A Personal difícil

Eu me chamo Rodrigo, tenho 35 anos, 1, 85m de puro músculo seco, pele clara com um bronzeado natural, cabelo castanho escuro bagunçado e o tipo de físico que eu sei que chama atenção por onde passa. Ombros largos, peito definido, braços veiosos e um abdômen tanquinho que costuma fazer as mulheres olharem duas vezes. Sempre soube do meu valor e nunca precisei me esforçar muito para conseguir quem eu queria.

Até o dia em que decidi mudar de academia e contratei a Camila como minha personal.

A Camila tem 29 anos e é um espetáculo de mulher. Pele morena bem bronzeada, 1, 72 m de pura curva, cintura fina, seios firmes que parecem esculpidos à mão e pernas grossas, definidas de tanto agachar. Mas o que realmente parava a academia era o bumbum dela: redondo, grande, empinado, daqueles que balançam na esteira e deixam qualquer homem hipnotizado, mas que fica duro como pedra quando ela contrai. Ela veste 42 no quadril e sabe o poder que tem.

Assim que cheguei na academia no meu primeiro dia de treino com a Camila, engatei uma conversa com o Matheus, um dos personais que trabalha lá. Estávamos falando de futebol e treino quando a Camila chegou na recepção. Ela estava de costas, resolvendo um problema de um cliente junto com a Fernanda, sua amiga que trabalhava na recepção. A Camila vestia um macacão fitness colado verde que era uma delícia, desenhando perfeitamente aquele bumbum monumental e a cintura fina.

Eu olhei fixo para ela, virei para o Matheus e expliquei que tinha acabado de mudar de cidade saí de Campinas porque fui transferido no trabalho e decidi deixar a antiga academia de rede para trás. Aproveitei e perguntei de canto se a Camila realmente era boa como personal. O Matheus deu um sorriso de canto e mandou o papo reto:

— Cara, vi seu olhar pra Camila, nem insista. Ela trabalha aqui na academia há 6 anos, os marmanjos, muitos caras bonitos pra caralho e com o corpo trincado, sempre se jogam e vivem dando em cima dela direto, com as melhores cantadas, e ninguém nunca arrumou nada com ela. A Camila é uma carrasca, irmão. Ela tem fama de ser completamente intransigente. Eu canso de ver os outros caras tentando de tudo: cantadas baratas, convites para “café pós-treino”, olhares descarados no decote dela. Ela apenas ri com desdém, corta os caras na hora e mantém a linha. A Camila é dura na queda, nem tenta.

Eu ouvi tudo o que o Matheus falou, mas aquilo só me deu mais vontade de tentar. Olhei para ela de longe. Eu pensava comigo mesmo que a voz dela era uma delícia de ouvir e a postura dela corrigindo os alunos era impecável, perfeita. Só me deixou ainda mais instigado a quebrar aquela banca de difícil. Eu simplesmente não acreditei no Matheus; achei que ela era apenas mal cantada pelos caras daqui. Achava que o xaveco deles era bem fraco e que, por essas e outras, não arrumavam nada. Mas, por via das dúvidas, decidi ser mais sutil.

No começo, decidi jogar baixo. Não dei em cima. Treinava sério, concentrado, obedecia cada comando dela sem pestanejar. Queria desarmá-la pela competência. Nos dias seguintes, ela costumava usar um macacão fitness preto favorito, daqueles colados que parecem uma segunda pele, marcando cada curva e deixando aquele bumbum ainda mais imponente. O decote em V mostrava o vale entre os seios suados. Eu olhava, claro, mas disfarçava como um profissional.

O treino com ela era um inferno prazeroso. Agachamento livre, hip thrust, leg press… Às vezes ela ficava atrás de mim, a mão firme na minha lombar para corrigir a postura.

— Desce mais, Rodrigo. Empina esse quadril. — A voz dela saía fria, totalmente profissional.

Mas quando eu subia no hip thrust com a barra pesada, a bermuda cinza me traía. O volume ficava evidente. Eu olhava para ela pelo espelho, esperando alguma reação, mas Camila mantinha a cara de paisagem, fingindo que não via nada.

Depois de umas três semanas, decidi testar o terreno. Comecei a tentar quebrar o gelo. Durante a demonstração de um movimento, me aproximei um pouco mais do que o necessário. Meu peito roçou nas costas dela, e o perfume dela misturado ao calor do corpo quase me fez perder o foco.

— Assim, Camila? Sussurrei com a voz mais rouca, perto da orelha dela.

Ela nem piscou. Deu um passo firme para o lado, cruzou os braços embaixo dos seios (o que só os levantou mais, me deixando maluco) e disparou com um sorriso cínico:

— Rodrigo, o seu foco deveria estar na execução do exercício, não em mim. Menos papo, mais carga.

Em outra tarde, no final do treino, eu estava fazendo abdominal no chão. Ela se agachou do lado, colocando a mão na minha barriga para sentir a contração. Olhei direto nos olhos azuis dela e joguei pesado:

— Sabe o que eu fico imaginando quando você me toca assim? Sua mão descendo um pouco mais…

Meu coração disparou, mas a resposta dela veio como um balde de água fria. Ela tirou a mão imediatamente, levantou-se e me olhou de cima para baixo com o semblante sério.

— Comportado, Rodrigo. Se você repetir isso, está cortado da minha agenda hoje mesmo. Eu sou sua treinadora, não sua diversão.

Fiquei sem chão, mas o desejo só aumentava. Ela me mandava planilhas e eu tentava puxar assunto por mensagem: “Acordei pensando naquele seu macacão…”. Ela simplesmente me deixava no vácuo ou respondia horas depois com um seco: “Foco no treino de amanhã”. Na academia, se eu “escorregava” e encostava nela, ela usava a prancheta para me afastar. Eu ia para casa quebrando a cabeça, me masturbando pensando naquela morena que se recusava a ceder ao meu charme.

Ela é muito gostosa, uma morena cor do pecado, tem uns olhos azuis que me tiram do sério, musculosa na medida exata sem perder a feminilidade! E aquela voz…… Eu fico louco só escutando ela falar.

Só que realmente ela era muito difícil, exatamente como o Matheus havia dito. Eu já tinha dado em cima dela várias vezes; ela, sempre bem séria, cortava o assunto, embora às vezes elogiasse dizendo que eu tinha um corpo com uma genética muito boa para o treino. O profissionalismo dela era incrível. Talvez pelo fato de ser super gostosa, ela deveria ser orgulhosa demais para deixar qualquer um pilotar aquele shape monumental.

Meses se passaram e a postura daquela delícia continuava impressionante. Além de ignorar categoricamente todas as minhas investidas, ela vinha resistindo bravamente ao assédio até dos machos metidos a “Alpha” da academia.

Eu via os caras mais cobiçados do pedaço tentarem a sorte e falharem miseravelmente. O Felipe um modelo de 1, 90m, loiro de olhos claros e abdômen perfeitamente rasgado, chegou nela exalando perfume importado e jogou uma cantada pesada sobre “levar o treino dela para o quarto”. Camila, vestindo uma legging branca colada que marcava tudo, apenas olhou para ele de cima para baixo, soltou uma risada sarcástica e disse para ele ir limpar o suor do banco que ele tinha usado.

Depois teve o Murilo, um fisiculturista de bermuda tactel, braços gigantescos cheios de veias e ombros largos como uma parede. Ele tentou cercar a Camila enquanto ela bebia água, usando a desculpa de pedir dicas de nutrição e oferecendo um jantar no restaurante mais caro da cidade. Ela, impecável em um top cropped preto que deixava a barriga sarada à mostra, respondeu seca que o foco dela era apenas o salão de musculação e virou as costas.

Até o Leo, o playboy dono de um carro esportivo que vivia de regata cavada mostrando o peitoral gigante e bronzeado, tentou impressioná-la oferecendo carona e dizendo que “mulher como ela merecia andar de primeira classe”. Camila nem deu atenção. Continuou anotando as fichas na prancheta, com uma postura elegante e superior, deixando o cara falando sozinho no meio do treino.

Ela conversava com os caras de forma estritamente educada ou profissional, mas nenhum deles conseguia arrumar absolutamente nada. Aquela postura irredutível só me deixava ainda mais obcecado por aquela gostosa.

Em uma sexta-feira à noite, a academia estava vazia. Camila chegou vestindo um macacão fitness roxo com estrelinhas prateadas. Era a coisa mais colada que já vi na vida. Grudava nela como se fosse pintura, destacando aquele bumbum redondo de um jeito que parecia covardia. Meu pau ficou duro na hora dentro da bermuda cinza, e foi impossível disfarçar.

Tentei a cartada mais agressiva no hip thrust. Subi a barra, deixei o quadril bem alto com o volume marcando obscenamente e olhei nos olhos dela:

— Sabe o que eu mais quero agora? Te colocar de quatro nesse banco, puxar esse macacão roxo pro lado e te comer até você parar de dar uma de “difícil”.

Achei que ela fosse se abalar, mas Camila soltou um sorriso de canto, completamente imperturbável, e rebateu:

— Sonha mais alto, gostoso. Você não tem estrutura para aguentar uma mulher como eu. Continua executando a série.

No final do treino, de pura pirraça e de propósito, deixei meu celular no banco e fui para o estacionamento. Sabia que ela viria atrás. Minutos depois, ela bateu no vidro do meu carro.

— Esqueceu isso aqui, safado.

Peguei o celular e, num impulso, segurei o pulso dela, puxando seu corpo para perto da janela para tentar um beijo. Nossas bocas quase se tocaram, senti o hálito quente dela. Por um segundo achei que tinha ganho, mas ela puxou o pulso de volta com força e rapidez, desencilhando-se do meu golpe.

— Ei! ela olhou feio, séria. Linha vermelha, Rodrigo. Não confunda as coisas. Quer me tirar do sério? Vai ter que ralar muito mais que isso.

Ela deu as costas e saiu rebolando de propósito, me deixando sozinho no carro, tenso de tesão e frustração.

No dia seguinte, o Mateus, outro personal da academia, veio rir da minha cara.

— Cara, a Camila me contou que você está investindo pesado e levando só fora. Ela é uma fortaleza, desiste. Vai arrumar outra.

Aquilo feriu meu orgulho. Eu não ia desistir. No treino seguinte, tentei a última jogada: ofereci pagar o triplo por aulas particulares na minha casa, dizendo que seria “mais calmo”.

Ela me olhou com total desdém:

— Nem pensar. Eu não faço atendimento domiciliar e você sabe muito bem o motivo. Minhas regras não mudam por sua causa.

A oportunidade veio numa quinta-feira à noite. A academia esvaziou cedo e ficamos apenas nós dois na área de pesos livres. Eu estava bufando, com o pau semi-ereto marcando a bermuda, louco por ela. Camila estava com um top cropped e uma legging preta cavada que valorizava tudo. Juntei minhas últimas forças, encurralei-a contra o espelho e joguei a real:

— Eu sei que você quer. Para de fingir, Camila. Essa marra toda é só fachada.

Tentei segurar a cintura dela, mas ela colocou as duas mãos espalmadas no meu peito, travando o meu avanço e mantendo o controle total da situação.

— Fachada nada, Rodrigo. Se você me quiser, vai ter que me pedir direito ela ordenou, ditando as regras até o último segundo, me fazendo ver quem mandava ali.

Olhei para ela, completamente rendido, o orgulho já no chão depois de semanas de jogo.

— Por favor, Camila. Eu tô implorando. Eu tô louco por você.

Ver meu desespero parece ter sido o troféu que ela queria. Satisfeita por ter vencido o jogo mental, ela cedeu. Segurou minha nuca com força e me puxou para um beijo violento. Nossas línguas se devoraram com uma urgência absurda. Meu pau endureceu como pedra contra a barriga dela.

— Finalmente… rosnei.

Tentei virá-la, mas ela mesma assumiu o comando: virou-se de costas por vontade própria, apoiou as mãos firmes no espelho e empinou aquele bumbum monumental para mim, me desafiando pelo reflexo.

— Vai, faz o seu trabalho, ela provocou.

Puxei a legging e a calcinha dela até as coxas. Abaixei minha bermuda e meu pau saltou pesado, veioso. Cuspi na mão, lubrifiquei a cabeça e encaixei na buceta dela, que estava completamente encharcada. Entrei devagar, sentindo o aperto absurdo daquelas paredes musculares, e depois comecei a meter forte, descontando todas as semanas de rejeição.

O barulho dos nossos corpos batendo ecoava no espaço vazio. Eu dava tapas estalados naquele bumbum perfeito, deixando a pele vermelha.

— Porra, Camila… você quase me enlouqueceu…eu gritava.

Ela controlava o movimento, rebolando no meu pau com uma autoridade impressionante. Não demorou para ela soltar um gemido agudo e contrair tudo, gozando forte. Segurei os quadris dela, dei mais algumas estocadas violentas até o fundo e descarreguei meu leite quente dentro dela, sentindo meu pau pulsar enquanto ela absorvia tudo.

Eu estava exausto, mas ela ainda não tinha terminado comigo. Olhou para trás com um sorriso sacana pelo espelho:

— Só isso? Achei que o grandão aguentava mais.

Aquilo me atiçou. Peguei-a no colo e a deitei no banco de supino, abrindo aquelas pernas maravilhosas. Me ajoelhei e cavei com tudo para dentro dela de novo. O impacto fez Camila arquear as costas e segurar firme no banco. Seus seios pulavam para fora do top a cada batida.

— Quero ver se você continua durona agora desafiei, metendo rápido.

Ela sustentava o meu olhar, firme, mesmo gemendo alto. Camila gozou pela segunda vez, tremendo inteira e apertando meu pau como uma prensa.

Sem dar trégua, virei-a de quatro no banco. O bumbum empinado recebia minhas palmadas enquanto eu entrava por trás. Passei o dedo no cuzinho dela para provocá-la, e ela enlouqueceu, jogando o quadril para trás com força, engolindo cada centímetro meu.

— Goza de novo pra mim, gostosa, comandei, puxando o cabelo dela.

O terceiro orgasmo dela foi o mais violento. O corpo dela inteiro convulsionou, a buceta apertou tanto que quase expulsou meu pau. Eu não aguentei o ritmo. Puxei o cabelo dela um pouco mais, afundei até a base e gozei pela segunda vez, enchendo-a com uma porra quente e grossa.

Desabamos ali, colados e suados, no banco da academia escura. Beijei as costas dela, ainda tentando recuperar o fôlego.

— Você é um perigo, Camila. Quebrou minhas pernas.

Ela deu uma risada fraca, vitoriosa por ter jogado nos termos dela do início ao fim, e respondei:

— Eu disse que você não tinha estrutura, gostoso.

Nós ainda transamos mais algumas vezes nas semanas seguintes, sempre sob o controle dela, até que fui transferido de cidade pelo meu trabalho meses depois. Perdemos o contato, mas posso garantir: nunca mais na vida vou esquecer a personal trainer que me deu o treino mais difícil e mais gostoso da minha vida.

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