Era uma tarde quente de março, sol batendo forte no condomínio. A vizinha do andar de cima, a Dona Márcia, 52 anos, coroa gostosa que todo mundo no prédio olhava: corpo ainda firme, peitos grandes e caídos na medida certa, bunda redonda marcada por anos de academia, cabelo loiro platinado e um sorriso safado que escondia fome acumulada. O marido dela, um corno aposentado de 60+, mal saía de casa e “não dava mais conta” fazia tempo.