Corno por vocação

Ney e sua esposa Erika estão a caminho da pousada de um badalado balneário onde passarão o final de semana. Seu marido estaciona em frente a um prédio.

Erika que tem atributos físicos que invejaria qualquer estrela pornô de curvas abundantes, procura numa pasta, os documentos que dão a posse do apartamento de um morador.
– Não devo demorar!
– Vá logo! Vá se exibir pra esse velho gagá!
– Foi voce que me instigou a vestir esse shortinho ridículo que mal cobre as polpas de minha bunda e fica apertando minha boceta!
– Eu sei, eu sei, amor! Eu gosto de ver voce vestida assim e toda apertada! É muito sexy!
– Ora, vá se danar, queridinho! Deixa eu ir!

Erika pelo interfone fala com o morador que está com os documentos prontos pra ele assinar.
– Aaah, que bom! Estou descendo!
– Não!! Não quero que voce desça! Eu que vou subir! E voce sabe o que eu quero!

Devido ser um pouco distante prá ficar gritando, Erika usa o celular pra falar com o marido.
– Ele disse que quer ler tudo antes de assinar. Pediu pra eu subir. O que voce acha? Aqui não tem porteiro humano. É tudo eletrônico! Ou ele desce, ou eu subo!
– Acho que vai demorar, né?
– Sim, voce poderá ir adiantando as coisas lá pousada! Terminando aqui te ligo pra me buscar!

Era um prédio de quatro andares. O aqui citado morador estava esperando na porta do apartamento do último andar. Erika arregalou os olhos e abriu um sorriso ao ve-lo surgir detrás da porta inteiramente nu. Sua enorme mão segurava seu pênis da grossura de uma lata de bebida de comprimento igual a duas.
Erika era fascinada por esse cacetão. Sua boca se encheu de saliva ao fixar os olhos nele.

Ali mesmo com a porta aberta, Erika era beijada na boca e apalpada na bunda com os grossos dedos querendo furar-lhe as nádegas. Sem se preocupar com a porta aberta, ela se sentou nas panturrilhas e abocanhou a metade do cacetão, já escorrendo saliva pelos cantos da boca.

O velho safado, sem sair do lugar, fechou a porta e sentindo um enorme prazer de ter sua rolona sugada com tamanha avidez por aquela beldade, trinta e três anos mais nova que ele.
– Quisera eu fazer um filho em voce!
– Falando nisso… estou no período fértil! Portanto, na bocetinha nada! Só beijinhos!
– É pra já, meu amorzinho!
– Não temos muito tempo! E o Ney pode ficar inquieto! Prometi dar a bundinha pra ele, hoje!
– Huuumm, acho que voce já vai sair daqui lubrificada! Que coisa! Por que voce o provoca desse jeito!? Normalmente mulher adúltera quer esconder o amante! Mas, enfim! Tô aqui, né!?
– Existe um acordo não falado entre nós! Eu finjo que sou fiel e ele finge que não é corno!
– Eita! Como é isso!?
– Voce nunca notou que quando trepamos eu saio sem tomar banho, sem me lavar!?
– E ele sabe que sou eu quem fode a esposinha dele!
– Vai saber hoje!
– Quequ´isso! Voce vai me causar problemas, Erika!
– Que problema nada, seu Bento!! Vem! Vem, cai d boca nessa xaninha!

Foi com dificuldade que Bento conseguiu tirar o shortinho e a calcinha dela, ao mesmo tempo que a esposinha de Ney se livrava da camiseta. Seus seios eram enormes e firmes, de grandes aureolas rosadas com bicos avermelhados e da grossura da ponta de um dedo mindinho.

Bento olha a xaninha rosada daquela beldade como um tarado ou mesmo um canibal, tal era a vontade de morder todas as protuberâncias do corpo dela. Mas, o que lhe deixava mais enlouquecido era a perfeição simétrica dos traços ao redor do anus.

Erika quando sentia que ele ia em busca de suas pregas com a língua, tentava de todos os modos relaxar para que a língua de Bento se aprofundasse ao máximo dentro de seu cusinho.

Bento vibrava ao sentir o corpo de Erika tremer e se arrepiar quando seus dedos arranhavam as nádegas, as coxas e os seios dela.
Ela, soluçando, pede que ele tome posse dos orifícios e reentrâncias do seu corpo . Mas quando ele começa a esfregar o cacetão nos lábios vaginais, ela o interrompe.
– Estou fértil! Já te disse! Me deixa eu te pôr a camisinha!

Erika se ajeita entre as coxas do cinquentão e seus seios engolfam quase toda a rigidez da piroca dele. Bento joga a cabeça pra trás em êxtase. Erika deixa cair o máximo de saliva em cima da glande e, sem precisar usar as mãos, agasalha toda a pirocona com sua mamária.
– Nunca te fiz gozar desse jeito, né velho safado!?

Agora, firmando os seios com as mãos, Erika não precisa fazer esforço pra oferecer a boca pra ser beijada. As ondulações que ambos fazem ao se beijarem é suficiente pra que o caralho se sinta como se estivesse dentro do cusinho ou da xotinha dela.

O gozo de Bento chega estrondoso fazendo que ele se movimente como um epilético. É impossível que Erika mantenha o beijo. Assim, ela abraça os próprios seios para que a piroca não escape de lá, recebendo algumas golfadas de esperma embaixo do queixo.

Ela não espera que Bento se recupere e faz o imenso cacete desaparecer em sua boca atingindo o fundo de sua garganta. Ao redor da boca, semem se acumulam raspados da superfície da jeba introduzida na sua performance oral.

Com a camisinha colocada e o cusinho cheio de saliva, a ponta rombuda da glande já vai abrindo caminho quando o celular de toca. Eles tentam ignorar o trim-trim. Ela chega até a empinar a bunda pra introduzir mais da rola no cusinho. Mesmo assim o trim-trim não pára.
– O quê voce quer!? Não vê que estou ocupada! Se toca, maridinho!

Ney, sibilando ar por entre os dentes e com as narinas tremendo de excitamento, ia dizer pra ela deixar o telefone ligado, mas Erika logo desligou e a rola de Bento deslizou por inteiro no cusinho de sua esposa.
Erika gozou quando eles mudaram de posição. Sentada na virilha e de costas pra ele, ela gritava e ria ao mesmo tempo em que rebolava e sacudia a cabeça como se uma entidade tivesse baixado nela.

Quase desfalecida, Erika se viu deitada de lado com as costas para Bento que ainda estava com sua rolona arrolhada em seu cusinho. Num momento de pura irresponsabilidade, Bento desliza sua rola pra fora do cusinho e retira a camisinha. Em seguida toma posse da xaninha.

Erika leva alguns segundos pra perceber o que Bento está fazendo. Seu rosto é afagado e virado pra receber o beijo dele. Então ela sente as convulsões do velho cretino e o que resta da ejaculação, escorre dentro do canal vaginal.
– Seu louco! Voce não pode me engravidar!

Enraivecida, Erika não conseguia vestir o minúsculo shortinho. Nem com ajuda de Bento.

Ney quando foi busca-la, só notou que ela estava vestindo uma bermuda e não o shortinho. Respirou fundo e nada disse sobre isso. Viu que Erika estava zangada e perguntou por que.
– Velho escroto! Me desrespeitou! Ele é um tremendo babacão! Canalha!
– Calma, querida! Não sei o que houve, mas não esqueça que ele é teu pai!
– Por isso mesmo, porra!! Ele go…go… só queria assinar depois da mamãe!!

Chegaram a pousada e Erika foi direto ao frigo-bar. Inclinada como estava, Ney pôs as mãos na cintura dela. Erika ficou imóvel já sabendo o que ele queria. Os dedos dele seguraram os lados da bermuda e a deslizaram até ficar nos calcanhares dela.

Ney se agacha e com as mãos, vai separando gentilmente as nádegas dela. Os olhos brilham ao ver o avermelhado e intumescido cusinho coberto por gosma esbranquiçada.

Erika, com os cotovelos apoiados em cima do frigo-bar, beberica de uma garrafa de água mineral enquanto é inspecionada. Ela ouve a respiração descompassada do marido.
– Me ajuda a tirar a bermuda dos calcanhares, querido!

Carinhosamente, ela afaga os cabelos do marido, ao mesmo tempo que faz ele engatinhar até a beira do sofá. Erika fica de quatro, mas com os braços apoiados no encosto.
– Pronto, amorzinho! Estou ansiosa pra ser sodomizada por voce!

Erika continuava bebendo da garrafa quando Ney a enrabou, ainda durante e quando gozou.

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