Putaria com o Uber

O clima já estava pesado no ar. Talita—branquinha, peitos lindos, corpo magro e aquela bunda empinada que não passava despercebida—e eu já havíamos flertado com a ideia de trazer alguém para o nosso jogo, mas nunca tínhamos ido até o fim. O tesão era mútuo: eu adorava imaginar ela cedendo a outros homens, sem que eles soubessem que eu estava sabendo, e ela se molhava só de pensar nisso. A única coisa que havíamos feito, até então, foi ela conversar no Instagram com um motorista de Uber que havia pedido para segui-la.

Com meu incentivo, ela deixou. Um dia, depois de algumas doses a mais, sugeri que ela mandasse mensagem para ele, propondo um encontro no motel. Ele não pôde, mas a conversa esquentou: ela mandou foto da bucetinha, ele respondeu com o pau e a promessa de comer o cuzinho dela. Eu gozei feito um condenado aquela noite, mas tudo ficou só nas palavras.

Até que chegou o dia do casamento.

Fomos convidados para a cerimônia de uns conhecidos e decidimos ir. Talita estava de vestido preto, curto, acima do joelho—um espetáculo. A festa foi animada, a bebida fluindo, e entre um gole e outro, o tesão foi crescendo. Estávamos bêbados e excitados, nos agarrando nos cantos escuros, até que a ideia veio: chamar um Uber e transformar a viagem de volta em algo bem mais quente.

Ela topou na hora.

Por volta das duas da manhã, pedimos o carro. O primeiro motorista era mais velho, com cara de quem sabia o que fazia, mas cancelou. O segundo aceitou. Quando ele chegou, deu para ver que era daqueles caras com jeito de macho—rosto marcado, forte, voz grossa. Talita sussurrou no meu ouvido, com a respiração quente: “Esse aí deve ter um pauzão… maior que o seu. Queria sentar gostoso nele.”

Combinamos rapidamente: eu fingiria estar desmaiado no banco de trás, bêbado demais para perceber qualquer coisa. Ela iria na frente. Antes do carro chegar, Talita foi ao banheiro, tirou a calcinha, ajustou o decote para deixar os peitos quase à mostra e puxou o vestido bem para cima, até a coxa. A bucetinha raspadinha ficava visível quando ela se sentasse.

O motorista chegou—alto, forte, simpático. Talita foi direta: “Posso ir na frente? Meu marido está bêbado e vai dormir.” Ele aceitou.

Eu me joguei no banco de trás, cabeça na janela, fingindo um sono pesado. Ela se instalou na frente, e ao sentar, o vestido subiu ainda mais, quase até a cintura. A buceta aberta, rosada, ficou à vista para quem quisesse olhar.

Ela puxou papo. Perguntou se ele tinha namorada. Ele disse que não. “Você é bonito”, ela respondeu, já passando a mão na perna dele. Nesse momento, quase perdi o personagem—mas mantive o fôlego controlado, os olhos semicerrados.

O que vi a partir daí foram flashes, pedaços de uma cena que parecia saída de um filme proibido. Ela me contou depois, com detalhes sujos, o que aconteceu enquanto eu “dormia”.

Assim que ela tocou nele, ele já puxou o pau para fora—grande, grosso, como ela havia imaginado. Ela disse que ficou com vontade de sentar na hora, mas ele ainda estava desconfiado da minha presença. Enquanto acalmava o motorista, ela começou a punhetá-lo, firme e devagar.

Lembro de vê-la tirando o cinto e se inclinando em direção a ele. Depois, pelo que ela relatou, não aguentou e começou a chupar. Lambia a cabeça, descia até as bolas, tentava engolir tudo, mas o pau era grande demais. Ele, dirigindo com uma mão, empurrava a cabeça dela contra o viril, fazendo-a engasgar—e ela adorava.

Em certo momento, pararam num lugar escuro, afastado. O carro ficou silencioso, só o som da respiração pesada. Ela me contou que, ali, tirou o vestido completamente, ficou nua no colo dele e começou a beijá-lo enquanto esfregava o pau dele na sua buceta e no cuzinho. Até que não aguentou mais e sentou, afundando até o talo.

Eu acordei, ou melhor, abri os olhos, e vi ela cavalgando ele como uma puta, enquanto ele xingava e dava tapas no rosto dela. O corpo dela tremia, os peitos balançando, a boca aberta em gemidos abafados.

Segundo Talita, ele metia com força, rasgando a buceta dela, enquanto enfiava dedos enormes no cuzinho. Tirou os dedos, colocou na boca dela para lubrificar, e voltou ao cu—um dedo, depois dois, até três. Ela chupava os dedos dele, sujos do próprio prazer, antes que ele os enterrasse novamente no seu ânus.

Depois que ela gozou, ele não perdeu tempo: virou-a de frente e comeu o cuzinho também. Ela continuou no colo dele, agora levando no cu, e me disse que sentiu o anel arrombando, dilatando, enquanto a buceta ficava inchada de tanto tesão.

Em dado momento, ouvi ele pedindo para ela descer. Pela janela, vi Talita ajoelhada no asfalto, à luz fraca da rua, com ele em pé, enfiando o pau na boca dela. Ela engolia, babava, e ele segurava seus cabelos. Não demorou muito para ele gozar—ela me contou depois que foi tanto porra que encheu a boca dela, escorreu pelo peito, rosto e cabelo.

Quando voltou ao carro, vestiu o vestido novamente, mas o ar de satisfação era inconfundível. Sentou ao meu lado no banco de trás, me acordou com um beijo profundo, a boca ainda salgada de porra, os peitos melados—e eu bebi tudo, saboreando o gosto da noite que finalmente havíamos concretizado.

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