Samira Lirith era uma visão de pura sedução. Com seus cabelos loiros cascateando como ondas douradas sobre os ombros nus, olhos azuis penetrantes que prometiam segredos proibidos e um corpo esculpido como uma deusa grega – curvas generosas nos seios fartos, cintura fina e quadris que balançavam com uma graça felina –, ela era o tipo de mulher que fazia os homens perderem o fôlego.