O Lado bom da vida: O Vigilante solitário

Depois de descansarmos um pouco, Geraldo sugeriu que nos vestíssemos para irmos embora; já recompostos e ainda dentro do apartamento ele tornou a elogiar meu desempenho confessando que gostaria que nos encontrássemos mais vezes; optei por manter-me em silêncio até chegarmos de volta no estacionamento do supermercado onde quebrei meu silêncio.
-Eu também gostei muito do nosso lance – disse eu mirando o rosto de Geraldo – Só que da próxima vez também quero gozar …, nem que seja na punheta …, isto é, se você topar!

 

 

-Da minha parte, tudo bem – ele respondeu com um sorriso nos lábios – e também …, se quer saber …, achei estranho que você não tenha gozado …, vamos manter contato, combinado?
Apertamos as mãos e eu saltei do carro caminhando na direção de onde estava o meu; voltei para casa sentindo-me satisfeito com a experiência além de ansioso por outras oportunidades com Geraldo; estava me sentindo tão realizado que somente naquele momento dei conta de que Geraldo tinha o meu número de celular e eu não me recordava de ter dado a ele essa informação; aquilo me deixou confuso, mas a satisfação que ele me proporcionou naquela manhã superava essa preocupação.

 

Mesmo saltitante com a primeira experiência com outro homem, não dispensei as salas de bate-papo, pois sentia muita vontade de conhecer outras pessoas e ter novas experiências. E enquanto Geraldo não me procurava acabei descobrindo uma nova oportunidade. Numa noite em uma das salas um sujeito de apelido “Vigilante Solitário”, me procurou; começamos a conversar sem muito interesse até o momento em que o sujeito partiu para o ataque dizendo que estava doido por uma mamada bem gostosa e que estava muito a fim que eu lhe desse essa oportunidade, já que ele lera minhas mensagens anteriores todas sobre o mesmo assunto.

 

Quando abri a possibilidade de atender ao seu pedido ele me disse que trabalhava como vigilante noturno e que somente tinha disponibilidade durante o dia, de preferência pela manhã, pois ficava sozinho em sua casa com sua esposa indo para o trabalho. Fiquei chocado e assustado ao mesmo tempo; chocado do sujeito me propor mamá-lo em sua casa e assustado pelo risco envolvido. Ficamos teclando por algum tempo permitindo que eu sopesasse sua proposta avaliando risca versus oportunidade.
“E aí, mano? Topa ou não topa?”, escreveu ele demonstrando sua exasperação; derrotado pelo tesão respondi afirmativamente, e o vigilante pediu que nos colocássemos no modo privado para que ele me passasse seu endereço e também para combinarmos o horário. “Cê gosta de rola, putinha? Então vem aqui mamar a minha que é grande, grossa e gostosa!”, escreveu um tal de “PAU GG” que se apresentou para mim; como eu já havia combinado com o vigilante o nosso encontro para o dia seguinte pela manhã, agradeci e disse que não seria possível naquele momento, mas que se ele quisesse marcar para outra vez, eu estaria disposto.

 

“Sabia! Tu é mesmo um cagão! Acho que nunca mamou rola nenhuma e nem sabe fazer direito!”, teclou ele demonstrando uma agressividade gratuita. Eu bem que podia simplesmente ignorar a grosseria, mas ele mexera com meu brio e por conta disso respondi a altura: “Não apenas já mamei, como mamo muito gostoso; e se depender de mim você vai se acabar na punheta!”. Sem esperar pela resposta desconectei-me da sala e fui cuidar da vida, não sem antes anotar o endereço do vigilante.
Na manhã do dia seguinte, deixei minha esposa no seu trabalho e rumei para meu novo encontro experimentando um misto de ansiedade, receio e tesão. O local ficava em um bairro próximo do centro velho da cidade em uma rua de prédios residenciais de pequeno porte que certamente não era um lugar seguro para circular-se durante a noite. O número indicado por ele tratava-se de uma edificação de três andares bem antiga e mal cuidada, sem elevador e sem portaria contando apenas com um tipo de porteiro eletrônico. Assim que acionei o botão uma voz rouca perguntou de quem se tratava; respondi que era sobre o combinado na noite anterior sem dar mais detalhes.

 

A pesada porta de metal abriu-se após o ruído de um contato magnético; o sujeito morava no primeiro andar para minha sorte e mal havia tocado a campainha ele veio me atender; era um negro de meia-idade, estatura mediana, cabeça raspada e corpo bem definido vestindo apenas uma cueca boxer; ele sorriu e pediu que eu entrasse; disse chamar-se Olavo e pessoalmente parecia bem mais atencioso e gentil.

Nos sentamos no sofá e ele me ofereceu água que aceitei, pois além de um pouco ofegante ainda estava temeroso; conversamos um pouco, e Olavo mostrou-se ainda mais amável deixando-me mais à vontade; contou-me que gostava muito de uma mamada, mas sua esposa recusava-se a fazê-la afirmando que era algo nojento e por essa razão ele procurava por isso fora do casamento.
-Mas porque prefere ser mamado por um homem? – perguntei a certa altura um tanto curioso.
-Ah, sei lá! Acho que é mais fácil e com menos frescura! – ele respondeu com tom brincalhão – E você? Porque gosta?
-Também não sei explicar direito – respondi com tom ameno – No início era curiosidade …, agora …, acho que gostei …
Olavo deu um sorriso safado e ficou de pé olhando para mim e pedindo que eu puxasse sua cueca; respondi que o faria se ele permitisse que eu ficasse sem roupa. “Pô! Demorô, parceiro! Manda ver!”, respondeu ele com tom entusiasmado. Fiquei de pé e me despi sem perda de tempo; a seguir me pus de joelhos na frente dele e comecei a puxar lentamente sua cueca para baixo, não demorando a libertar o bruto que saltou para fora rijo e pulsante. Olavo tinha uma rola de tamanho médio, mas o que impressionava era seu calibre que saltava aos olhos! Acariciei a vara e também as bolas mirando o rosto do parceiro que sorria afagando meus cabelos.

 

Dei umas boas lambidas na glande ouvindo Olavo sibilar e grunhir baixinho e depois a envolvi com os lábios apertando-a com suavidade; o sujeito não aguentou e soltou um gemidinho me estimulando a prosseguir; comecei a mamar com certa cadência engolindo e cuspindo boa parte daquela rolona bruta sentindo a mão dele me afagando sinalizando que não tinha pressa. Larguei a rola sob controle de minha boca e apalpei e apertei suas nádegas um pouco temeroso da reação; Olavo não esboçou nenhuma reação permitindo que eu continuasse apertando suas nádegas cuja firmeza era intrigante.

-Uhhh! Isso é bom! – murmurou ele após algum tempo – Me diz uma coisa …, Ahhh! Você já lambeu um cu?
-Não! Nunca! Mas faço se você quiser! – respondi enfático sem disfarçar minha excitação.
Olavo deu uma risadinha e se pôs de quatro sobre o sofá empinando o traseiro; eu me aproximei e acariciei suas nádegas que eram firmes e roliças sentindo meu pau enrijecer de uma forma surpreendente. Separei-as com as mãos e examinei o rego entre elas localizando o buraquinho que parecia piscar; comecei a lamber todo o rego de cima para baixo e depois no sentido contrário até me deter no orifício que lambi e chupei com eloquência chegando a meter a língua dentro dele ao mesmo tempo em que puxava a rola para trás fazendo uma ordenha bem vigorosa.

 

Eu me deliciava ouvindo o sujeito gemer e grunhir sentindo sua rola dura em minha mão enquanto lambia seu cu piscante; em dado momento girei o corpo e naquela posição abocanhei o bruto mamando com avidez deixando Olavo enlouquecido de tesão. Aproveitei para dar uma dedada no brioco sentindo o pau mais duro dentro da boca até que o sujeito não aguentou mais e gozou fartamente; foi tanta porra que acabou vazando deixando tudo lambuzado. De pernas trêmulas, Olavo despencou no sofá e eu me sentei no chão suando ofegante.
Olavo me convidou para um banho, mas ao olhar para o relógio, declinei do convite porque estava atrasado; achei engraçado quando ele fez menção de pegar a carteira já perguntando sobre o preço da mamada. O mais cômico foi o fato de que não me senti ofendido e assim perguntei a ele se havia gostado. “Pô, parça! Se gostei? Foi a melhor mamada que alguém já me deu! E vou querer outra vez, viu?”, ele respondeu com tom esfuziante e com uma enorme carga de sinceridade. Nos despedimos com apertos de mão e troca de números de celulares e eu segui com minhas tarefas cotidianas.

Mais tarde naquele dia, decidi sair para uma caminhada para me exercitar; vesti um calção largo e uma camiseta regata e munido de fones de ouvido e contador de passos fui para uma avenida que fica nas imediações e iniciei meu circuito. Um bom tempo depois fui interrompido por uma mensagem de texto. “Se quiser mamar uma rola estou bem próximo de você!”, dizia a mensagem que era do Geraldo.
Muito preocupado em saber que ele tinha meu celular e seguindo meus instintos, disse a ele que não poderia, pois tinha compromissos pessoais. Geraldo não respondeu nem teclou mais nada. Sentindo uma certa frustração voltei para casa e esqueci o assunto e procurei esquecê-lo também. Pouco mais de duas semanas depois Olavo me enviou uma mensagem dizendo que estava louco por uma mamada; o único problema era que ele fora transferido de posto para uma concessionária de veículos e que seu turno era durante o dia. “O legal é que fico sozinho aqui o dia todo! E aí! Vai rolar?”, escreveu ele ao final. Cheio de tesão e ansiedade pedi o endereço e depois de resolver alguns assuntos, peguei o carro e rumei para o local que não ficava muito distante de casa.
Estacionei em uma rua lateral e segui as instruções dele até chegar ao fundos já que a frente é inteiramente envidraçada. Olavo esta de uniforme e tinha um largo sorriso no rosto ao me ver. Fomos para seu minúsculo alojamento que ficava mais ao fundo onde havia uma mesa, cafeteira elétrica, bebedouro e um cama de armar. Como dois adolescentes açodados tiramos as nossas roupas e logo eu estava aninhado entre as pernas dele desfrutando de sua rolona grossa e dura. Fiz muitas estripulias com aquele pauzão grosso mamando, lambendo mordiscando as bolas e punhetando tudo ao mesmo tempo ao som dos gemidos e grunhidos roucos do vigilante.
De surpresa, Olavo se desvencilhou de mim e pediu que eu ficasse de quatro sobre a cama; foi incrível quando ele estapeou minhas nádegas antes de separá-las para lamber meu cuzinho e a sensação de sua língua vagando pelo rego e pelo orifício me causava demorados arrepios e uma sensação de submissão da fêmea ao macho. “Ahnnn! O que …, o que você tá fazendo …, Uhhh!”, murmurei quando senti a chapeleta larga do vigilante pincelando meu rego e cutucando meu brioco.
-Calma, parça! Vou pôr só a cabecinha – ele disse com tom safado – Se doer eu paro tá bom?
Olavo deu umas cuspidas no rego e depois de deixá-lo bem lambuzado cutucou com força; já no segundo golpe senti o troço rombudo laceando meu buraquinho penetrando um pouco; foi uma dor lancinante, principalmente por conta da minha fissura anal, e eu não contive um gritinho agudo; ao perceber meu sofrimento, o vigilante estancou a penetração. “Deixa assim …, só a cabecinha, tá?” sussurrou ele enquanto pegava meu pau que estava duro como pedra e aplicava uma punheta robusta causando uma sensação mista de dor e prazer. É claro que o safado não deixou apenas a chapeleta enfiando um pouco mais mesmo ante meus protestos.
Olavo socava devagar a parte que ele já metera em meu cuzinho arregaçado sem desviar atenção da punheta que me deixava louco; confesso que era uma sensação ambígua a dor da penetração parcial e a punheta do meu pau duro como nunca; por conta disso não reagi e deixei que ele conduzisse a situação. “Ahhh! Uiii! Devagarzinho, tá? Não vai me deixar todo arrombado!”, murmurei entre gritinhos e gemidos. Olavo me apaziguou dizendo que seria carinhoso e depois de umas boas socadinhas no meu cu ele sacou a pica causando-me uma sensação inexplicável de alívio e vazio. O vigilante virou-se encima de mim e continuou me punhetando pedindo que eu o mamasse o que fiz com enorme prazer.
E a gozada mútua veio farta e rompante com minha boca e meu ventre encharcados de sêmen; não fui capaz de engolir todo a carga do vigilante, mas desfrutei ao máximo o que me foi permitido. Olavo estirou-se nos pés da cama perguntando se eu estava bem. “Estou sim! Um pouco dolorido, mas muito satisfeito!”, respondi com uma pontinha de orgulho; afinal, pela primeira vez senti um pau de macho no meu cu! Ficamos conversando por algum tempo e logo percebi que a rola do sujeito dava claros sinais de enrijecimento.
-Viu só? Ela tá te querendo outra vez! – disse ele enquanto alisava a jeba que crescia a olhos vistos – Me dá mais uma mamada, vai!
É claro que o gulosinho aqui não se fez de rogado e me aninhei entre as pernas do vigilante saboreando sua rolona mais uma vez; eu não conseguia descrever as sensações que me aguçavam com uma excitação desmedida despertada por estar ali chupando e lambendo a rola de um macho, mas o que eu sabia …, aliás, o que eu tinha certeza era que queria mais. Depois de receber mais uma carga de sêmen na boca, me vesti despedindo-me de Olavo que reafirmou os elogios a meu respeito. Voltei para casa e às escondidas tratei de cuidar do meu fuleco com uma pomada indicada ainda guardando na memória a desvario daquela manhã com o vigilante; mesmo com o rabinho dolorido eu não pretendia parar por ali; tanto é fato que naquela mesma noite voltei a frequentar as salas de bate-papo a procura de algo novo e mais excitante!

1 comentário em “O Lado bom da vida: O Vigilante solitário”

  1. Olá sou doido para pegar uma casada, ou ter experiência com uma novinha, virgem, loirinha aquelas bem branquinha rsrs olha quando eu era pequeno sempre escutava meus pais transando alguém já viveu isso ou já transou do lado do filhos vamos trocar experiência me chama no zap 11954485050

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