Aos quarenta

O dia de meu aniversário de quarenta anos foi transformador. Construí uma vida que sob os valores sociais tradicionais era perfeita, marido rico, inteligente, bom de cama, bom pai, duas filhas com comportamentos exemplares. Estudei durante a vida toda, escrevi dois livros com grande venda, em fim tudo certo demais.

Na noite dos quarenta anos, após jantar com minhas filhas e marido em um restaurante maravilho, as deixamos em casa. Meu marido então com quarenta e oito anos levou-me a um motel fantástico e na rua interna do motel nosso carro cruzou com outro que estava saindo, no banco do passageiro uma jovem tentou esconder o rosto que imediatamente me transportou aos meus dezoito anos, quando meu marido me levou a um motel. E passei a lembrar daquela noite. Eu virgem de tudo, embarcada no carro do então namorado, ansiosa e com medo do que aconteceria em breve, cruzei a portaria do motel, vendo tudo com um significado especial, por em minutos eu seria outra pessoa.

Fui levada nos braços da porta da suíte até a cama, pela primeira vez fui desnudada recebendo os carinhos de um homem, de um homem lindo, inteligente e carinhoso que me beijou fazendo todos meus hormônios entrarem em ebulição, ele percebendo minha tremedeira me acariciou os seios, alisou meu abdômen e percebendo que minha ansiedade só aumentava, grudou sua boca em minha vagina virgem e levou-me a meu primeiro gozo que estava represado a meses. Após aquele prazer incrível, meu macho deitou sobre mim e com seu membro que vim a saber mais tarde é um modelo GG e com muito carinho rompeu meu hímen mudando meu status de menina moça para

mulher que privilegiada sentiu prazer já na primeira penetração, tornando-me imediatamente fã de sexo, aquilo era melhor do que todos diziam, era o combustível da vida. Porém algo maravilho estava por trás daquilo, meu namorado, Homem tão digno que no almoço do primeiro domingo após a constatação de que era o único a ter me penetrado, pediu a meu pai minha mão em noivado. Por vinte e dois anos usei e abusei de meu aparelho reprodutor com prazeres profundo. Mas naquela noite dos quarenta anos, subindo a pequena escada do motel, percebi que não tinha vivido plenamente, não tinha aproveitado as muitas oportunidades de viver loucuras, tudo pensado em dois ou três minutos após ver aquela jovem se escondendo no carro e ao chegarmos na porta da suíte, as lágrimas rolavam

pelo meu rosto, meu marido confuso me pergunta o que tinha acontecido e eu lhe respondi: Somos muito certinhos, preciso viver! Meu marido maravilhado me beijou ardentemente e conversamos no alto da escada sem abrir a porta da suíte por mais de quinze minutos, quando expus o que eu acabara de descobriu, ele o homem mais inteligente que conheço desistiu de me levar no colo como sempre fazia quando entravamos nas suítes dos motéis, abriu a porta e praticamente me arrastou pela mão até a cama e transformando-se em um desconhecido. Olhando sério para mim, fala com voz severa: Tira logo essa roupa que vou arrombar seu cu, sua puta!

Nossa eu não estava conseguindo saber se ele estava revoltado comigo e tinha resolvido me castigar ou se tinha me entendido e resolvido me dar uma vida intima diferente, a verdade é que eu estava com medo e obedeci, engatinhando na cama completamente nua, comtodos os músculos trabalhados por anos de academia estavam contraídos, meu marido por toda vida tinha respeitado meu medo de anal, especialmente devido a seu membro

avantajado e sem o menor pudor exibiu-me aquele membro duro como se tivesse vinte anos, puxou minha cabeça até sua virilha e começou a foder minha boca, sem se importar com o fato de estar me fazendo engasgar e provocando ânsia sempre a cabeça de seu pênis forçava minha epiglote, passei a chorar sem coragem de gritar pedindo ajuda, fui colocada de quatro e pela primeira vez na vida senti uma língua em meu ânus, e um prazer diferente tomou conta do meu corpo, quando estava curtindo aquela sensação maravilhosa, meu marido que de homem carinhoso e gentil, tinha se transformado em meu carrasco, desferiu um tapa violento na minha nádega que doeu na alma e gritou: Estava rebolando sua puta, agora você vai ver como é tomar no cu.

Meu macho mantendo-me de joelhos na cama, forçou minha cabeça contra o colchão e fazendo pressão com uma mão na minha cintura e outra segurando seu gigante, colocou seu membro na entrada do meu orifício intocado e ao mesmo tempo que empurrou seu quadril para frente, puxou o meu contra si, a dor foi daquela penetração violenta foi extrema e devo ter perdido a consciência por alguns segundos, pois no instante seguinte suas duas mãos fortes

estavam segurando meu quadril e forçando a entrada daquela coisa grossa que tanto prazer por anos tinha dado a minha vagina desde o defloramento, ali forçando a entrada onde não cabia, era uma tortura extrema e eu passei a chorar compulsivamente quando percebi que ele estava fazendo movimento de vai e vem no meu cu arrombado e seu caralho continuava fazendo estrago lá no fundo. Aquela dor lancinante passou progressivamente a me dar um estranho prazer e tive minha primeira verdadeira convulsão orgástica sem tocar na minha vagina. Aquele foi o

divisor de agua entre a mulher certinha que adorava fazer amor com a vagina e a puta que tinha gozado forte ao ter o cu arrombado.
Enquanto eu me recuperava daquela sensação estrema, meu marido mesmo sabendo que eu só bebia bebidas leves e não fumava, pegou o interfone e pediu duas dozes duplas de conhaque e um maço de cigarros, quando o pedido chegou, eu já tinha tomado banho e estava sentada na cama sem entender o que tinha acontecido, meu marido assumiu seu lado profissional e como psiquiatra passou a esclarecer:

– Você a partir de certo instante, provavelmente quando ficamos noivos, passou a reprimir a mulher aventureira que reside em você, a última vez que se arriscou, foi com dezoito anos, quando foi a um motel acompanhada de um homem, ainda virgem sem tomar qualquer cuidado anticonceptivo, sabendo que podia engravidar e conhecendo sua família, correndo um sério risco de ser jogada grávida na rua, vendo que isso não aconteceu, passou a cuidar com um regramento extremo de nossas vidas, mas a mulher que quer viver emoções forte está aí dentro. A pouco, fiz você perder o chão e lhe dei algo que você sempre quis, mas nunca admitiu e senti imenso prazer em faze-lo, quero

continuar realizando suas fantasias, mas será mais fácil para nós se você mesmo as reconhecer. Uma dica, a maioria das coisas que você reprimiu todos esses anos, está ligada a sexo. Quero fazer parte de tudo, vamos viver!
Aquelas palavras foram provavelmente as mais importante dos meus quarenta anos de vida e chorei aliviada e senti-me mais leve e querendo retribuir o apoio e ainda impressionada com aquele gozo anal. Beijei apaixonada meu marido admitindo que tudo que ele tinha dito era verdade, me arrastei até a beirada da cama, levantei as pernas

fazendo com elas um “V” no ar e usei palavras que jamais tinha usado: Fodo meu cu com força meu pirocudo! Meu marido vendo que eu tinha entendido tudo que ele tinha me dito, apontou meu remédio ao lugar certo e foi empurrando devagar, sentindo ainda muita dor, levei minha mão ao meio das minhas pernas desavergonhadamente e pela primeira vez bati uma sisirica olhando nos olhos do meu marido enquanto tomava no cu e quando estava para gozar novamente passei a gritar: Isso caralho, fode meu cu com força, me arromba toda caralho, hamm, vou gozar tesão ! E tive outro orgasmo forte, me permitindo rebolar na rola como uma puta que sempre escondi de mim mesma ser.

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