A troca de casal que salvou meu casamento

Nosso relacionamento não vinha bem já a algum tempo. Eu e Fernanda não conseguíamos nos entender e a cada dia nosso casamento ia de mal a pior. Por mais que fossemos bons companheiros e assumissemos nossas responsabilidades, nossa vida a dois já não era a mesma depois de 10 anos de casamento.

Nós tentamos de tudo para apimentar a relação. Viagens a dois, viagens a sós, sair sozinhos, realização de fetiches e fantasias, se encontrar com pessoas solteiras às escondidas, mas nada disso teve efeito. Então, decidimos tomar uma decisão muito arriscada e que só decidimos isso pelo bem do nosso casamento. Resolvemos participar de uma troca de casais, com um casal de amigos da minha esposa que já era experiente nesta prática.

Fernanda é uma moça pequena, cerca de 1,60, cabelos pretos longos e magra, tem pouco busto e bunda pequena, mas sempre foi bem sexy, principalmente quando está dentro de uma lingerie. Ela já tinha me contado sobre esse estilo de vida da amiga, encontrei com ela poucas vezes, mas sempre que a via com o marido ficava me perguntando como ele permitia algo deste tipo, mas aqui estou eu, cogitando a mesma hipótese.
Em plena quinta-feira, chego em casa do trabalho e antes mesmo de ouvir um “boa noite”, eu ouço minha esposa falar com bastante entusiasmo:

“Vai rolar!”
“Rolar? O que vai rolar?”, pergunto sem entender.
“Nós dois com a Nádia e o marido dela!”
“Ah! Ok, já combinaram tudo mesmo?”

“Sim, vai ser amanhã na casa deles, vamos pra lá por volta das 9 da noite.”
Eu ainda estava tentando me acostumar com essa ideia, eu conseguia engolir a seco imaginar que a Fernanda saía às escondidas com outros rapazes com o meu consentimento, mas eu olhar a cena toda acontecer, para mim era um pouco demais, eu não fiquei um pouco nervoso com aquela situação toda, mas não externalizei, deixei tudo como está, afinal de contas, a felicidade dela é também a minha felicidade e isso tudo é para salvar o nosso casamento!
Na sexta-feira à noite, ao chegar em casa, vejo minha mulher se preparando para a noite, mal eram 7 da noite e ela já estava arrumando o cabelo, vestindo uma linda lingerie branca que ela havia comprado especialmente para esta noite, sexy como sempre e começava a fazer sua maquiagem.

“Come alguma coisa leve antes da gente sair, mas por favor vê se não se atrasa!”
Ela falava com a voz firme, distante, nem de longe parecia a mulher que a alguns anos atrás me recepcionava na porta de casa todas as noites quando chegava do trabalho. Percebo cada vez mais que meu amor por ela nunca diminuu e eu sou capaz de qualquer coisa para mantê-la ao meu lado.

Comi apenas algumas frutas e tomei um pouco de energético que havia comprado antes de ir para casa, tomei banho e me aprontei, a diferença entre nós dois era gritante, ela estava linda, esbelta, com seu longo cabelo amarrado em rabo de cavalo, maquiagem provocante, um vestido curto bem apertado e uma jaqueta de couro. Eu estava apenas com uma camisa gola polo simples e uma calça cargo, para mim, era uma saída comum que resultaria em sexo, isso se eu não estragasse tudo é claro.

No caminho, ela ía ao meu lado no carro com seu perfume marcante, tentei quebrar o silêncio algumas vezes, mas ela não estava nem um pouco interessada em conversar comigo, o interesse dela era única e exclusivamente o objetivo final da noite, fazer sexo com outro cara. E era isso o que mais me doía, ela não tinha mais um pingo de interesse em mim!

Ao chegarmos na casa da Nádia, Fernanda fez questão de ser a primeira a sair e tocar a campainha, ela estava realmente ansiosa, enquanto isso eu estava apenas a acompanhando, não tinha o menor tesão naquela situação toda. Sua amiga abriu a porta com bastante animação e um sonoro “quem diria, em!?”.

Fernanda entrou toda animada e foi cumprimentar o marido da Nádia, Alex era seu nome, um cara alto, grande, não era gordo, mas tinha peso proporcional para sua altura, senti que o abraço dos dois foi mais caloroso do que deveria e ele lhe deu um cheiro no pescoço, ver aquilo foi como um soco no estômago, mas eu me contive. Nádia me deu um abraço caloroso também, de forma que ela nunca tinha me abraçado, percebi que ela me apertou mais do que de costume e quando eu passei por ela, ela deu um tapinha na minha bunda, eu ainda não estava no clima, então apenas ignorei.

Ao passar da noite, percebi que Alex e Fernanda estavam cada vez mais íntimos, trocando olhares e frases de duplo sentido, enquanto isso, Nádia tentava me seduzir e eu apenas fingia interesse. Nádia é uma mulher muito linda, mais alta que a Fernanda, tem seios grandes e coxas bem torneadas, além do quadril largo, o que torna sua bunda também grande, ela vestia uma blusa simples e uma saia longa, folgada, mas percebi que ela estava sem sutiã e sem calcinha, percebi porque nas vezes em que ela passava por mim, ela propositalmente esbarrava a bunda em mim de alguma forma, como o tecido da saia é mais fino, era muito fácil perceber que ela não tinha nada por baixo.

Após uns goles de drinks feitos pelo casal anfitrião, Fernanda e Alex perderam completamente o pudor e começaram a se beijar, foi um beijo intenso, como a muito tempo ela não fazia comigo, a primeira coisa que eu pensei foi “será que ela beija os outros rapazes assim também?”, era horrível presenciar aquela cena, meu semblante mudou na hora, o ciúme tomou conta de mim, mas a Nádia, já experiente neste mundo, puxou meu rosto, olhou nos meus olhos e antes de me beijar disse bem baixinho para mim:

“Se você não se soltar, tudo que vai ter de recordação desta noite é o ciúme e a impotência, faça com que ela sinta o mesmo ciúme que você está sentindo agora.”
Ela me beijou com bastante vontade, o gosto da caipirinha que ela havia acabado de beber ainda estava bem vivo em sua boca, e eu adorei aquele beijo. Ao abrir os olhos, vi a Fernanda já de lingerie, sem o vestido e o Alex sem camisa sentado no sofá grande da sala, neste momento, dei um gole no que sobrou da minha bebida e dei a caipirinha para a Nádia antes de voltarmos a nos beijar.

Dos dois, eu sempre fui o mais romântico e mesmo numa situação como essa meu romantismo prevalecia. Enquanto Fernanda e Alex já partiam para os finalmentes, com a Fernanda chupando o pau dele sem um pingo de vergonha, eu ainda beijava o pescoço da Nádia, sentindo seu cheiro e passando a mão pelo seu corpo.

Decidi ignorar o que acontecia ao meu lado, por mais difícil que fosse e foquei apenas na Nádia. Ela massageava meu pênis com força, sorria enquanto fazia e falava repetidas vezes “é assim que eu quero você”.

Aos poucos fui entrando no clima, mesmo ouvindo os gemidos da Fernanda logo atrás de mim com o Alex chupando a buceta dela, era nítido como ela adorava aquilo tudo, mas eu tranquilamente repousei a Nádia no sofá menor, abri suas pernas e comecei a chupar sua buceta. Suas coxas grandes esquentavam minhas orelhas e ela alisava minha cabeça, para melhorar as coisas, derramei um pouco de bebida em cima dela pra sentir o gosto enquanto a chupava e ela claramente adorou.

Ao perceber o nível de excitação da Nádia, coloquei meu pau dentro dela bem devagar, primeiro só a cabecinha, colocando e tirando, a buceta dela era muito quente e me atraía a enfiar cada vez mais, a cara dela de safada também me deixava cada vez mais excitado e eu sentia meu pau latejando, segurei na base dele bem forte, deixando-o bem firme e com as veias pulsantes e enfiei dentro dela, o gemido da Nádia pra mim foi como uma vitória, a Fernanda iria ver e ouvir eu dando prazer para outra mulher.

Continuei enfiando bem devagar dentro dela, ainda segurando meu pau enquanto enfiava, ouvindo seus gemidos baixinhos e sua cara de safada, até eu mudar a intensidade e começar a estocar forte dentro dela, a abertura de suas coxas fazia um barulho bem alto cada vez que eu enfiava forte, o barulho se somava ao gemido dela a cada vez que eu enfiava, tudo isso junto ao gemido alto característico da Fernanda e a voz rouca do Alex falando enquanto metia nela, isso tornou o ambiente na sala bem característico e excitante!

Fernanda e Alex aproveitavam ao máximo estarem em um sofá maior, fazendo diversas posições e utilizando de todo o seu espaço, já eu e a Nádia num espaço menor, tínhamos que encontrar posições mais confortáveis, enquanto eu me posicionava para me sentar no sofá, observei que a Fernanda estava de ladinho e o Alex enfiando bem forte nela, segurando na parte interna da coxa dela para abrir a perna, nesse momento ele olhou pra mim e falou sorrindo:
“Sua esposa é deliciosa cara, parabéns!”

Ele disse isso seguido de um beijo na boca dela, eu tive alguns segundos de raiva e ciúme, mas que logo foram esquecidos graças à Nádia. Ela encaixou meu pau dentro dela e aproveitou de seus grandes seios para colocar em minha cara:

“Esqueça eles meu bem, você tem que focar apenas em mim!”
Ela cavalgava forte, fazendo um barulho bem alto, não me contive e gemi alto, era de prazer, mas também queria provocar a Fernanda, eu sequer fazia ideia se ela estava lembrada de que o rapaz ao lado dela era o seu marido, mas com certeza ela não estava nem aí pra mim.

Mesmo com a Nádia em minha frente, percebi que o Alex estava destruindo a Fernanda, o cara era muito bom no que fazia e eu via a Fernanda sempre cansada, com os olhos revirados e repleta de prazer, eu não fazia ideia do que fazer para criar ciúme nela, foi quando eu tive uma ideia! Uma coisa que eu sempre quis fazer, mas na minha vida eu nunca consegui. A Fernanda já havia tentado fazer anal comigo, mas não tinha gostado, minhas antigas namoradas nunca tentaram, e uma mulher experiente como a Nádia com certeza fazia isso sem problemas.

Sussurrei no ouvido dela sobre a minha proposta, no instante seguinte ela parou, sorriu pra mim com a cara mais safada do mundo e me deu um beijo intenso. Logo depois ela levantou e ficou de quatro ao meu lado com sua bunda grande e seu quadril largo bem empinados. Antes de enfiar nela, eu comecei a lamber aquele cuzinho, passando a língua bem devagar. Umedeci bastante aquele local enquanto ouvia ela gemer bem alto e com respiração ofegante, logo depois eu me preparei para enfiar meu pau naquele cu apertado dela.

Foi então que eu percebi, na visão periférica, durante toda a transa, foi a primeira vez que a Fernanda havia se distraído, ela olhou com uma cara incrédula para nós, uma cara que ela fazia quando estávamos discutindo, a feição característica de quem não estava gostando do que via. Mas ela sequer poderia dar o troco, ela detestava anal, não conseguia fazer, então ela fingiu desinteresse e voltou ao que estava fazendo.

Eu enfiava bem forte no cu da Nádia e ela gritava pedindo mais, ela com certeza adorava aquilo e minha autoestima estava muito melhor. Olhei para o lado e agora era a minha vez de responder o Alex:
“Sua esposa é deliciosa cara, parabéns!”

Respondi ele com as mesmas palavras, mas ele já estava acostumado com aquela situação, então apenas sorriu. Eu estava cada vez mais excitado, percebi que a Fernanda se posicionou de costas para nós, ficou apenas fazendo oral no Alex até ele gozar e ele gozou antes de mim, quando eles terminaram a Fernanda foi obrigada a olhar eu e a Nádia, eu comendo forte o cu apertado dela, olhei bem fundo nos olhos da Fernanda e perguntei, com toda a malícia que ainda me sobrava e todo o ciúme que eu ainda tinha contido em mim:

“Está gostando disso, meu amor?”
Ela me olhava sem saber o que responder, ao mesmo tempo que ela estava excitada, pela primeira vez em nosso relacionamento ela me viu como alguém independente, eu sempre fui aquele que dizia que a amava, mas desta vez eu era o cara que aproveitava a situação tanto quanto ela, e naquele momento, até mais do que ela!

Tirei meu pau de dentro da Nádia e bati uma punheta forte, em seguida enfiei fundo novamente e dei algumas bombadas segurando no seu quadril imenso, gozei tudo dentro do cu apertado de gostoso dela, gritando de prazer, ela também gemia bastante e quando retirei meu pau, o leite começou a sair. A Fernanda olhava aquela cena sem saber como reagir, foi então que eu fui até ela e lhe dei um beijo forte segurando em seu rosto, em seguida olhei no fundo dos olhos dela e lhe falei:

“Obrigado por me fazer perceber que você não é a única que pode dar prazer para outras pessoas.”
A Fernanda ficou em silêncio o restante da noite, tomamos banho juntos e voltamos para casa, ao chegarmos em casa, mesmo cansados, a Fernanda olhou para mim e perguntou:

“Então é isso?”
“Isso o quê?”, perguntei sem entender.
“É assim que você quer continuar comigo?”
“Fernanda, eu quero continuar com você, seja como for!”
“Eu não gostei de te ver comendo o cu da minha amiga!”
“Eu também não gostei de te ver com outro homem, e não estou aqui discutindo com você.”
“E então Tiago? Como iremos fazer?”

“Eu te amo Fernanda e quero o seu bem acima de tudo, estou tentando salvar nosso casamento, mesmo que isso custe a minha felicidade, mas se você for mais feliz solteira, também irei acatar.”

“Eu não vou te deixar solteiro pra você comer o cu de outras mulheres na rua, se quiser comer, que seja o meu!”
A Fernanda me puxou pela camisa até o quarto, me jogou na cama e arrancou minha roupa, ela começou a chupar meu pau e logo eu já estava duro novamente, logo depois ela virou de quatro para mim, empinou a bunda e me olhou com a cara de vagabunda dizendo:

“Chupa meu cu igual você fez com a vagabunda da Nádia, quero sentir isso dentro de mim agora!”
Foi o primeiro anal dela de verdade, e aquela noite eu tive a certeza de que nosso casamento de alguma forma tinha sido salvo.

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