Eu tinha acabado de completar quarenta e dois anos e já estava separada do meu marido há algumas semanas. O corpo mudou, claro. Fiquei mais cheinha, a barriga um pouco mais macia, as coxas mais grossas, os seios pesados e caídos um pouco, mas ainda sensíveis pra caralho. Minha filha de dezenove anos morava comigo. Meu filho de vinte e um não morava mais, mas aparecia de surpresa de vez em quando, sem avisar.
Até então eu nunca tinha ficado com ninguém mais novo. Meu vizinho de vinte e três anos, porém, vivia me olhando de um jeito safado. Sempre que me via na área da churrasqueira ou pegando correspondência, ele soltava um sorrisinho e falava alguma putaria disfarçada. Eu estava há mais de um ano sem foder. Sem uma pica de verdade me abrindo. Sem alguém me chupando o grelinho até eu tremer. O estresse da separação estava me comendo por dentro. Naquela tarde minha filha estava no trabalho e ele bateu na porta.
Entrou. Olhou pra mim de cima a baixo. Eu estava de camisola fina, sem sutiã, as tetas quase aparecendo. Ele não perdeu tempo.
– Porra, dona… você tá gostosa pra caralho assim. Tô doido pra enfiar essa pica em você.
Eu ri, mas o cu já apertou. Levei ele pro quarto. Trancamos a porta, mas não completamente. A tranca ficou frouxa. Em segundos a camisola já estava aberta, meus seios grandes e pesados balançando na cara dele. Ele chupou as tetas com fome, mordendo os bicos até eu gemer alto.
– Chupa essa buceta, porra. Tô molhada pra caralho.
Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e enfiou a língua no meio. Chupou o grelinho com força, sugando, lambendo, metendo dois dedos grossos na buceta e outro no cu. Eu gozei na boca dele em menos de cinco minutos, gemendo como uma puta desesperada.
– Aaaaaah, filho da puta… assim… chupa esse grelinho… vai…
Depois disso eu empurrei ele pra deitar. Tirei a camisola de vez. Montei em cima. A pica dele era grossa, veuda, dura pra porra. Segurei e enfiei devagar na buceta molhada. O pau deslizou fácil, abrindo tudo. Sentei até o fundo, sentindo as bolas baterem no meu cu.
Comecei a cavalgar. Devagar no começo, só pra sentir cada centímetro. Depois mais rápido. Meus seios grandes saltavam pra fora, balançando pesados a cada movimento. Eu segurava neles, apertava os bicos, enquanto a buceta engolia a pica inteira.
– Isso… fode essa mãe de família… enfia tudo…
Foi quando eu ouvi o barulho. A porta entreaberta. Levantei o olhar e vi ele. Meu filho. Vinte e um anos. Parado no corredor, olhando direto pra gente. Olhos arregalados. Eu congelei por um segundo. A pica do vizinho ainda enterrada fundo em mim. Senti vergonha, um calor subindo no rosto. Baixei a cabeça e finji que não tinha visto, continuando a subir e descer. Achei que ele ia embora na hora.
Mas quando levantei os olhos de novo, ele ainda estava lá. Parado. Olhando. Eu balancei a cabeça, tentando mandar ele sair. Ele não saiu. Continuou me encarando. Eu poderia ter parado. Poderia ter gritado pra ele ir embora. Mas a buceta estava latejando. O orgasmo vinha subindo forte, quente, inevitável. E o olhar do meu filho só piorava tudo.
Continuei cavalgando. Mais forte agora. A pica batendo fundo, o barulho molhado da buceta engolindo e cuspiindo o pau. Meus seios saltando pra frente. Eu gemia sem me segurar.
– Aaaaaah… porra… que pica gostosa… vai… fode…
Troquei olhares com meu filho. Ele estava duro. Dava pra ver o volume na calça. Eu não conseguia parar. O prazer vinha misturado com a vergonha e com algo mais sujo ainda. Continuei sentando forte, a buceta apertando a pica, o cu contraindo.
– Olha pra mim… olha a sua mãe sendo fodida… aaaaah…
O orgasmo bateu de uma vez. Eu fechei os olhos, joguei a cabeça pra trás e soltei um grito primal, alto, desesperado. A buceta esguichou, molhando as bolas do vizinho. O corpo inteiro tremeu. Gemi sem parar, com a voz quebrada.
– AAAAAH… PORRA… TO GOZANDO… TO GOZANDO TODA… FILHO DA PUTA…
Quando abri os olhos de novo, a porta estava vazia. Meu filho já não estava mais lá.
O vizinho ainda estava duro dentro de mim. Eu continuei sentando, mais devagar agora, ainda tremendo. Ele gozou fundo, enchendo a buceta de porra quente. Eu senti escorrendo pelo meu cu quando levantei.
Depois disso fiquei deitada, ofegante, a buceta latejando e a porra escorrendo pela coxa. Pelo menos agora meu filho sabe que eu não vou voltar pro pai dele. E que a mãe dele ainda goza alto, com a pica de outro homem enterrada até o fundo, sem nenhuma vergonha de ser vista.
E eu, por dentro, já estava pensando se ele ia voltar de novo