Pela primeira vez chamei um rapaz para pegar minha amada esposinha, ela queria uma surpresa no Dia dos Namorados, eu queria muito ver ela com um negro, nada melhor que pagar a um garoto de programa para pegar ela na minha frente.
Pela primeira vez chamei um rapaz para pegar minha amada esposinha, ela queria uma surpresa no Dia dos Namorados, eu queria muito ver ela com um negro, nada melhor que pagar a um garoto de programa para pegar ela na minha frente.
Conversava pelo whats com a Lya, minha prima, de quarenta e seis anos, muito bonita, separada como eu, que mora com o filho Breno, de vinte e três anos de idade, por sinal muito bonito, alto, olhos claros, moreno claro, que é meu afilhado. Ela me falava que a situação estava complicando porque mesmo com a sua boa pensão que recebia do ex-marido, as coisas estavam difíceis.
Sandro é meu nome, 20 anos, 1.70 m., branco com cabelos negros e 13 cm de pau quando bem duro.
Sempre fui um garoto tímido na adolescência e só quando estava com a turma de futebol do colégio é que conseguia me soltar mais.
Me chamo Isadora, sou baixa, magrinha, cabelos pretos e cacheados, peitos pequenos mas compenso em quadril, eu e meu namorado já tínhamos um relacionamento aberto, unilateral no caso, eu podia transar com outros caras, mas claro, se ele olhasse pra outra mulher, eu ficava um mês sem dar para ele, mas eu sempre avisava-o antes de sair com outro, para poder se preparar quando eu chegasse em casa tarde ou cansada. Dessa vez foi diferente.
A feira da indústria estava lotada. O som dos expositores, as conversas sobre tecnologia e mercado criavam uma mistura curiosa de formalidade e improviso. Rafael percorria os corredores com o crachá pendurado, observando produtos, ideias, rostos. Procurava as melhores oportunidades, até que um rosto, em particular, prendeu sua atenção.
Segunda feira, levantei às 8:30 nua, esposo tinha ido trabalhar, peguei as roupas e toalha sujas e fui botar na máquina para lavar. Quando de repente a máquina parou, olhei tinha energia.
Então liguei pro Gil. Amor a máquina parou de funcionar.
Olá me chamo Fábio, 46 anos, pele clara, cabelos lisos, um pouco alto.. 1.80 de altura e modéstia parte sou um homem de boa aparência.
Era um domingo a tarde o tempo um pouco chuvoso, trabalho como motorista executivo no Rio de Janeiro e as vezes faço Uber Black, como havia feito um trabalho agendado para uma cliente no caminho para casa liguei o app da Uber direcionando o destino, eis que me toca uma corrida de Jacarepaguá para a Tijuca, chegando no endereço tinha uma moça jovem aparentava ter não mais que 25 anos, morena, corpo magro e bonita, como sempre fui educado e cortês, ela também foi educada.
Oiiii sou a Andreia esposa do Adriano, meu corninho é um excelente marido faz de tudo para me ver feliz, mas uma coisa que o Adriano detesta é fazer consertar as coisas de casa. Ele é formado em TI e manja tudo de computador, mas dá um martelo na mão dele, se atrapalha todo rsrsrsrs como toda casa tem aqueles coisinhas que vamos deixando para consertar depois, mas quando o chuveiro queima, aí não dá pra esperar pois detesto banho frio.
Juliana é uma garota muito eficiente, trabalha aqui em casa já faz quatro anos
Ela casou uns meses atrás
Quando eu vi o gostoso que é o maridinho dela quase pulei no colo dele