O bar estava lotado, o som alto pulsando no peito. Eu tinha ido atrás dela, desconfiado, e acabei me escondendo perto do balcão, meio na sombra. Não esperava ver aquilo.
A Dani estava no meio da pista, dançando arrocha com um cara que eu nunca tinha visto. O corpo dela colado no dele, quadril contra quadril, rebolando devagar no ritmo da sanfona eletrônica. A saia curta subia a cada descida, mostrando a coxa grossa, brilhando de suor. Ele segurava firme na cintura dela, mão descendo até quase a bunda, guiando o movimento.