Com o marido dormindo ao lado

Ela se chamava Juliana, 29 anos, casada há cinco com Roberto, mas nunca foi fiel e ele sabia muito bem. O marido até ficava doido de ciúme, reclamava, mas no fundo aguentava. Juliana adorava dar pra outros homens. A buceta dela molhava só de pensar em arriscar, sentir uma pica nova enquanto o corno dormia ou fingia que não via.

Naquela excursão pra casa de praia lotada com uns 50 conhecidos, a coisa ficou ainda mais perigosa e excitante. Não tinha quartos pra todo mundo, então colchões foram espalhados lado a lado no chão enorme da sala principal. Roberto dormia grudado nela, roncando alto como sempre. Mas entre tantos corpos, qualquer um podia estar bem perto.

Juliana deitou de shortinho fino e camiseta, sem sutiã. A casa toda escura, só o barulho das ondas e roncos misturados. Lá pelas três da madrugada, um rapaz chamado Lucas, uns 25 anos, forte, pele morena, se deitou no colchão do outro lado dela. O espaço era apertado. O braço dele roçou na cintura dela e Juliana sentiu um choque de tesão direto na bucetinha.
– Meu Deus… que oportunidade – pensou, já sentindo a xana latejar e molhar a calcinha.

Roberto roncava pesado do lado esquerdo. Ela esperou uns minutos, coração disparado, e decidiu arriscar. Devagar, tirou a calcinha por baixo do shortinho e empurrou a bundinha pra trás, encostando na coxa de Lucas. Ele acordou no susto, mas percebeu rapidinho. A mão dele desceu devagar e apertou a bunda macia dela.
Juliana abriu um pouco as pernas e empinou mais o rabo. O dedo dele logo encontrou o cuzinho piscando. Roçou, pressionou, sentiu que ela estava molhada de tesão.

– Que delícia… – sussurrou Lucas baixinho.
– Shhh… mete o dedo – respondeu Juliana quase sem voz.
Ele obedeceu. O dedo médio entrou devagar no rabinho apertado, girando, abrindo. Juliana mordeu o lábio pra não gemer alto. A bucetinha escorria, melando a coxa. Roberto continuava roncando, alheio.
Lucas tirou o pau pra fora do short. Estava duro, grosso, veias saltadas. Esfregou a cabeça quente na bundinha dela, lambuzando com o pré-gozo. Juliana empurrou pra trás, ansiosa.

– Enfia no meu cu… vai… bem devagar primeiro – murmurou ela.
A cabeça do cacete pressionou o anelzinho. Entrou com uma pressão gostosa, ardendo um pouco. Juliana soltou um gemidinho abafado:
– Aaaahhh… que pauzão… tá entrando no meu rabinho…
Lucas segurou a cintura dela e foi metendo aos poucos, centímetro por centímetro, até as bolas encostarem. O cuzinho dela engoliu tudo, apertando forte. Ele começou a bombear devagar, com medo de fazer barulho, mas o tesão era demais. Juliana rebolava devagar, sentindo cada veia do pau roçando dentro do cu.
– Isso… fode meu rabo… bem fundo… meu marido tá do lado e não sabe de nada… aaaaiii…

O ritmo aumentou. Lucas metia com mais força, o saco batendo baixinho na buceta molhada dela. Juliana estava louca. O perigo de serem pegos, o ronco do marido, a pica estranha arrombando seu cu… tudo isso fazia ela delirar.
– Mais rápido… me arromba… tô quase gozando no seu cacete… aaaahhh… caralho…

O primeiro orgasmo veio forte. A bucetinha dela esguichou sem nem ser tocada, melando os dois. O cuzinho apertou tanto que Lucas quase gozou também. Ele segurou, continuou metendo fundo, estocadas curtas e brutas.
– Que cu gostoso… tá me apertando todo… vou encher você de porra…
Juliana gozou de novo, corpo tremendo, mordendo o próprio braço pra não gritar. Lucas deu mais umas estocadas profundas e gozou pesado dentro do rabinho. Jatos quentes, grossos, enchendo o intestino dela. Ficou lá dentro um tempo, pulsando, até amolecer um pouco e sair com um plop molhado. Porra escorreu pelo cu, melando a bundinha e o colchão.

Lucas virou pro lado e fingiu dormir rápido. Juliana, ofegante, virou a bunda pro marido. A porra ainda escorrendo do cu aberto. Passaram uns minutos e Roberto acordou, com tesão como sempre de madrugada. Passou a mão na cintura dela, desceu pra bunda e sentiu tudo melado, quente, escorregadio.

– Que porra é essa, Juliana? – perguntou baixinho, voz rouca de sono e surpresa.
Ela virou o rosto, sorrindo safada no escuro.
– Acabei de dar o rabo pro cara que tá do meu lado. Ele me fodeu gostoso enquanto você roncava. Tá tudo cheio da porra dele… quer sentir?
Roberto ficou paralisado. A mão ainda na bunda melada. O pau dele endureceu na hora, mas a cara era de humilhação e tesão misturados.
– Sua vadia… aqui do meu lado? Com todo mundo dormindo perto?

– Isso mesmo, corno. Fica quietinho senão todo mundo vai saber que sua mulher é uma puta que dá o cu pra qualquer um. Agora ou você me come assim mesmo ou fica aí babando.
Roberto engoliu em seco. O cheiro de sexo estava forte. Ele baixou o short e encostou o pau na buceta dela, mas Juliana empurrou a bundinha pra trás, forçando o cacete dele na entrada melada do cu.

– Não… mete no cu… sente como ele deixou meu rabinho arrombado e cheio de porra alheia.
Roberto obedeceu. Entrou fácil no cuzinho escorregadio. A porra do outro serviu de lubrificante. Ele metia devagar, sentindo a bagunça quente.

– Porra… tá tão aberta… tão melada… você é uma puta mesmo…
– Isso… me fode com a porra dele ainda dentro… aaaahhh… gosta né, corno? Gosta de comer o cu da sua mulher depois que outro gozou lá…

Juliana rebolava, gozando mais uma vez só com a humilhação e a fricção. Roberto não durou muito. Gozou misturando a própria porra com a do estranho, enchendo o cu dela ainda mais.
Depois ele ficou lá, ofegante, abraçado nela, sem dizer nada. Juliana sorriu satisfeita no escuro. Tinha dado pra um desconhecido bem do lado do marido e ainda fez o corno limpar o estrago com o próprio pau. Era assim que ela gostava. Livre, safada e no controle.

Nos dias seguintes da excursão, Juliana arriscou mais. Uma tarde, enquanto Roberto estava na praia, ela puxou Lucas pro banheiro lotado da casa e deixou ele foder sua buceta em pé, rápido e bruto, tapando a boca dela pra não gemer alto demais. Outra noite, deixou ele chupar sua bucetinha enquanto o marido dormia a poucos metros.
Roberto sabia de tudo, reclamava baixo, mas sempre acabava comendo ela depois, sentindo o gosto ou a porra dos outros. Era o acordo torto deles. Juliana era a rainha da safadeza e ele, o corno feliz que aguentava.

Na última noite da viagem, ela quis caprichar. Deitou de lado, de frente pro Lucas, e deixou ele meter na bucetinha devagar enquanto Roberto dormia colado nas costas dela. A mão de Juliana segurava o pau do marido, masturbando devagar pra ele não acordar bravo.
– Isso… mete gostoso na minha xana… bem fundo… – sussurrava pra Lucas.

– Que buceta molhada… tá apertando meu pau… – respondia ele baixinho.
Quando Lucas gozou dentro dela, Juliana apertou o pau do marido e ele gozou na mão dela sem nem entender direito o que estava acontecendo. Depois ela limpou a mão na própria coxa e dormiu satisfeita, cheia de porra de dois homens ao mesmo tempo.
Era assim que Juliana vivia. Sem fidelidade, sem limite e com muito tesão.

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