Meu nome é Alexandre, tenho 55 anos, nem alto e nem baixo, cabeça raspada por opção, barba grisalha e a famosa “barriguinha de cerveja”, ou seja, um sujeito normal para a minha idade.
Minha esposa se chama Ana Rosa, tem 52 anos, pele branca, coxas grossas, bunda volumosa e seios fartos, do tipo “coroa gostosa”, um pouquinho acima do peso, mas que ainda desperta atenção em homens e mulheres.
Temos uma única filha, já casada, com 25 anos. Estamos aguardando nosso primeiro neto.
Eu e Ana somos muito bem casados há 26 anos e, diferentemente da maioria dos casais de nossa idade, mantemos nossa vida sexual ativa, com pelo menos duas fodas por semana. Temos brinquedinhos picantes, como vibradores de variadas formas e tamanhos, mais alguns outros acessórios como plugues e gel.
De um certo tempo para cá, venho sentindo um enorme desejo em imaginar a Ana transando com outro homem. E não se trata apenas de uma foda e nada mais, imagino ela namorando mesmo, tudo no mais completo sigilo, obviamente.
Ao comentar esse fetiche com ela durante uma de nossas transas, ela achou estranho e até me questionou se depois de tanto tempo juntos eu não a amava mais e não sentia ciúme de que ela pudesse trepar e “namorar” com outro homem.
Desde o início eu a tranquilizei, afirmando que nada mudaria nossa relação, e passei a enviar-lhe com frequência textos e relatos extraídos da internet sobre o assunto, mostrando que aquela fantasia era absolutamente normal e que o mundo Cuckold era algo bem mais comum do que ela imaginava.
Também lhe mandava vídeos pornôs com mulheres liberadas pelo marido, transando com outros homens com e sem a presença do “titular”, ménages, swing, e coisas do gênero.
Com o tempo, Ana foi assimilando melhor a ideia e já notava sua buceta bem mais molhada quando a gente transava e eu fantasiava que ela estava dando para outro macho.
Por outro lado, minha ereção já não era tão prolongada como antes, por conta da minha diabetes, e eu até a incentivava a colocar a fantasia em prática para que ela, além de experimentar um pinto diferente, pudesse se satisfazer mais plenamente no sexo. Afinal, minha esposa sempre foi uma autêntica vadia na cama, sempre adorou sexo e putaria.
Quando tivemos a certeza que poderíamos realizar a fantasia (que já não era mais somente minha, mas nossa), no momento em que ela sentiu-se segura de que nada daquilo poderia afetar nosso casamento de 26 anos e deu sinal verde para “avançarmos de fase”, veio a questão: quem seria o felizardo? Alguém totalmente discreto e confiável de nosso meio social ou algum desconhecido?
Após analisarmos o fato, Ana disse que preferia alguém de confiança do nosso círculo de amigos e, sem titubear, falou o nome de uma pessoa que era bastante presente em sua família.
Tratava-se de Jeferson, um cara boa pinta de 40 e poucos anos, recém divorciado, alto, corpo natural, sem barba, que tinha um bom emprego e que realmente se mostrava muito discreto e reservado, sempre uma figura garantida nos churrascos e festas da família de Ana.
Naquele instante, nós estávamos pelados na cama e eu acariciava os seios grandes da minha amada, puxando levemente os biquinhos durinhos e rosados. Quando ela citou o nome de Jeferson, imediatamente senti um misto de ciúme e tesão.
– Então quer dizer que você sempre teve uma queda pelo Jeferson e nunca falou nada, minha puta safada?
Ana riu muito, virou-me para beijar minha boca e, ao sentir meu pau bastante duro, o que ultimamente era incomum, respondeu com um sorriso provocador:
– Ahh, eu sempre o achei um gato, maduro, respeitoso, e imagino que deve ter muita pegada na cama… E pelo jeito você gostou muito da surpresa, não é meu puto? Quer ser corno do Jeferson, quer? Eu topo.
Naquele momento transamos loucamente e consegui trepar com um desempenho que há muito tempo Ana não sentia. Nem eu…rs.
A coisa foi esquentando a cada noite e sempre que enfiava o vibrador em sua buceta no meio da trepada ela ficava louca de tesão e até apelidou o acessório de “Jeh”. Nosso sexo estava muito mais gostoso e mais duradouro.
Até que não demorou muito tempo e meu cunhado mandou mensagem nos convidando para uma churrasco que teria em sua casa na tarde do próximo sábado.
Chegamos lá e estava um dia muito bonito, de bastante sol e calor, com muita bebida, comida e risadas.
Ana vestia uma bermuda branca curta, que realçava suas coxas, uma blusinha com decote relativamente generoso e, nos pés, uma rasteirinha. Pronta para ser degustada sem moderação pelos olhares maliciosos dos tarados presentes.
Em determinado momento, minha esposa agarra meu braço e diz: “Olha quem chegou”. Olhei para a entrada e Jeferson estava entrando no quintal, com um cooler de cerveja nas mãos, sorridente e cumprimentando a todos, vestindo uma camiseta casual, bermuda e tênis.
Quando veio em nossa direção, Ana levantou-se e o abraçou com força, beijando-o no rosto, quase no cantinho da boca, o que Jeferson prontamente percebeu, mas deve ter imaginado que tal “atrevimento” na frente do marido fosse por conta do efeito da bebida.
Liberada, Ana sentia que podia ser mais ousada como de costume, poderia paquerar e até flertar, sempre claro com discrição, preservando nossa imagem de casal exemplar e não deixando nada visível para os demais convidados.
A festa rolou até tarde da noite, e eu perdi o controle da bebida, ingerindo álcool bem mais que o normal. O que me fazia cochilar sobre a mesa. As vezes acordava assustado e podia notar que Ana e Jeferson dançavam coladinhos, tentando disfarçar a “proximidade” de um com o outro.
Quando passava da meia-noite, falei para a Ana que teríamos que ir embora para casa, porque eu estava embriagado e precisava dormir.
Ana não dirige e prontamente Jeferson se ofereceu para dirigir meu carro e nos levar para casa, já que não costumava usar o próprio carro quando saía para beber. Disse que assim que nos deixasse em segurança em nossa casa, chamaria um Uber para a casa dele.
Não me lembro de mais nada.
Só sei que acordei na manhã de domingo com uma baita ressaca e muita dor de cabeça, resultado das dezenas de cervejas e caipirinhas que bebi.
Minha esposa estava dormindo profundamente ao meu lado, completamente nua e relaxada.
Após deixá-la descansar por mais algum tempo, puxei seu rosto contra o meu e queria falar mais da noite anterior, saber mais detalhes de tudo o que ela falava no ouvido do “Jeh” enquanto dançavam grudadinhos.
Ela acordou, me deu um beijo e virou-se me olhando com ternura.
– Aconteceu, meu amor.
– Aconteceu? O quê?
– O que você queria. Finalmente, depois de 26 anos de casamento, sua esposinha sentiu o gosto e o sabor de outra rola. E que rola… ela me disse, suspirando de olhos fechados e com um sorrisinho malicioso na boca.
– Como assim? Você deu para o Jeferson?
– Uhum, disse ela. E foi muito gostoso, bem acima da minha expectativa, continuou.
– Ele é carinhoso, beija bem, gostoso, tem um pinto grosso, maior e mais duro que o seu…rsrs.. e me preencheu de um jeito que eu nunca senti antes. E também gozou dentro da bucetinha que antes era só sua.
Ana então levou minha mão até sua xota e me fez colocar um dedo lá dentro. Senti sua gruta ainda melada. Depois, colocou o dedo em meus lábios e eu pude sentir um gosto meio azedo de porra. Ela sempre sorrindo.
– Fiz questão de não tomar banho e nem de me limpar só para você sentir o gozo do Jeferson ainda dentro de mim.
Então pedi que me contasse como foi e ela foi direta ao ponto:
– Assim que ele guardou o carro na garagem, você o convidou para entrar e tomar a “saideira” conosco na sala. Só que você foi pro nosso quarto e não voltou mais. Fiquei conversando com ele na sala e, passados alguns minutos, fomos ao quarto e vimos que você estava completamente entregue ao sono. Tirei sua calça e voltamos pra sala.
– Abri duas cervejas e continuamos conversando na sala, vendo vídeos de músicas do YouTube na TV. Jeferson então me chamou para a “última dança” da noite, e assim que o abracei ele me beijou.
– Como eu não ofereci nenhuma resistência, ele continuou me beijando e passou a me agarrar com muita vontade, falando que eu era muito gostosa e muito safada, que eu dava de 10 x 0 em muita mulher mais nova que ele conhece, e que você era muito sortudo por ter uma puta como eu dentro de casa todos os dias.
– Então eu o puxei para o sofá, tiramos nossas roupas, e ele me comeu de várias formas possíveis.
– Eu cavalguei bastante naquele pau delicioso, ele me fodeu de quatro, me lambeu a buceta, a bunda, eu chupei as suas bolas, ele sugou e mordeu meus seios, primeiro um depois o outro, e por fim gozou muito leite quentinho na minha xota que ficou arrombada, porque não está acostumada com um pauzão daquele tamanho e de ser fodida durante muito mais tempo que você consegue.
– Puta… eu disse para a Ana, com meu pau totalmente duro de tesão.
Ela então se levantou, sentou em mim com a buceta avermelhada de tanto meter, se encaixou no meu pinto, e começou a cavalgar, olhando fixamente para meus olhos, respondendo:
– Meu corno… Daqui para frente você é oficialmente meu corno. E eu já avisei ao Jeferson que “quem come quieto, come sempre”. Te amo, Alê.
Em pouco tempo eu gozei e ficamos abraçados na cama imaginando tudo o que estava por acontecer.