Minha primeira experiência fazendo gloryhole na universidade

Na minha universidade todos os semestres acontecem festas organizadas pelos próprios estudantes para recepcionar os calouros, são nessas festas onde acontecem os trotes e onde rola muita bebida e pegação. Há um lugar especial em um dos prédios do curso de Engenharia, onde um dos banheiros do último andar foi transformado numa cabine de gloryhole. Era um banheiro feminino que tinha três vasos sanitários separados por divisórias de madeira. Os vasos foram retirados e foram feitos dois buracos na parede da cabine do meio na altura do pau.

As mulheres que queriam participar do gloryhole entravam na cabine do meio e dois caras entravam nas cabines ao lado e enfiavam a rola pelo buraco deixando a moça usar seus paus para toda a diversão que viesse à cabeça. Existia todo um código que envolvia amarrar uma fita no corredor e na porta do banheiro para avisar que tinha alguém ocupando o lugar e a única regra era respeitar o anonimato das pessoas. Você não podia olhar por cima da porta ou tentar contato além do buraco. Era simplesmente entrar, chupar, foder e ir embora. A porta do banheiro ficava numa interseção de corredores que davam em várias saídas, então dava para sair de boa no final.

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Carnaval vale tudo, que chupada gostosa

Nesse último carnaval, havia combinado com minha amiga para ir em uma festa de carnaval juntas, seria na chácara de um conhecido onde ele cobrou um valor para ter bebida e comida a vontade, eu já estava um tempo sem sair devido trabalho e faculdade e como surgiu a oportunidade não queria deixar de ir, normalmente nessas festas costuma ter muitos gatos que não estão só afim de beber… Rss, mais um motivo para ir, fico toda molhadinha só de pensar.

A festa será a fantasia e eu sempre costumo usar fantasias do tipo provocante, daquelas que mostra a poupa da bunda… Rss, mostro mesmo, adoro provocar e deixar os homens loucos para me pegar. Como de costume, pedi para minha amiga me buscar, normalmente vamos juntas para as festas e as vezes durmo na casa dela quando fica fora de mão para ela me levar em casa, liguei e falei que estava pronta, ela falou que estava terminando e que logo estaria indo me buscar.

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Fazendo Sexo no carro após a festa

Meu nome é Renata, tenho 23 aninhos, e quero contar uma loucura gostosa que fiz durante uma balada. Foi num fim de semana, estava na balada, e com muita vontade de transar com alguém, já que estava sozinha fazia uns 5 meses, necessitando de carinho rsrs. Acabei conhecendo Marcelo, lindo, 28 anos de idade. Dançamos, conversamos e logo ele me convidou para um passeio no carro dele, e eu doida para ganhar uns beijos aceitei kkk… Rodamos pela cidade até encontrarmos um local próximo de uma rua com pouco movimento, e ali começamos à nos beijar, e eu com muita vontade de ser desejada, sentia meu tesão aumentando naquela hora, e ele percebeu minha excitação e não perdeu tempo em querer me possuir, eu como fazia meses que não via um pau, me senti uma grande safadinha naquela hora.

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Traí meu marido de novo, mas agora de um jeito diferente

Olá queridos, faz tempo que não venho aqui, estava com saudades de compartilhar com vocês minhas aventuras sexuais. Como todos sabem, sou casada, e costumo trair meu maridinho de vez em quando. Confesso que a primeira vez foi horrível, mas depois peguei gosto pela coisa, e agora não consigo ficar muito tempo sem sentir um pau diferente na minha bucetinha sedenta.

Não vou repetir como eu sou, para evitar ficar repetitivo, portanto, quem quiser saber, vai no meu primeiro conto que tem tudo lá Ok. Mas vamos às novidades
de hoje. O meu marido, como eu disse para vocês, anda meio desconfiado há alguns meses, por isso eu não posso vacilar. Porém, ele viajou hoje para outro estado para visitar parentes e vai ficar 30 dias por lá. Ou seja, como diz o ditado “vou tirar a barriga da miséria”, ou melhor, vou tirar a buceta da miséria, kkkkkk.

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Meu marido e o sobrinho dele formamos um trisal – Parte 2

Vou continuar a contar como foi acontecendo depois da primeira vez que chupei o sobrinho do meu marido, alguns dias depois a noite é quanto estávamos deitados na cama meu marido me beija e fala se eu queria ir no quarto do sobrinho dele pra fazermos de novo só que pra min deixar a porta aberta pra ele ver, então dei um tempo e fui lá eu abri a porta bem devagar e o sobrinho já estava quase dormindo mais acordou, eu então falo que eu estava com vontade de chupar ele de novo, ele um pouco sonolento ainda eu começo a passar minha mão por cima do shot dele e logo começa a ficar rígido, antes dele abaixar o shot ele me fala pra fechar a porta de novo vai q o tio dele alevanta, eu então fecho a porta e volto pra perto da cama o começo a chupar aquele pau até ele gozar, e assim fomos fazendo uns 4 meses, as vezes meu marido falava pra mim ir lá de madrugada, as vezes quando eu estava com vontade falava pro

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Meu marido é o sobrinho dele formamos um trisal – Parte 1

Cerca de 2020 o sobrinho do meu marido de 19 anos veio morar conosco, como ele é de cidade pequena não tinha emprego lá e conseguiu um emprego em um supermercado aqui perto de casa, quando ele veio morar aqui era pra ser só uns dias, no começo ele arrumou uma namorada mais acabou q não deram certo, e ele gostava de uma pessoa da cidade dele, então uns 6 mês morando conosco eu cheguei mais cedo do trabalho e acabei pegando ele batendo punheta na sala assistindo porno, ele não me ouviu chagar ficou todo constrangido, então eu falei pra ele q era normal agente se aliviar, a noite contei para meu marido o ocorrido, e falei pra ele pelo menos fazer aquilo no quarto dele enquanto nós estávamos jantando nos 3, porque poderia ter chego com alguém e não seria muito legal, mais que não tem problema ele bater punheta, perguntei a ele de namoradas que fazia algum tempo que ele não levava alguém em casa, ele respondeu que não estava namorando no momento, alguns dias se passam ele comprou uma televisão e colocou no quarto dele.

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A noite que ajudei meu namorado a pagar uma dívida com agiota

Antes de qualquer coisa, deixe-me me apresentar, meu nome é Ana, tenho 22 anos e moro com Gabriel, meu namorado de 23 anos. Estamos juntos desde o ensino médio e com certeza ele é o amor da minha vida e por isso fiquei bastante surpresa quando numa noite qualquer ele me pediu para transar outro homem.

– Ana, minha linda, eu não tenho outra saída – Ele suplicava.

– Gabriel, são 500 reais que você está devendo para ele, não é possível que não consigamos esse dinheiro – Eu argumentava.

– Como? Já sujamos nosso nome, ninguém mais tem coragem de nos emprestar dinheiro. Fizemos besteira em pegar dinheiro com agiota – Ele explicava desanimado.

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Fodida no meu primeiro emprego

Olá, me chamo Amanda, tenho 29 anos e vou contar pra vocês uma história que se passou à muito tempo, quando eu tinha de 18 para 19 anos.

Eu era magrinha, bundinha arrebitada e gostava de usar short curto, tipo com as poupas de fora, o que me fazia ser a menina mais desejada do bairro.

Tinha um namorado, Antônio, da mesma idade minha, nós tínhamos um namoro meio avançado, eu não era mais virgem, o Antônio deu um jeito de me deflorar, logo no início do namoro.

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Liberei minha esposa para mamar

A semana que se seguiu àquele acontecimento fora bastante intenso e prazeroso, pois transávamos muito, imaginando ela nos braços de outro — de preferência um negão. Mas Melissa parecia muito querer aquilo. Isso me assustou um pouco. Fiquei receoso no início, imaginando se ela realmente me amava. E se ela acabasse gostando da outra vara e me largasse? Esses pensamentos negativos só aumentavam quando ela trocou o “amorzinho” por “corninho”. Ela havia entrado rapidamente na brincadeira e isso me deixou bem balançado. Ela ficava dizendo ao longo dia. “Pega um copo de suco pra mim, corninho”, e na cama, “Imagina seu corno, uma piroca de verdade rasgando o rabo da sua loira?”.

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Tirei a Calcinha pro Meu Chefe Dentro do Escritório

Uma saia social preta, uma blusa de botão branca. Meia calça preta e salto. Era final do expediente, as pessoas indo embora pra casa. Só tinha eu e você no escritório. Eu soltei um dos botões da minha blusa, fazendo um decote que aparecia um pouco do meu soutien.

Já faziam alguns meses que nós tínhamos um caso escondidos, mas nunca tinha rolado nada dentro do ambiente de trabalho. Dessa vez, eu resolvi te provocar pra ver o que aconteceria. E foi gostoso pra todo mundo rs.

Você estava na sua sala, a porta aberta, o escritório vazio e uma estagiária de 22 aninhos e pernas cruzadas, sentadinha numa cadeira olhando pra você.

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Numa praia de nudismo com a minha sogra e esposa

Numa praia de nudismo com a minha sogra e esposa. Conto enviado pelo Alex, meu melhor amigo. Bem vamos aos fatos: Alex e Joana (nomes fictícios) se conheceram numa faculdade famosa em SP, a sensivelmente 6 anos. Na época ele com 19 e ela com 18 anos. Joana é um mulherão de pele branquinha, bumbum arrebitado, peito médio. Alex é um cara de corpo Atlético de dar inveja a muitos, branco, cabelos e olhos castanhos, 1.85m e 75kg. Na primeira semana de aulas tornaram-se grandes amigos, ao ponto de ele frequentar a casa dela e ela a dele, frequentavam as mesmas festas, restaurantes, entre ele e ela não haviam segredos. Algum tempo depois tornaram-se namorados, noivos e decidiram se casar, até aí tudo bem. Tudo começou quando tiveram férias de 1 mês e decidiram viajar Alex, sua esposa Joana e sua sogra Francisca. Dona Francisca é uma coroa de 55 anos, viúva, cabelos loiros, peitos volumosos e uma bunda arrebitada. Decidiram viajar para uma praia naturalista famosa da nossa cidade. Alex

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Minha esposa transou com meu amigo

Minha esposa estava sentada no colo do meu melhor amigo. Ele a beijava freneticamente. Suas mãos corriam pelas costas dela até as nádegas repetidamente. A minha esposa abraçava-o com sofreguidão e volúpia. Após um longo tempo de troca de saliva e exploração de seus corpos, meu amigo colocou as suas mãos por baixo das nádegas dela, levantou-a sem tirar a língua de sua boca e a deitou na cama. Ela cruzou as suas pernas em torno do dorso dele. Ele segurou as mãos dela e esticou os seus braços deixando-a bem receptiva. Ele se levantou, tirou a sua camisa, desabotoou a sua calça, abaixou o zíper e, devagarinho, foi tirando aquela peça de roupa. Ali estava ele só de cueca com uma enorme vara rígida se destacando. Ele segura nas mãos dela e a levanta, deixando-a sentada com a cabeça próxima da sua virilha. Sem ele pedir, minha esposa já foi logo passando a mão na cueca dele e alisando aquele

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