

Peguei no pau de todos que estavam no buraco, acabei escolhendo o maior é claro, comecei apenas masturbando, e logo o “dono do pau” pediu para: “Chupar”.

Não sabendo de quem era aquele pau, chupei, lambi e mordi até o cara gozar, depois fiz com outros paus, ao todo fiz 3 homens gozar, sem engolir uma gota de esperma, deixei os caras passarem as mãos nos seios, na bunda, tomei dedadas na “Cléo” e no cu.

Quando saí da cabine, caminhei até o banheiro, lavei a boca e urinei, depois retoquei o batom que se perdeu nos pênis que chupei.

Tinha gente transando até no banheiro feminino, posso até imaginar como estava o masculino.

Saindo do banheiro, caminhei para até o bar, o Inner estava lotadaço. No bar sentei em uma cadeira giratória e pedi mais bebida alcoólica.

A cada gole, mais bêbada ficava e quando estou embriagada, aí eu faço merda.

Simplesmente tirei minha calcinha fio dental no baile de carnaval do Inner, instantaneamente cinco rapazes aproximaram-se e todos mascarados, alguns já com os pênis para fora, outros ainda se estimulando.

Rodeada de vários homens, meramente bêbada e a “Cléo” louca para ser destruída por rolas, minhas mãozinhas começou a pedir “paus”, movia os dedinhos pedindo, sentada na cadeira giratória logo masturbei dois de cara e beijando os outros.

Mãos tocando meus seios, pernas e bunda. Quando dei por mim, já estava ajoelhada cercada por vários homens, masturbando e chupando tantos pênis.

Ajoelhada e seminua, só conseguia enxergar vultos de pênis perto de mim encostando no rosto, seios e ombros, fora as mãos que sentia em todos os cantos do meu corpo.

-“Quem entra na chuva, é para se molhar”

Como havia chupado bastante pênis na cabine, parei a putaria, alguns saíram do “bolo” pensando que não queria mais nada, sorte dos que ficaram e assistiram de camarote o que eu fiz.

Sentei na cadeira giratória e liberei tudo, tudo mesmo, só pedi que usassem camisinha. Elevei o vestidinho, porque a parte cima já tinham baixado.

Para ser mais correta e verdadeira: Nem sei quem foi o primeiro a me “comer”.

O primeiro que me “comeu”, dispensou a “Cléo”, começou pelo cu, ainda me recordo do impacto da penetração.

Seminua, embriagada e uma fila de homens querendo me foder, mesmo naquele estado, coordenei tempo e qual dos buracos cada um podia meter, xingava os caras direto, dava gargalhas, gemia, gritava fazia tudo que queria, não sei o certo com quantos homens transei naquele baile de carnaval no Inner.

Quando cansei e pedi para o “Stop”, retornei ao banheiro, a “Cléo” e meu cu estavam abertos arrombados e ardiam demais, ardeu até na hora de urinar.

Quando retornei ao salão de gala, fiquei um tempo para recuperar o fôlego, só olhando os casais transando e os sozinhos caçando mulheres.

A farra dos participantes não parava, 2 horas depois, para concluir a saideira mesmo com baita dor nos órgãos sexuais, retornei à putaria.

Na sala dos fetiches, encontrei um Gogo boy gato, alto e fortão, ele era contratado da Inner para animar a festa.

Não só me “joguei” como me ofereci a ele, o pênis daquele homem era fora do normal.

Vendo meu interesse por ele, o cara me deu atenção, naquela altura do campeonato já tinha perdido a calcinha, só elevei o vestidinho e mandei ele me comer onde fosse mais gostoso.

O Gogo boy me agarrou e me virou de costa, adivinhem por onde ele começou?

Fechei até os olhos quando o “cogumelo” do Gogo boy adentrou no cu, “vi estrelinhas”. Ao vivo para quem quisesse ver, enxergar e assistir.

O pau daquele gogo boy entrava tão fundo, não conseguia fechar a boca, ele só ficava olhando para minha cara e estimulando o clitóris, várias vezes quase cheguei a desmaiar de prazer, tão gostoso estava.

Alguns mascarados vendo tudo e querendo participar, dispensei todos, só queria dar para o bonitão do Gogo boy.

Então pedi para o tal Gogo boy que se chamava Thiago, que me levasse para um lugar mais privado sem que ninguém atrapalhasse.

Conhecedor da casa, o tal do Thiago me levou para uma das cabines e fechou a portinha.

Chupei tanto seu pauzão, chupadas de estalar a boca. Ele gostou dos meus atributos, seios grandes, em 2019 estava contente com meu corpo.

O Gogo boy, Thiago era carioca, me recordo do sotaque puxado.

“Passaria a noite toda com aquele cara se tivesse o conhecido ele no começo do baile, meu namorado que nunca leia isso. ”

O Gogo boy foi o melhor homem com quem já transei até hoje, imagino a felicidade das mulheres que tiveram e chance de transar com aquele cara. ”

Quando aquele rapaz enfiou na “Cléo”, afundando o “corpo” do pênis, eu quase desmaiei, ele me “comia” muito gostoso, gozei em poucos minutos.

Só que o negócio do cara era arrombar cus, “comeu” só para experimentar.

Na cabine do Glory-hole tinha uma cadeira, fiquei apoiada nas “costas” da cadeira com um dos cotovelos e de lado para o Gogo boy, o cara elevou uma das minhas pernas e socou seu “cogumelo” no meu cu, experiência nova, nunca tinha feito daquele jeito tão gostoso.

Ele metia e metia sem parar, gritaria em outras cabines, banda de carnaval tocando sem parar, a bagunça foi geral. E a pessoa aqui sendo “comida” pelo Gogo boy.

Quando o dançarino de boates terminou de foder meu cu, tinha tanta porra dentro da camisinha, o suor pingava mais dele do que em mim.

Aquela foda foi sensacional, estava acabada fisicamente e fodida sexualmente.

Além de Gogo boy, aquele homem era garoto de programa. A Suzaninha aqui pegou o contatinho do boy magia, mas esta história fica para outro dia.

Conclusão!

O carnaval no Inner Club foi o melhor e mais marcante da minha vida, juro, não faço ideia com quantos homens transei naquela noite. Depois da transa com o Gogo boy, saí do Inner e segui de taxi para casa, por isso o carnaval 2019 está no topo do meu pódio.

Oi, vou deixar meu e-mail caso queira se comunicar comigo: [email protected]

1 comentário em “Depois da separação”

  1. Eu sou louco para pegar uma casada, uma loirinha se tiver olhos claro melhor ainda deve ser uma delicia, ou pegar uma novinha ou pegar uma mãe solteira que esteja carente chama no zap 11954485050

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