Não gosto de andar de ônibus, mas gosto de provocar os machos.
Aqui em casa passa uma linha que atravessa a cidade até um bairro do outro lado.
Eu sempre pego o ônibus em horário de pico quando o ônibus lota.
Não gosto de andar de ônibus, mas gosto de provocar os machos.
Aqui em casa passa uma linha que atravessa a cidade até um bairro do outro lado.
Eu sempre pego o ônibus em horário de pico quando o ônibus lota.
Meu nome é V., tenho 43 anos, bem casada, cabelos longos cacheados, 1,60, corpo violão, seios médios, buceta com pelinhos bem baixinhos (meu marido adora), gosto de malhar. Meu ponto forte é a bunda, arrebitada, com marquinha de biquini e tatuagem pequena. Já algum tempo meu marido e eu fantasiamos, na hora do sexo, uma transa minha com outro homem ou um menage. Já usamos um brinquedinho para simular e gozamos muito!
Olá eu sou Carlinha, tenho 19 anos, morena clara, cabelo castanho médio, ondulado e pela cintura, peito medio, bunda grande. Não tenho um corpo perfeito mas chamo bastante atenção de quem passa por mim… bem vamos ao conto.
Eu aqui de novo, Nina, branquinha, cabelos pretos e magrinha…
Depois que chupei o dentista fiquei alguns dias pensando naquilo, tipo, foi muito gostoso, eu adorei aquilo tudo que ele fez com a minha boca…
Mas por outro lado fiquei pensando no meu namorado Raul que enquanto o dentista socava sem dó na minha garganta ele tava lá na recepção me esperando…
A um certo tempo sou cliente do banco na minha cidade, e há uns três meses recebi de presente a Mariana, a nova gerente do departamento de pessoas físicas, uma mulher linda toda exuberante e muito sensual, daquelas de instigar qualquer homem.
Sou de Curitiba, tenho 50 e poucos anos e sou liberal e já fiz de tudo q vcs possam imaginar.
Aqui na cidade tinha um bar c música ao vivo q na época era o maior sucesso, Vento Sul.
Ia sempre c meus amigos.
Minha esposa morena sempre chamou atenção dos homens por onde passa ,o que é motivo de orgulho para mim ,pois adoro ver quando ela é desejada
e paquerada. Ela sempre gostou de usar roupas de lycra bermudas ou macacão shorts e sempre muito bem colados ao corpo que deixa marcado na bucetinha
Meu nome é Vanessa, tenho 35 anos, sou casada há dez com o André, um executivo de logística de 38 anos que vive mais dentro de aviões e salas de reunião do que em casa. Moramos em um condomínio fechado de alto padrão em Alphaville, Barueri, região metropolitana de São Paulo. O lugar é daqueles que parecem resort: portaria 24 horas, ruas arborizadas, quadras de tênis, piscina olímpica, sauna e uma academia completa no clubhouse principal.
Amo minha esposa, e ela estava cansada do trabalho, e pediu uma massagem, no primeiro dia fiz massagens em seus pés, o que ela amou, No segundo dia ja estava preparado, rs, esperei as crianças dormirem e fomos para o quarto do amasso onde temos mais privacidade. Mandei ela tomar banho e vir de toalha.
Como havia narrado no conto anterior (aquele em que eu, minha mulher e nossa madrinha de casamento fizemos um delicioso ménage a trois), durante as transas como minha esposa, vinha tentando persuadi-la a novamente fazermos um ménage, mas talvez por medo de me perder, ela sempre negava.