Essa história aconteceu faz bastante tempo, eu tinha acabado de entrar na universidade, mas era verão e período de férias!
Como meus pais tem uma casa na praia bem confortável e com muito espaço para receber convidados, minha mãe decidiu fazer uma confraternização com suas amigas do trabalho e familiares lá, bem próximo ao final do ano.
Nesta época eu ainda tentava ser atleta, e apesar de surfar razoavelmente bem, até acima da média, a falta de incentivo, tanto familiar quanto de patrocínios, já me colocavam na realidade que seria melhor me dedicar aos estudos! Mas como adorava o esporte que praticava, eu estava aproveitando as férias para surfar o máximo possível!
Assim, quando voltei do mar no dia da festa, já encontrei a confraternização bem animada, com todos bebendo e petiscando. Ao chegar em casa, naturalmente cumprimentei as pessoas, com ênfase nas mais conhecidas. Entre estas estava uma colega de trabalho de minha mãe, que apesar de casada, estava sozinha na festa.
Pedi licença a todos para ir tomar uma ducha e me afastei um pouco da área da festa. Mas dá ducha externa da casa, enquanto tomava banho, percebi os olhares dessa amiga de minha mãe.
Apesar de novo, não era bobo, e retribui o olhar, massageando meu pau na ducha! Ela fixou o olhar e fingiu estar assustada!
Troquei de roupa e me servi de alguns mariscos que estavam servidos. Nesse momento ela se aproximou e me ofereceu uma dose de cachaça, dizendo que era pra tirar o veneno daquele fruto do mar.
Reparei na sua marquinha de biquíni, já que a roupa de banho que ela usava no dia era menor que aquela que tinha feito a marca. Aceitei a bebida e perguntei se ela podia buscar uma cerveja para mim. Quando ela voltou com uma latinha, antes de me entregar deu um gole e falou que eu ia gostar, porque estava bem gelada.
Comentei que ela devia ir na praia comigo depois pra ajustar a marquinha do biquíni.
Ela riu e falou que minha mãe já tinha falado que eu era o único filho que tinha saído safado igual meu pai.
A festa estava animada e eu percebia em vários momentos seus olhares, além das brincadeiras que rolavam quando estávamos próximos.
Depois do almoço propriamente dito, algumas pessoas procuraram espaços para descansar, deixando o ambiente mais vazio.
Aproveitei quando vi ela sentada numa rede e perguntei se podia descansar junto. Ela abriu espaço e sentados um ao lado do outro começamos a conversar.
Discretamente coloquei minha mão em sua perna enquanto perguntava porque seu marido não estava na festa. Ela não reagiu à minha mão, e disse que ele estava em outra confraternização.
Perguntei se ela achava que ser safado era um defeito ou se era uma manifestação de personalidade. Ela riu alto e falou que eu era bom de papo.
Falei que ela devia conhecer minhas outras qualidades então, apertei firmemente sua coxa, levantei e fui até a geladeira buscar suas cervejas.
Quando voltei percebi que estavam todos meio distraídos e ofereci uma das cervejas para ela, enquanto me dirigia para um local mais afastado na casa.
Sai da vista de todos e achei que teria que beber as duas cervejas sozinhos, já que ela não veio atrás de mim. Mas logo após os primeiros goles ela me puxou pelo ombro e disse que eu era maluco. Perguntei por que, e ela rindo disse que talvez a doida fosse ela.
Como estávamos na casa dos meus pais, eu conhecia todos os esconderijos. Peguei ela pela mão e por uma brecha atrás da casa, entrei com ela na lavanderia, onde também havia um fogão a lenha, que não estava sendo usado aquele dia, mas que estava aberta pelo outro lado, com vista para onde estavam os convidados.
Pedi para ela esperar e discretamente fechei a porta principal, ficando assim eu e ela num esconderijo quase perfeito.
Voltei para perto dela e quando tentei um beijo ela se afastou, dizendo que não era certo.
Menti, falando que desde o primeiro dia que a conheci ela me deixava excitado. Quando ela perguntou porque eu disse que ela tinha olhar de safada. Acho que acertei em cheio, porque ela disse que eu não era o primeiro a falar isso.
Aproveitei a oportunidade, abracei ela e dei nosso primeiro beijo, agora sem resistência.
Pedi para ela mostrar a marquinha do biquíni inteira, já que estava louco para ver. Ela, para me provocar, disse que só ia mostrar a marca no bumbum.
Mas assim que ela abaixou a bermuda de Lycra que estava usando, minhas mãos atacaram e baixei junto a bermuda e o biquíni. Ela riu alto, me chamou de cafajeste mas em seguida tirou a parte de cima do biquíni também.
Aproveitei e comecei a chupar seus seios, inacreditavelmente duros e empinados, esquecendo totalmente de apreciar a marquinha do sol.
A calcinha do biquíni, junto com sua bermuda estavam em seus tornozelos, o que me fez vira-la de costas para mim e com minha bermuda apenas meio aberta, introduzir meu pau em sua bucetinha por trás.
Achei que estava dominando a situação, quando ela me fez parar, virou de frente pra mim e falou que queria ver se eu conseguia fuder assim.
Nós dois de pé um na frente do outro, ela segurando meu pau na entrada da sua vagina, e por mais que eu tentasse, o máximo que consegui foi esfregar meu pau na entrada. Ela riu e disse que ia me ensinar como fazer.
Nisso, num malabarismo impressionante, ela encaixou tudo num único movimento, tomando conta da situação, me deixando de coadjuvante naquela transa.
Inexperiente que eu era, não demorei dois minutos para ejacular fortemente dentro dela, o que arrancou outra gargalhada dela.
Ao mesmo tempo que eu via meu gozo escorrendo em suas pernas, ela agachou e chupou tudo que havia sobrado.
Louco com a situação meu pau quase que imediatamente estava pronto pra outra, mas ela disse que não, que ficaria para uma outra oportunidade.
Decidimos sair pelo mesmo local que chegamos, o que foi meu erro, já que na primeira virada demos de cara com minha mãe.
Minha mãe nem falou com a amiga, deixando ela passar para em seguida me segurar e dar uma das maiores broncas que já levei na vida.
A bronca foi forte, mas valeu muito a pena. E como minha mãe disse que não queria ver mais a minha cara na festa, peguei minha prancha e fui surfar, só retornando pra casa ao anoitecer, quando a festa já tinha acabado.
Para minha surpresa minha mãe agiu como se nada tivesse acontecido.
Quando reencontrei a amiga de minha mãe ela me falou que as duas conversaram e que ela pediu muito pra minha mãe para que o assunto morresse ali, até pelo bem do casamento dela.
Ela riu muito quando disse que não era eu o safado na verdade. Ela que era muito safada. E continuou sendo minha safada por alguns anos.