Motel na volta de São Paulo

Eu estava recentemente namorando com uma menina que tinha conhecido na universidade e estávamos pensando em fazer uma viagem em casal, quando recebemos o convite de um amigo, que estava morando em São Luís do Maranhão para encontrar ele e sua recente esposa em Sao Paulo, já que mesmo ela morando em Florianópolis como nós, eles estariam em São Paulo no final de semana, que era feriado religioso, em São Paulo.

Gostamos da ideia e decidimos ir um dia antes de carro, numa viagem de cerca de dez horas, para aproveitar a cidade lá sem se preocupar com transporte, já que nosso amigo se encarregou de reservar hotel para nós no mesmo local onde estavam.
Curtir São Paulo foi perfeito, comida boa e passeios incríveis, mas na hora da volta a esposa do meu amigo perguntou se podia pegar uma carona com a gente pra Floripa, já que seu marido tinha que voltar para o Maranhão!
Tudo tranquilo, iniciamos a viagem, conversando muito e rindo bastante, até a hora que houve um acidente na serra, na saída de São Paulo. Isso atrasou bastante a programação, e quase chegando em Registro, na divisa com o Paraná, começamos a procurar um hotel, pois estávamos todos cansados. Não vendo na estrada nenhuma indicação para a parada, sugeri parar num motel para descansar, já que haviam muitos na rodovia.

Elas se olharam e acharam normal, e em seguida avistei um outdoor gigante anunciado um estabelecimento próximo. Na publicidade na estrada já havia percebido que haviam suítes e preços diferentes, sendo algumas diferenciadas, com banheira e possibilidade de pernoite.
Logo ao entrar na recepção escolhi uma opção de pernoite e com banheira, sem nem perguntar a opinião delas. Peguei a chave e me dirigi ao quarto indicado. Parei o carro, e enquanto elas desciam, fechei a porta da garagem atrás de mim.
Por incrível que pareça, era só a segunda vez que ia num motel com minha namorada, e ao entrarmos na suite ainda rolou aquele clima de suspense! Mas logo em seguida nossa amiga entrou também, carregando uma pequena mochila e logo começando a rir alto, para em seguida falar que se soubesse que os motéis lá eram assim bons teria dito pra termos ficado num motel em São Paulo e não em hotel.

Começamos a explorar o quarto e nossa amiga logo ligou a banheira para enche-la.
Minha namorada perguntou se ela tinha biquíni pra entrar na banheira e ela perguntou se estava tudo bem para entrar de calcinha e sutiã. Achamos tranquilo, e enquanto fui no reservado fazer xixi as duas entraram na banheira.
Percebi as duas rindo muito e quando olhei pra minha namorada percebi aquele olhar de maldade. Me diz de bobo e pedi pra nossa amiga olhar para o outro lado porque só tinha aquela cueca seca e ia entrar sem nada.
Ela virou, entrei na jacuzzi e quando percebi ela voltando notei algo diferente! Olhei pra minha namorada e percebi a mesma coisa com ela! Nisso as duas se levantaram e com as mãos segurando os seios brincaram que era a banheira do Gugu.

Nesse momento confesso que pensei no meu amigo que devia estar chegando no Maranhão, mas diante das risadas delas e as brincadeiras de jogar água uns nos outros, logo esqueci disso.
Minha namorada era gaúcha, descendente de alemães e tinha seios grandes, rosados, era loira e tinha olhos azuis lindos! Nossa amiga, manezinha de Floripa como eu, tinha cabelos e olhos castanhos e um corpo perfeito, digno de revista!

Já tinha prestado atenção nela de biquíni na praia e minha namorada já tinha comentado sobre o corpo dela, e nessa hora esse assunto surgiu! Nossa amiga, nada tímida, perguntou se queríamos ver? Com nossa resposta afirmativa ela riu e disse que então deveríamos ver todos uns dos outros! Como as duas já estavam sem sutiã por cima da água da banheira me prontifiquei e levantei, sem cueca, e nessa hora já com o pau duro.
Percebi um olhar diferenciado de nossa amiga e enquanto minha namorada pegou no meu pau pra tentar disfarçar, ela levantou também e tirou a calcinha.

Para minha surpresa, já que minha namorada era totalmente depilada, ela tem um matagal considerável. Elogiei ela e falei que fazia tempo que não via algo assim. Para minha surpresa ela falou que deixava assim para o marido, porque ele pedia, só que nunca comparecia lá para beijar. Minha namorada riu e disse que essa era minha especialidade e que por isso tinha se apaixonado quando nos conhecemos.
Antes de eu começar a namorar, ficava com uma amiga da minha namorada, que era confidente dela, e contou sobre essas habilidades.

Nossa amiga falou que fazia tempo que não era chupada, olhei pra minha namorada e com seu olhar de consentimento, escorei nossa amiga na beira da banheira e comecei a chupar! Enquanto tentava caprichar percebi que minha namorada começou a fazer carinho no meu, sendo logo acompanhada por nossa amiga.

Eu adoro chupar uma mulher, mas confesso que banheira não é meu lugar preferido pra isso. Assim, parei de chupar e me posicionei para ser chupado. Adorei ver que antes delas iniciarem os carinhos, deram um beijo de língua entre as duas! Queria participar, mas logo elas estavam beijando meu pau enquanto nas escapadas davam beijos entre si.
Vi que ao lado da banheira do nosso quarto havia um pequeno tablado com uma haste de pole dance, e pedi para minha namorada dançar para nós, conhecedor das suas habilidades. Mas assim que ela começou esse pequeno show, nossa amiga virou para ela, sentando no meu pau, e cavalgando dentro da banheira vimos o espetáculo!

Ambos tivemos a impressão que minha namorada tinha ficado chateada, e ainda molhados, fomos participar da dança com ela. Dali para a cama foi um pulo, ou melhor, três pulos. Colocar as duas lado a lado, para revezar qual chupar e depois em qual meter, para em seguida ver sua amiga segurar seu pau e colocar dentro da sua namorada numa pernoite não programada num motel numa rodovia desconhecida foi uma experiência maravilhosa.
Nessa viagem de volta talvez só tenha sido mais divertido quando já perto de Tijucas, quase em Floripa, elas me pediram pra parar e trocaram de lugar no carro, com nossa amiga passando para o banco da frente e fazendo o último boquete enquanto eu pagava a tarifa do último pedágio antes de chegar em casa, sem se importar com a reação assustada da atendente!

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