Transando com o ginecologista

Olá tudo bem? me chamo Alícia, tenho 23 anos e vou contar uma história que aconteceu comigo faz alguns meses. Um belo dia, resolvi marcar uma consulta no ginecologista, já que eu achava que estava com problemas sexuais, pois não tinha mais prazer em transar com o meu namorado. Ele não é muito fogoso, várias vezes falei como gostava, de que jeito ficava com tesão, e ele nada! Com os outros namorados que tive, sempre fui muito ativa e bem safada na intimidade. Adoro dar prazer pro cara, adoro passar a noite na maior meteção, só que com este namorado as coisas não rolavam!

Aí uma amiga falou pra eu marcar uma consulta com o Dr. Bruno, porque além de ser um bom médico, era maravilhoso e lindo! Bom, chegou o dia da consulta. Quando entrei no consultório percebi que minha amiga não estava exagerando. O médico tinha uns 34 anos, morenão, super arrumado e muito charmoso! Ele abriu um sorriso lindo e pediu que eu me sentasse e ficasse à vontade. Começou a fazer umas perguntas de praxe e dava umas risadinhas dependendo das respostas, pois eu não escondia nenhum detalhe, nada… Falei que estava grilada achando que era frígida, que eu devia estar com algum problema porque eu não sentia mais tesão. Ele balançou a cabeça e disse que provavelmente era bobagem da minha cabeça, fez até uns elogios dizendo que eu era bonita, atraente, que já devia ter deixado muito cara doido… Fiquei sem graça e o Dr. Bruno percebeu, então ele me disse que estava só brincando e que ía me examinar pra ver se eu respondia a alguns estímulos e ver qual era a minha sensibilidade.

Nisso tocou o telefone. Era a secretária dele informando que eu era a última paciente e que ela já estava indo embora. Quando ele desligou o telefone, me falou pra ir a outra sala e que tirasse toda a roupa menos a calcinha. Achei estranho, porque normalmente a gente tira tudo e põe aquele avental horroroso aberto atrás. Enfim, resolvi obedecer. Enquanto eu tirava a roupa, dava para vê-lo arrumando umas fichas de pacientes, organizando uns papéis, etc… Eu não tinha terminado e ele veio na minha direção. Não sei o porquê, mas fiquei sem jeito, meu coração disparou! Ele ficou me observando até eu ficar só de calcinha. E eu estava com uma calcinha pequeninha!

Então ele parou na minha frente, me olhou como se pedisse permissão e então com suas duas mãos, tocou os meus seios. Com movimentos circulares, apertava bem devagar, dedilhava por toda a volta, espremia os biquinhos, massageava enchendo a mão, outras vezes passava a mão bem de leve, acariciando. Senti que meus peitos ficaram durinhos. Durante o tempo todo não dissemos nada, só uma hora ele me olhou e perguntou: “Tudo bem, machuca?”. Eu balancei a cabeça dizendo que não. Que loucura, mas só conseguia pensar como ele tocava meus peitos de um jeito gostoso, não queria que ele percebesse, muito menos parasse… Mas não estava dando, meus seios estavam cada vez mais durinhos, arrepiados, então ele com um sorriso de canto falou: “Está vendo?! Bem que eu disse que era coisa da sua cabeça!”. Confesso que adorei aquele jeitinho abusado! Estava na cara que ele percebeu que eu tava ficando excitada.

Então o Dr. Bruno se ajoelhou na minha frente e disse que me examinaria melhor e por completo. Devagarzinho foi baixando minha calcinha e eu deixei. Apoiei nos seus ombros para levantar os pés e ele me deixou nuazinha, ali, de pé! E ele ajoelhado olhando pra minha xoxota. Ele também estava ficando excitado com o clima, até notei um volume na sua calça quando se levantou e pediu que me deitasse na maca e colocasse uma perna em cada apoio de metal. Eu estava meio sem graça, aquilo era uma consulta e eu estava com tesão pelo médico!!! Mais uma vez senti aquelas mãos me segurando, ele me puxou pelos quadris para a beiradinha da maca e eu fiquei ali toda arreganhada. Eu não podia deixar de pensar besteiras… Notei que por alguns segundos ele se distraiu olhando pro meu corpo e quando voltou em si, com um sorriso safadinho, falou que eu tinha curvas bonitas e pernas grossas. Fiquei sem graça mais uma vez, acho que fiquei vermelha! Então pra minha surpresa, ele virou e disse que eu não precisava sentir vergonha de ser bonita. Aí, se eu pudesse abrir um buraco no chão e enfiar a cabeça, enfiaria! Fiquei com muita vergonha!

Quando senti os seus dedos abrindo os lábios da minha xoxota com cuidado, delirei! Parecia que ele também estava curtindo cada segundo daquela consulta. Ele nem piscava. Seu dedo passeava por toda minha buceta. Passava em cima do meu grelinho, perto da entradinha e mais pra baixo perto do meu cuzinho. Aquilo estava me deixando louca! Eu não podia acreditar que estava em um consultório ginecológico e que tava morrendo de tesão! Sabia que aquele exame não era normal, sabia que o Dr. Bruno estava tirando a maior casquinha! E eu também!!!

Sentia que já estava escorrendo um meladinho da minha xoxotinha, ele então lambuzou seu dedo e devagarzinho foi enfiando. Quase soltei um gemido, precisei me segurar… Ele examinava cada cantinho com o dedo, mexendo, remexendo lá no fundo e depois só na entradinha com movimentos circulares… Aí não deu mesmo! Como disfarçar?! Eu sentia que ficava cada vez mais molhadinha, dava pra escutar aquele barulhinho de xoxota molhadíssima, aquele tesão estava tomando conta de mim e tenho certeza que dele também. Dava pra notar na cara dele, pelo jeito que olhava babando pra minha xana. Quando ele perguntou se tava tudo bem eu respondi baixinho que estava tudo bom. Era a resposta que estava faltando, dei o sinal verde! Ele enfiou o dedo com mais força e dei um gemido bem gostoso e baixinho. Eu apertava seu dedo com a xoxota e nessas horas ele me encarava observando minha excitação.

Com aquele jeito safado, sorrindo, sem parar de mexer com o dedo, o Dr. Bruno disse que com certeza o problema todo era o meu namorado: “Ele não sabe aproveitar a mulher que tem!”, Naquela hora eu não quis nem saber, virei pra ele com a maior cara de puta e perguntei: “Doutor, podemos fazer o exame até o fim pra sabermos com certeza o que você tá falando?!”.

Sabia que ele não se aguentava mais, foi chegando bem perto, enfiando a cabeça entre minhas coxas e pude sentir sua língua macia e carnuda me chupando. Passava a língua em todo o meu rasgo, deu umas lambidinhas no meu cu que me arrepiou todinha. Sem tirar o dedo, chupava meu grelinho em movimentos circulares, enfiava a língua junto. A cara dele estava toda lambuzada com o meu mel. Comecei a gemer baixinho. Ele falou que isto o deixava louco. Pedi que me beijasse com o meu gostinho na boca. E o beijo dele era uma delícia, como beijava gostoso… Ficamos um tempo nos beijando, aliás, tive esta vontade logo que entrei no começo da consulta. Enquanto beijava meu pescoço, me deixando toda arrepiada, sussurrava no meu ouvido que aquilo era doideira, que eu estava realizando sua fantasia de transar com uma paciente no consultório.

Fui tirando sua roupa e com as mãos percorria seu corpo inteiro, sentido seu braço forte, seu peito peludinho, seu pau trincando! Nos beijamos por um tempão, parecíamos dois adolescentes! Afastei ele de mim pra admirar aquele corpo, que homem gostoso! Não aguentei e caí de boca no pau dele, o negócio estava trincando de tesão, muito inchado! Passei a língua por toda a volta, de cima a baixo, engolindo seu saco, babando e mamando só na cabecinha. Ele ficou doido. Falou que minha chupeta era divina e quanto mais besteiras ele falava, mais gostoso eu chupava. Senti uma hora que ele gozou um pouquinho na minha boca enquanto eu chupava e punhetava ao mesmo tempo, mas eu não parei e ele se segurou.

Então ele me puxou pra cima da maca e me beijou mordendo meus lábios, depois meu pescoço… Ah! Meu pescoço me deixa muito excitada, me arrepia todinha. E descendo pra chupar meus seios, acariciava minha coxa toda arrepiadinha… Lambia o biquinho de um jeito que eu já estava subindo pelas paredes! Como mamava com vontade, parecia que nunca tinha visto um peito antes! Passou o dedo pela minha buceta, melecou com o mel que escorria dela, passou nos meus lábios e me deu o maior beijo. Então foi descendo, beijando minha barriga, meu umbigo, minha virilha, mas não deixava de me fitar com os olhos, que carinha de pilantra, tarado… E quer saber?! Eu adoro esta cara! Amo homens assim, safados, que devoram como se fosse a primeira e última vez, que não dão nem um segundo pra gente tomar fôlego…

Ele me deu o maior banho de língua, chupava sem parar, subia e descia, ía dos meus peitos pra xoxota, do pescoço pro cuzinho. Eu gemia sem parar, baixinho. Tinha hora que ele colocava os ouvidos pertinho pra ficar escutando meus gemidos. Isto o deixava retardado! Com um dedo na minha xana e outro na portinha do meu cu, ele passava a língua em movimentos circulares no meu grelinho que estava super inchado e durinho. Gozei na boca dele duas vezes e ele se lambuzava todinho com o meu caldo de xoxota. Pedi várias vezes pra ele vir me comer, mas ele respondia: “Daqui a pouco…”. E não parava de me chupar inteirinha.

Teve uma hora que ele parou e pediu pra eu mamar um pouco na rola dele. Quando eu deixei o pau dele brilhando com a minha saliva, ele me virou de quatro e segurando minha bundinha aberta com as mãos, enfiou devagarzinho até o fundo. O pau dele deslizou todinho e enquanto ele enfiava aquela rola em mim, eu mordia seu pau com a buceta. Apertava a cabecinha dele lá no fundo. Ele me segurou forte pela cintura e deu umas estancadas fortes. Eu gemia alto, aí ele enfiava tudo pra sentir minha xoxota pulsando, apertando a cabeça do pau dele. Gozei mais umas vezes. Rebolava feito doida, ele pingava de suor… Me comeu por vários minutos daquele jeito. Mesmo gozando, seu pau continuou duro e quando queria amolecer eu fazia uma chupeta mais forte pra ele ficar trincando de novo! A gente transou em vários cantos do consultório, ele sentou e eu cavalguei de frente e de costas pra ele, eu deitei na maca com as pernas apoiadas naqueles ferros e ele de pé na minha frente, ele em pé e eu sentada na maca com as pernas na cintura dele, eu de quatro, apoiada na mesa, apoiada na maca, na parede… Que delícia!

Foi quando eu estava de quatro, rebolando no pau dele, que ele se abaixou, passou a língua pela polpa da minha bundinha e chupou meu cuzinho com vontade, deixando ele todo molhado. Pediu pra eu arrebitar bem a bunda, o máximo que eu pudesse. Passava a língua em todo o racho. Levantou, passou a rola por fora da minha buceta, deixando a cabeça do pau brilhando, bem molhadinha, e foi enfiando bem devagar no meu cuzinho, sem machucar. No começo sempre dói um pouquinho, mas depois… Eu adoro!!! Sinto um tesão louco, diferente, bem mais forte. Parece que nesta hora eu sou totalmente dominada, saio de mim, fico completamente arrepiada, subindo pelas paredes!!! Ele também estava no mesmo pique, mas o homem é forte, sabia controlar o gozo. Aquele safadinho aproveitou muito meu cuzinho até gozar feito louco!!! Ele encheu o meu rabo de porra, que escorria pelas minhas pernas… Confesso que não imaginava que teria uma consulta assim, tão perfeita… Será que foi assim com a minha amiga também?! Quem sabe?!

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