Era por volta de 2 horas da manhã, depois de ter bebido mais de meia garrafa de gin com soda quando decidi me dirigir para uma cidade vizinha da minha, onde em um trevo era ponto de travestis. Chegando lá dei umas duas voltas e não encontrei ninguém, quando estava já desistindo e indo embora percebi que do outro lado da pista tinha um travesti, estacionei o carro e ela então atravessou a pista encostou na janela do carro e me pediu uma carona e foi logo dizendo que um cliente tinha tentado agredi-la e ela tinha conseguido descer do carro.
Ela me pareceu realmente assustada não quis que eu a deixasse no trevo e me pediu para que a levasse em um bar ali perto, como o lugar estava praticamente vazio resolvi descer e entrar, ali estava somente um outro travesti e o dono do bar, um gay com os braços tatuados, começamos um Bate papo nos quatro como o clima estava bom pedi uma cerveja para o Bruno dono do bar que me disse que era 25 reais a lata.
Achei muito caro e ofereci 10 e negociamos 4 latas por 50. Por volta de umas 3 horas a Samanta me disse que tinha gostado muito de mim que tinha sido muito legal em ter dado o carona e ter pagado as cervejas e sugeriu que fôssemos terminar com as cervejas no fundo de um posto abandonado onde era ponto de uso dos travestis, eu mesmo já tinha ido lá com travestis algumas vezes.
Subi no carro ela demorou um pouco quando ela entrou estava com uma nova lata de cerveja, ela me ofereceu mas dei somente um golinho liguei o carro e me dirigi ao posto bem devagarinho, porque estava um pouco bebado, no caminho ela foi já fazendo um boquete e apesar do meu grau alcoólico meu pau estava bem duro.
Já lá no fundo do posto notei que tinha um Fiat palio parado a Samanta então foi abrindo a porta e me chamou para irmos atrás de um caminhão Scania bem velho já sucateado e ali ela continuou chupando meu pau.
Apesar da falta de luz a noite estava acho que com lua cheia porque dava pra ver a boca daquela travesti mamando meu pau. De repente, vi que 2 pessoas se aproximaram era justamente o Bruno dono do bar e o outro travesti que nunca soube o nome.
– você ficou devendo 50 reais das cervejas elas custam 25 cada falta 50, disse a travesti,
– paga o meu amigo!
-só tinha me sobrado 30 e eu dei para a Samanta eu disse.
-trinta? O preço mínimo é 100 disse a travesti já com voz de intimação.
Foi aí que eu tentei colocar a calça para ir embora, mas eles me prensaram contra o caminhão e me disse:
-daqui você só sai quando eu quiser!
Só me lembro que ela levantou sua saia preta, baixou sua calcinha vermelha, agarrou meu pescoço levou até seu pau e me fez começar a chupar ainda mole, e na medida que ele ia endurecendo ela gritava
-chupa seu puto. Chupa…
Eu não tinha como escapar, não conseguia raciocinar, só vi o Bruno se aproximando já com o pau duro, a travesti saiu e deu lugar ao dono do bar que tinha um pau bem maior e mais grosso que o da travesti e maior também que o meu.
O dono do bar ao contrário do travesti enfiou o pau na minha boca e começou a fazer o vai e vem literalmente comendo.
Num piscar de olho a Samanta trouxe 2 papelões que estavam debaixo do caminhão e a travesti já foi mandando eu ficar de 4 e eu respondi que assim não. Ela véi no meu ouvido e gritando;
-cala a boca faz o que eu estou mandando senão foi cortar sua cara inteira.
Comigo já de 4 menos pior ela abriu a bolsa tirou uma camisinha e um lubrificante líquido que eu nunca tinha visto, lambuzou meu cuzinho e quando senti ela ja estava com o pau lá dentro, não sei porque mas não senti dor se ela foi habilidosa, se eu estava de fogo porque o pau dele não era tão grande mas também não era muito pequeno.
Depois de um tempo ela me levantou tirou a camisinha e gozou na minha boca.
Em seguida foi a vez do Bruno que começou a bater punheta para acelerar a gozada, ele enfiou na minha boca depois de algumas bombadas gozou, e por fim a Samanta fez a mesma coisa.
No final os três subiram no palio mas antes de irem embora pegaram o extintor de incêndio do meu carro.
Como diz o ditado cu de bebado não tem dono