Alguns anos atrás, eu estava solteiro e curtindo bastante a vida. Era início do inverno em Floripa, a cidade estava tranquila e eu estava com um amigo num bar em Jurerê.
Como não era verão o movimento estava bem fraco e nós estávamos apenas tomando uma cervejinha e conversando.
Perto de uma hora da manhã meu telefone toca. Era um amigo, bastante gente boa, mas com quem eu não tinha tanta proximidade. Atendi e ele me pediu uma ajuda, disse que estava numa roubada, pois estava com uma amiga em Canasvieiras e na hora que tentou voltar para casa seu carro não pegou e que precisava voltar pra casa com urgência!
Como Jurerê não é assim tão longe de Canasvieiras decidi dar uma força para o amigo. Em pouco tempo estava lá para ajudar. Quando cheguei ele me explicou que sua noiva estava esperando ele, e que tinha que deixar a sua amiga na casa dela e chegar rapidamente em coqueiros, onde morava. Falou que ia pagar o combustível e não parava de agradecer pela ajuda.
Falei pra ele que todo mundo precisa de ajuda alguma hora, disse que não queria dinheiro pra gasolina porra nenhuma e mandei entrarem no carro para irmos resolver a situação.
Esse meu amigo é muito engraçado e rimos um monte no trajeto, quando a amiga dele também começou a interagir e contou detalhes da relação de “amizade” deles.
Ela não precisou falar muito para entender que ela era do Job. E precisou menos ainda para ver que era uma mulher linda, inteligente e divertida!
Esse não é um dos momentos dos quais eu mais me orgulho em relação ao meu comportamento com amigos, mas ela simplesmente me distraiu acerca de qualquer princípio moral e fiz algo que muitos homens achariam estranho. Decidi deixar meu amigo em casa, e só depois levar ela pra sua casa, apesar dele morar mais longe e de termos passado perto de sua residência no caminho.
Acho que ela percebeu minha maldade quando isso aconteceu, e vi um sorriso escapar de sua boca quando olhei para ela no banco do carona.
Atravessamos a ponte para sair da ilha, deixamos meu amigo em coqueiros e começamos a voltar para ilha, já que ela morava no morro da cruz, perto do centro da cidade.
Sozinhos no carro ela estava ainda mais extrovertida e não parava de fazer perguntas sobre mim. Brincando falei que com tanto interesse parecia que ela queria me conhecer melhor do que conhecia meu amigo.
Ela segurou minha mão firme e disse que fazer amigos novos sempre é bom.
Ela me explicou onde morava e como eu conhecia relativamente bem a região fiz um caminho alternativo. Eu sabia que não conseguiria chegar na casa dela, mas que esse caminho nos levaria direto ao mirante existente próximo as torres de rádio e tv.
Logo percebi que não era a primeira vez que ela ia no mirante, e brincando perguntei se ela já tinha feito a trilha que tem no local.
Na verdade não existe trilha nenhuma, mas ela ficou curiosa e fiquei provocando ela sobre o assunto.
Chegando lá descemos do carro e fomos até o mirante. Ela perguntou se a trilha dava para ser acessada a noite. Com muito mais sorte que juízo percebi na hora que havia algo parecido com um começo de trilha e falei que podíamos tentar e que se ficasse complicado voltaríamos.
Essa pequena picada que percebi era na verdade um beco sem saída, que levava a um equipamento de manutenção da estrutura, mas ao mesmo tempo levava a um lugar ainda mais isolado que o mirante.
Nesse pequeno trajeto ajudei ela a caminhar e aproveitei para me aproximar mais dela.
Ela percebeu, e se fazendo de boba pedia cada vez mais ajuda, até o momento que chegamos num local que haviam pedras naturais que pareciam bancos, perfeitas para sentar e com uma vista maravilhosa de todo o centro de Floripa.
Pedi pra ela sentar bem pertinho de mim e mostrei o local onde eu havia nascido, já que ela tinha acabado de perguntar se eu era realmente manezinho da ilha.
Era uma proximidade deliciosa, mas ao mesmo tempo distante demais, já que não conseguia alcançar sua boca para um beijo.
Então puxei ela e pedi para que sentasse no meu colo. Acho que antes mesmo dela sentar já estávamos nos beijando.
Nesse dia ela usava um vestido, tipo saída de praia, estava com os cabelos presos, e de chinelo tipo rasteirinha. Pedi pra ela virar e ficar sentada no meu colo de frente pra mim. Nessa hora ela já sentiu que eu estava excitado e decidiu virar e levantar o vestido ao mesmo tempo.
Eu estava com uma bermuda com zíper, que estava me deixando inconfortável, mas ela logo me ajudou com esse problema.
Foi nesse momento que realmente percebi o quão linda ela era, loira, olhos azuis intensos e muito talentosa com as mãos. Ela simplesmente conseguiu tirar meu pau da cueca, afastar sua calcinha para o lado, me beijar e introduzir meu pau nela com só uma mão, enquanto com a outra segurava minha nuca e puxava em direção aos seus seios.
Brincamos um pouco nessa posição ate que ela pediu para mudar. Queria ficar de quatro. Quando vi aquela bundinha linda na minha frente, antes de meter, cai de boca, e chupei tudo que estava na minha frente. Cuzinho e buceta, serviço completo. Ela implorava para eu meter, e eu insistia para ver ela gozar na minha boca. O que não aconteceu. Mas dez ou quinze segundos depôs que meti nela de quatro ela gozou e quase caiu, tendo eu que segurar ela para evitar que se machucasse.
Ela olhou para mim e disse que só conseguia gozar de quatro e que nunca tinha gozado em outra posição.
Ela começou a colocar o vestido de novo, mas falei que faltava eu gozar. Ela sorriu e disse que não seria problema. Começou a massagear meu pau entre seus seios e em seguida fez um boquete delicioso, o que me fez rapidamente gozar, e muito. Meu objetivo era gozar na boca dela, mas ela percebeu quando eu estava quase lá e tirou para que os jatos fossem em direção aos seus seios.
Voltamos para o carro, e recebi mais um boquete no caminho até a casa dela, que infelizmente era curtinho.
Antes de entrar em casa ela me falou que adorou minha atitude de ter levado ela pra casa só depois de ter deixado meu amigo, e me falou que ia adorar sair comigo de novo, mas que na próxima vez iria ter que me cobrar.
Duas semanas depois ela me liga, falando que estava se mudando da casa onde morava e perguntando se eu poderia ajudar na mudança.
Sendo bem mal caráter falei que ajudaria se ela esquecesse que iria me cobrar na “próxima vez”. A risada dela foi a resposta. E o que aconteceu na casa nova dela fica para o próximo conto.