Prima casada e gostosa

A tarde em Brasília estava quente pra caralho, daqueles dias em que o ar parece grudar na pele. Eu, com meus 30 anos, tinha ido até a casa da Lúcia só pra bater papo e tomar umas cervejas.

Ela, minha prima de 36 anos, casada com o Paulo, era uma mulher que sempre me deixava com o pau meio inquieto só de olhar, em algumas ocasiões quando a queria provocar, eu a chamava de Frouxa. Cabelos pretos longos, corpo cheio de curvas, bundinha empinada e uns peitos que pareciam pedir pra serem chupados. A gente sempre foi amigo, mas nunca rolou nada. Até aquele dia.

O Paulo tava viajando e a filha dela, já com 18 anos, estava na casa dos avós. A casa vazia, só nós dois. A gente abriu as primeiras latas geladas e o papo fluiu. Lúcia já estava meio alta, os olhos brilhando, quando soltou:
– Sabe, primo… eu nunca coloquei um chifre no Paulo. Mas caralho, eu tenho vontade. Ele me trai pra caralho, sai com várias vadiazinhas por aí. Eu só conheci ele na cama. Queria sentir outra pica, só pra saber como é.

Meu pau endureceu na hora dentro da bermuda. Tentei disfarçar cruzando as pernas, mas ela notou o volume e deu um sorrisinho malicioso. A gente mudou de assunto rapidinho quando o papo podia esquentar demais. Bebemos mais, eu fui embora com a cabeça cheia de imagens dela gemendo.

Dias depois, voltei. Paulo ainda fora, casa só nossa. Mais cervejas. O álcool soltou a língua de novo. Eu lembrei:
– E aí, prima? Ainda tá frouxa? Falou que queria chifre mas não tem coragem. O Paulo te come de qualquer jeito e você aguenta tudo.

Ela riu, mas ficou vermelha.
– Para com isso… eu falei aquilo bêbada. Não tenho coragem mesmo.
– Frouxa. Você é linda pra porra, buceta deve ser apertadinha e quente. Merece uma pica de verdade, não só a dele que sai por aí enfiando em qualquer buraco.

Ela tentou rebater, mas eu não deixei. Insisti que ela precisava experimentar outro homem. Lúcia mordeu o lábio, olhou pro chão.
– Vou pensar… mas não tenho ninguém em vista.
– Eu acho você gostosa pra caralho. Super bonita, corpo de fazer qualquer um babar.
Ela ficou sem graça, levantou rápido.
– Fica à vontade aí. Vou tomar um banho pra refrescar.

Enquanto ela estava no banho, eu peguei outra cerveja. Quando Lúcia saiu, meu Deus… cabelos molhados caindo nos ombros, perfume doce misturado com o cheiro de pele limpa, shortinho curto marcando a bundinha e uma blusinha fina sem sutiã. Os bicos dos peitos marcando o tecido. Meu pau latejava.
– Posso tomar um banho também? Tá um calor do caralho.

Ela apontou o banheiro do quarto dela.
– Fica à vontade, primo. Tem toalha no armário.
Entrei, deixei a porta entreaberta de propósito. Tomei banho rápido, mas o tesão não baixava. Olhei pro lado e vi uma calcinha dela jogada no cesto, preta, rendada. Não resisti. Peguei, cheirei fundo. Aquele cheiro de buceta, levemente azedinho e doce ao mesmo tempo, me deixou louco. Enrolei a calcinha na pica dura, comecei a bater punheta devagar, imaginando ela de quatro.

– Ahhh… Lúcia… sua bucetinha gostosa…
Gozei forte, jorrando porra na calcinha. Quando abri os olhos, vi pelo reflexo da porta que ela estava ali, observando. Fingi que não vi. Saí do banheiro enrolado na toalha, entrei no quarto. Ela me espiava pela fresta da porta do quarto também. Meu coração batia forte.
Chamei:
– Lúcia, vem aqui. Preciso te falar uma coisa, mas é segredo.
Ela entrou, fingindo naturalidade.
– Fala, primo. Não conto pra ninguém.

Me aproximei, encostei a boca no ouvido dela, sussurrando enquanto enfiava a ponta da língua devagar na orelha.
– Tô tarado por você faz tempo. Vi você me olhando no banheiro enquanto eu cheirava sua calcinha e batia punheta pensando na sua buceta.
Ela se arrepiou toda, os biquinhos dos peitos endurecendo na hora. Tentou se afastar.
– Você é louco… para com isso.

Eu agarrei ela pela cintura, joguei na cama e caí por cima, beijando a boca com fome, metendo a língua enquanto a mão já subia por baixo da blusa apertando aqueles peitos macios.
– Para… primo… não podemos…
– Frouxa. Você é fria pra caralho, por isso o Paulo te troca por qualquer vadia. Aposto que sua buceta tá molhada agora.
Algo mudou nos olhos dela. Como se uma fera tivesse acordado. Ela me puxou pelo pescoço e deu um beijo longo, molhado, língua dançando com a minha.

– Agora você vai ver se eu sou fria, seu safado. Quero essa pica toda.
Ela arrancou a toalha com força. Quando a mão dela envolveu meu cacete grosso, o corpo dela tremeu inteiro.
– Caralho… que pica grossa… maior que a do Paulo…
Baixou a cabeça e engoliu meu pau de uma vez, chupando com fome. Língua girando na cabeça, sugando as bolas, descendo fundo até engasgar.
– Hummmmm… que delícia… chupa mais, prima… engole tudo…

Ela gemia com o pau na boca, babando, olhos lacrimejando de tesão. Eu tentava puxar ela pra cima pra chupar aqueles peitos, mas ela não deixava.
– Não… quero mamar essa pica até você gozar na minha boca.
O boquete era insano. Sucção forte, mão masturbando a base. Eu não aguentei.
– Ahhhhh porra… vou gozar!
Jorrei tudo na garganta dela. Lúcia engoliu cada gota, limpando o pau com a língua, sorrindo safada.
Puxei ela pra cima, arranquei a blusa. Os peitos pularam livres, mamilos rosados e duros. Comecei a chupar um, mordiscando, lambendo o outro. Ela arqueou as costas.

– Aiiiiiii… chupa mais… morde meus peitinhos… isso… caralho… que gostoso…
Gemidos desesperados enchiam o quarto. Ela apertava minha cabeça contra os peitos, arranhava minhas costas. De repente deu um grito agudo e gozou só com a boca nos peitos, corpo tremendo, buceta pulsando sem nem ter sido tocada ainda.
– Aaaahhhhh… gozei… nunca gozei assim…
Não perdi tempo. Desci beijando a barriga, mordendo de leve as coxas grossas. Tirei o short e a calcinha ensopada. A buceta dela brilhava, inchada, grelinho protuberante.
– Que buceta linda… toda molhada pra mim.
Passei a língua devagar do cuzinho até o clitóris. Ela gritou.

– Aaaaiiii… chupa minha buceta… lambe tudo…
Chupei com vontade, sugando o grelinho, enfiando a língua dentro da xana quente e apertada. Ela rebolava na minha cara, mãos nos meus cabelos.
– Isso… aíiiiiiii… no grelinho… caralho… você come buceta melhor que o Paulo…
Subi a língua pro cu dela, lambendo o rabinho piscando. Ela surtou.
– Aaaahhhhh… isso no meu cuzinho… nunca fizeram isso… que delícia… lambe meu cu, primo…
Alternei: buceta, cu, grelinho. Ela gozou de novo, jorrando na minha boca, pernas tremendo.
– Quero ser fodida agora… enfia essa pica em mim!

Sentei na cama, puxei ela pra cima. Lúcia sentou devagar na pica, descendo até as bolas.
– Aaaai… tá enchendo toda… que grossa… me fode…
Comecei a subir e descer ela, metendo fundo. Peitos pulando na minha cara. Mudamos de posição: de quatro, ela rebolando enquanto eu socava.
– Mais forte… fode minha buceta… rasga essa xana… aaaahhhh…
Gemidos altos, pele batendo, suor escorrendo. Ela gozava sem parar, uma atrás da outra.
– Tô gozando de novo… porra… não para…
Quando ela estava exausta, virei de bruços. Passei creme no pau e no cuzinho virgem dela.
– Agora vou comer esse cu gostoso. Vai ser completo o chifre.
– Vai… nunca dei o cu pra ninguém… me arromba… quero sentir tudo.
Empurrei devagar. Ela reclamou da dor no começo.
– Aiiiiiiii… dói… devagar… aaaai…
Mas não deixou parar. Quando entrei inteiro, ela começou a rebolar.
– Tá bom… vai… fode meu cu… que tesão…
Acelerei, metendo forte. O cu dela apertava meu pau. Gozamos juntos, eu enchendo o rabinho de porra quente enquanto ela gritava.
– Aaaahhhhh… gozei no seu cu… que delícia…
Ficamos ali, ofegantes, suados. Depois disso, viramos amantes. Sempre que o Paulo viajava, eu aparecia pra comer minha priminha. Ele que me desculpe, mas quem não sabe dar valor, perde. E eu sei muito bem como tratar aquela buceta, aqueles peitos e aquele cu guloso.

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