Segunda-feira, rodando pelo Tinder, conheci a Camila, uma menina de 21 anos que é de Piracicaba. Conversamos por um tempo e, de repente, o papo ficou mais interessante. Até o momento em que falei que estaria em Piracicaba à noite.
— Nossa, Carlos, por que a gente não se vê? — perguntou.
— Meu compromisso acaba meio tarde, Camila, creio que ficaria tarde pra você.
— Que horas acaba seu compromisso?
— Às 23:00, mais ou menos.
— Se você quiser, eu saio com você essa hora, Carlos.
Já fiquei mais animado, então resolvi consultar minha esposa, que logo falou que eu poderia sair de boa. Então, deixei tudo meio no esquema com a Camila.
À noite, saí para o meu compromisso já preparado para, depois, ir ao encontro dela. Saí de lá e parti direto para a casa dela. Quando cheguei, ela estava com um vestido leve; entrou no carro e me deu um beijo no rosto. Como havia me dito por mensagem que iria sem calcinha, resolvi meter minha mão no meio da sua perna para conferir se realmente estava. Logo me deparei com uma bucetinha lisinha, o que me deixou louco. Não demorou para meu pau estar latejando de tesão!
Chegamos ao motel, entramos no quarto, já ajeitei uma música, acertei o grau do ar-condicionado e começamos a nos beijar. Ela beijava meu pescoço e sussurrava em meu ouvido:
— Vou te chupar bem gostoso. Quer?
— Claro — disse, sussurrando em seu ouvido.
Então, ela tirou minha camiseta e desceu me beijando até chegar à minha calça. Logo abriu o botão e desceu o zíper; quando baixou a cueca, deu de cara com a minha pica dura e latejando.
— Nossa, que delícia, Carlos! — falou, já abaixando minhas calças até o joelho e caindo de boca no meu pau.
Mamou ali, abaixada, por um bom tempo, mas logo pediu para eu me deitar na cama e veio gatinhando até chegar ao meu pau novamente. Mamou um pouco, colocou a camisinha, levantou o vestido e sentou nele bem devagarzinho. Que delícia ver meu pau sumindo dentro dela aos poucos.
Ela começou a esfregar a buceta na minha pica devagar e logo começou a cavalgar. Seus peitos eram médios, e não demorou para eu estar apertando um com a mão e chupando o outro enquanto ela quicava e gemia baixinho. Logo ela acelerou o ritmo e falou que iria gozar! Eu já exclamei junto e senti ela gemendo alto.
Não perdi tempo, coloquei ela de quatro e comecei a bombar na sua buceta. Comecei devagar e fui aumentando o ritmo; não aguentei, juntei ela pelo cabelo e meti com vontade. Dava para sentir meu pau bater forte lá no fundo, e a cada estocada era um gemido. Meti bastante nessa posição, depois pedi para se deitar de frente para mim, ergui suas pernas e meti forte de novo. Que tesão ver seus peitos balançando enquanto eu estocava com força em sua buceta, chegando a arrancar um pouco de sangue de tanto que eu metia forte.
Puxei ela pelo cabelo e pedi para ficar de quatro no sofá. Nessa hora, metia na sua bucetinha, já lubrificando seu cuzinho e enfiando meu dedo inteiro dentro dele para ela ir se acostumando.
Voltamos para a cama, deitei ela de ladinho e comecei a tocar meu pau na portinha. Logo entrou a cabecinha e ela começou a gemer e reclamar que estava doendo. Fui metendo devagar e, na hora que empurrei tudo dentro de seu rabinho, ela pulou para frente reclamando. Enfim, tentei comer seu cu de várias formas, mas realmente ela não aguentou.
Então, tomei um banho, voltei para a cama e coloquei ela para mamar de novo. Logo enfiei meu pau no meio dos seus peitos para fazer uma espanhola; que delícia ser punhetado por aqueles peitos! Logo ela sentou nele gostoso de novo e rebolou por um bom tempo.
Coloquei ela em pé na beirada da cama e meti com força, arrancando gemidos altos dela, e aquilo me dava mais tesão ainda. Meti forte por um bom tempo e fui mudando as posições, até ficar em pé na cama, juntar ela pelo cabelo e encher sua boca de leitinho. A safada engoliu tudinho e limpou meu pau bem limpinho.
Tomamos um banho e fomos embora, pois eu já estava com bastante saudade do meu amor!
Mas mesmo assim no caminho até sua casa coloquei meu pau pra fora e fiz ela ir mamando pra pagar a promessa que tinha feito de mamar dentro do carro.