Fodendo a Promotora

Passei para pegar a Júlia na casa dela, pois naquele dia ela iria comigo até São Pedro para organizar o layout de algumas lojas. Ela entrou no carro exibindo um sorriso radiante, lançando um “Booooom dia, Carlos!” embalado por aquele perfume matador que tomou conta de todo o veículo.


— Bom dia, Júlia… Animada hoje?
— Fazer o quê, né? Segunda-feira! — respondeu, rindo.
Pegamos a estrada rumo a São Pedro, em um trajeto de cerca de 70 quilômetros. O papo fluía solto; ela estava extremamente alegre e falante. Em dado momento, puxei o assunto sobre relacionamentos, perguntando se ela não pretendia namorar ou casar.

— Ah, Carlos… É difícil achar alguém que queira algo sério hoje em dia — desabafou.
— Pois é, Júlia, mas o tempo voa. Quando você se der conta, a melhor fase da vida já passou.
— Verdade, né? Mas ainda não encontrei a pessoa certa.

Chegando ao destino, demos início ao trabalho. Enquanto eu a observava organizar a loja, passei a enxergá-la com outros olhos. Que mulher espetacular: cabelos lindos, um corpo escultural e um cheiro inebriante. A imagem daquela intimidade feminina tão preservada e apertada começou a invadir meus pensamentos. O tesão subiu rapidamente, e a simples ideia de sentir aquela boquinha ao redor do meu membro me deixou completamente ereto.
Deixei-a finalizando o serviço e fui visitar outro cliente. Por volta das 13h, recebi uma mensagem dela dizendo que havia terminado e que estava com fome. Respondi que já estava indo buscá-la para almoçarmos.

Aproveitando a brecha, ela provocou:
“Nossa, ficou bem animadinho aquela hora, hein?”
Fingindo desentendimento, digitei:
“Não entendi…”
“Ah, para, Carlos! Pensa que não vi você de pau duro enquanto eu arrumava as prateleiras? E desculpe a sinceridade, mas que volume enorme, hein? ??”
Aquelas mensagens reacenderam o meu tesão instantaneamente. Passei na loja, peguei-a e fomos almoçar. Como a conversa já tinha esquentado no celular, resolvi investir pesado no flerte presencial.
— E aí, Júlia… O que acha de a gente dar uma paradinha estratégica no caminho de volta?
— Para, Carlos! Ficou louco? Você sabe que eu sou da igreja, sou filha do seu amigo e, para completar, você é casado!
— Ah, Júlia, para com isso. Sou casado, mas não estou morto. E outra: o que acontecer entre nós morre entre nós. Ninguém precisa saber.

— Não rola, Carlos. Esquece — disse ela, desconversando.
Continuamos almoçando. No caminho de volta, engatei uma marcha lenta, ganhando tempo para ver se conseguia algo a mais.
— Ah, Júlia… Que tesão estar sozinho com você dentro deste carro.
— Carlos, para com isso, sério…
— Olha para mim, Júlia. Olha como meu pau tá duro, chega a estar latejando de tesão por você.
Percebi que ela deu uma olhada de canto de olho, devorando o volume.
— Pode olhar sem medo, Júlia. Olha que delícia.

Ela deu uma risadinha tímida:
— Você é insistente demais, né?
— Claro! Como é que um homem vai se segurar do lado de uma mulher cheirosa e gostosa como você? Pega aqui, vai… Sente como está duro.
— Ai, para com isso…
Sem dar margem para recusas, segurei a mão dela e a levei diretamente até o meu membro. Ela deu uma leve apertada e suspirou:
— Nossa… Como tá duro!
— Viu o que você faz comigo? Duvido que a sua xoxota não esteja toda molhada de tesão também…
— Ai, Carlos, como você é safado!
Tirei o pau para fora da calça e instiguei:
— Pega direto na pele para você sentir que gostoso.

Ela olhou fixamente e, de forma hesitante, começou a deslizar as mãos macias, masturbando-me devagar.
— Dá um beijinho nele, Júlia… Ele vai adorar sentir a sua boca quente.
— Mas Carlos, é perigoso! Alguém pode ver a gente na estrada.
— Ninguém vê nada, o insulfilm é bem escuro.

Devagar, ela foi abaixando a cabeça em direção ao meu pau. Eu mal conseguia acreditar no que estava presenciando; a euforia tomou conta do meu corpo.
— Nossa, Júlia… Que boca quentinha e macia. Mama gostoso… Eu sabia que por trás dessa carinha de santa existia uma mulher extremamente safada.
— Ai, Carlos, não fala assim de mim… — murmurou, sem parar o boquete.
Estávamos nos aproximando de Águas de São Pedro quando avistei a entrada de um motel. Dobrei o carro e entrei sem hesitar. Ela me olhou assustada:

— O que você tá fazendo, Carlos?
— Agora nós vamos terminar isso direito, meu amor. Já que ajoelhou, vai ter que rezar.
Paguei uma suíte. Assim que cruzamos a porta do quarto, puxei-a pela cintura e cravei um beijo quente e molhado em sua boca. Senti o corpo dela amolecer nos meus braços; estava evidente o quanto ela desejava aquela entrega.
Coloquei meu membro para fora novamente e mandei:

— Mama gostoso agora.
Era uma cena espetacular ver aquele rosto angelical tentando acomodar todo o meu tamanho na boca. Em seguida, tirei cada peça da roupa dela, apreciando aquele corpo maravilhoso exposto diante de mim. Deitei-a na cama e passei a lamber sua xoxotinha delicada, adornada por um pubis bem fininho. Que sabor delicioso.
Não demorou muito para que eu posicionasse a cabeça da pica e a preenchesse por completo.
— Ai, Carlos… Vai devagar, por favor… Faz tempo que não transo e seu pau é muito grosso…

Não me fiz de rogado. Ajustei o ritmo e comecei a metê-la com vontade. Os gemidos contidos dela eram pura tentação, e ver seus seios firmes balançando a cada estocada profunda me enlouquecia.
Virei-a de quatro. Segurei firme em seus cabelos e passei a socar com força por trás. Ela gemia alto, entregue ao prazer.
— Pode gemer sem medo, Júlia. Aqui a gente tá protegido.

Deslizei o dedo lubrificado até o seu cuzinho, tentando abrir caminho, mas percebi que ela era completamente virgem ali e negou a entrada o tempo todo. Respeitei o limite, até porque a pressão da vagina dela estava surreal. Em pouco tempo, ela teve um orgasmo delicioso, contraindo a xoxota com tanta força ao redor do meu pau que explodi junto, preenchendo-a com uma quantidade absurda de leite.

Ela já queria se vestir e ir embora, mas eu fiz questão de aproveitá-la ao máximo, sabendo que aquela oportunidade podia ser única. Levei-a para o chuveiro, onde a fodi gostoso de quatro sob a água quente, e depois voltamos para a cama para mais uma rodada intensa.

No trajeto final para casa, ainda fiz com que ela viasse o caminho todo mamando o meu pau com vontade.
Depois daquele dia, ela nunca mais viajou comigo. Ficou apenas a lembrança inesquecível daquela tarde inesquecível com a santinha

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