Viúva Fogosa

Sou Amélia, viúva de 50 anos. Durante toda a minha vida de casada, entreguei-me exclusivamente ao meu esposo, José, a quem coube a honra e o privilégio de ter sido o primeiro e único homem da minha vida, aquele que tirou a minha virgindade.

Quanto à nossa rotina sexual, José era um homem simples e um tanto limitado, mantendo-se quase sempre na tradicional posição de ‘papai e mamãe’. Por isso, acabei acreditando que a sexualidade se resumia apenas a esse universo restrito. No entanto, embora ouvisse falar de mulheres que praticavam outras experiências consideradas desonrosas dentro dos conceitos em que fui criada, não posso negar que, de maneira inconsciente, essas ideias me despertavam grande excitação.”

No auge da pandemia da COVID-19, meu esposo adoeceu e acabou falecendo. Durante dois anos permaneci reservada, vivendo o luto. No entanto, após cerca de seis meses, comecei a sentir um desejo quase incontrolável, algo sobre-humano, que me fazia travar uma luta interna contra os valores que aprendi ao longo da vida. Ao mesmo tempo, era dominada por um erotismo intenso, que me levava a me tocar durante as longas noites de solidão e até mesmo nos banhos demorados. Confesso que o prazer era profundo, com orgasmos intensos.

Ainda assim, o que mais despertava minha imaginação era o desejo de ser penetrada por um pênis grosso e grande. Procurava esconder ao máximo da minha família e dos amigos o que realmente sentia. Quando me diziam que eu deveria encontrar um novo relacionamento e reconstruir a minha vida, eu respondia com firmeza que não precisava de outro homem. Contudo, dentro de mim, as minhas entranhas gritavam, consumidas por um desejo insaciável de novamente receber um pênis vigoroso, capaz de jorrar seu sêmen e restaurar em mim a essência da minha natureza de mulher

Como a vida não perdoa os desejos femininos, recebi alguns convites de homens que desejavam a minha companhia, mas rejeitava a todos; até que conheci um homem por apelido de Gatão, jovem bem mais novo que a minha pessoa, que era casado, e tinha outras amantes. De forma que imediatamente tentei cair fora, contudo, era um homem viril, como uma conversa agradável, narrando cenas eroticas e invasivas que deseja fazer comigo.

Tentei me esquivar da situação, mas em um domingo a tarde, logo após tomar algumas cervejas em um balneário, cedi a lábia daquele homem preparado para conquista das mulheres carentes. Lembro como se fosse agora que era inicio da noite, e Gatão aproveitando a penumbra, pegou-me debaixo de uma grande árvore, beijou a minha boca, e colocou um longo e grosso pênis em minha mão, mostrando o que estava por vir, logo após, penetrou em minha xoxota, e em menos de três minuto estávamos gozando como dois adolescente que pratica sexo pela primeira vez.

Como meu falecido esposo gozava e parava a sua festinha, pensei que era o final; mas fui surpreendida quando o Gatão se ajoelhou, e em uma atitude inesperada promoveu o meu primeiro sexo oral, lambendo e chupando a minha vagina que estava impregnada de resquicios do nosso amor. Naquele momento lembrei que sempre tive oculto de chupar um pênis, mas o meu parceiro anterior era homem rústico, não permitindo nem falar sobre o assunto; e

como estava em uma esfera sexual totalmente diferente, deitei o Gatão entre as folhas daquela árvore, e praticamos o que a turma chama 69, de maneira que eu estava com o pênis dele em minha boca, enquanto a minha vagina esta invadida por uma língua, beijos e sucções eroticas. Chegamos a gozar em meio a um sexo selvagem, porque o safado do Gatão havia aproveitado o momento, inserindo o dedo em meu anus, e fiz o mesmo com ele, naquele ato de estupor sexual.

Atualmente estamos nos encontrando escondido, porque a minha família é contra o relacionamento; porque o Gatão é mais novo, casado e tem outras amantes. Sem falar que eu pago algumas dívidas desse homem desregrado, mas que me faz sentir coisas diferentes, que nunca desfrutei antes. Quero sair desse relacionamento; mas por enquanto irei aproveitar e ver onde irei chegar na minha primeira investida sexual que nunca imaginei que havia tantas coisas a serem desfrutadas na sexualidade.

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