Não demorou muito tempo pra ela topar aquela deliciosa putaria da qual eu vivia a fantasiar. Como eu já disse no conto anterior, sou casado com uma transex muito gostosa e cavala. Ela chama muito atenção por ser uma morenaça bem malhada e rabuda. Não tem jeito, onde ela passa, a macharada quebra o pescoço para olhar a raba da Joyce. E eu sempre gostei disso. Agora eu estava louco para liberar minha pentelhuda para outro macho.
Conversamos bastante sobre como realizaríamos aquela fantasia ao longo das semanas seguintes. Mas foi bem fácil na verdade. Joyce era bastante experiente e sabia das coisas. Me levou numa boate liberal e falou “Seixa comigo”. Tomou uns drinks e logo estava soltinha na pista. Estava só de minissaia, as coxas grossas à mostra pra todo mundo ver. Fiquei de logo só observando. Logo chegou um maluco e começou a dançar perto dela. Joyce deu espaço e o cara veio encoxar ela por trás. Meu pau já estava duro como ferro nesta hora. Ela ficou rebolando na vara do cara que foi se envolvendo. Então ela puxou o maluco pra nossa mesa.