Metendo com o marido da minha amiga

Eu tinha 23 anos, solteira, trabalhando em um escritório de contabilidade de bairro, pequeno. Carla era minha colega, 28 anos, era casada há uns 3 anos. A gente se dava bem, pegamos uma amizade boa e divertida, só falávamos putaria.
A gente falava das nossas transas, ela me dava dicas de como chupar, falavamos de macho o tempo todo. E eu estava a alguns quilômetros do meu bairro e eu podia ser quem eu era, sem medo de vizinhos, povo da igreja ou qualquer um me julgar e contar para meus pais.

Obvio que só falávamos isso quando estavamos sozinhas na sala, no almoço ou quando íamos em um espetinho aos final do expediente.

Era uma amizade assim, sem filtro, que nem sei como começou.
Um dia, nesse espetinho, uma conversa surgiu:

— Dé, você transaria com um homem casado? – Carla me pergunta

— E porque não transaria? – Respondi sem a menor dúvida
— Com a mulher dele assistindo? – Carla pergunta

— E quem vai querer assistir a própria galha? rss – eu ri – Acho que sim. Sei lá. Por tanto que a mulher não encoste em mim, quem sabe?

— Se você fosse casada Dé, gostaria de ver seu marido com outra? — Carla pergunta.

— Tá doida Ca? — respondi — E ai se homem meu pensar em pegar outra. Pra mim isso é humilhação pura.

Algumas semanas se passaram.

O pessoal do escritorio já tinha ido embora, e nós estavamos organizando as ultimas coisas para podermos ir embora, quando Carla puxa o assunto novamente:
— Dé, lembra daquela conversa de ver o marido transando com outra?

— O que tem?

— Quero ver o Rodrigo fudendo outra. Não tiro isso da minha cabeça.
— Hahahaha — Eu ri. — tá doida Ca? Outra sentando no pau do teu macho?
— Topa?
— Topo o que Ca?

— Fuder com o Roberto?
Fiquei processando o que ela tinha me pedido. Será que escutei certo?

— Ca, perai! Não tenho certeza do que escutei.
— Eu quero ver o Roberto fudendo outra, e quero que você seja essa outra. Aceita?

Já vi o Roberto algumas vezes, não era lindo. Era elegante e pelo que a Carla me dizia, tinha um pauzão.

— Cá, você me pegou de surpresa. As coisas não vão ficar estranhas entre a gente, sei lá.
— Eu quero que seja alguém em quem eu confio. — Responde Carla.

— Voce tem certeza? Como sabe que ele vai topar isso?

— Tenho, já conversei com ele e te acha gostosa. Ontem até conversamos o que ele faria com você, e só de escutar fiquei com um tesão do caralho e fudemos gostoso.

— Então tá bom. Me diz quando quer fazer isso.
— A gente combina — Respondeu Carla.
Conforme cominado, duas semanas depois, era sábado à tarde. Fui na casa deles.

Eu ainda morava com meus pais, não podia sair chamando muito a atenção. Portanto, vestia uma blusinha cinza decotada, decote que disfarcei com uma camisa para sair de casa, uma saia de pregas preta e sapatilha. No geral algo um pouco abusado para uma evangélica, mas nada demais. O pecado estava por baixo.
Carla abriu a porta de saia jeans curta e top, Rodrigo na sala vestindo uma bermuda e camiseta, com uma cerveja. Bebemos, conversamos bobagem. Carla sentou do meu lado, Rodrigo na poltrona em frente.
Em um momento, nós tres na sala, e Carla começou a beijar Roberto loucamente. Beijava, se esfregava como se fosse dar pra ele. Conferiu se o pau de Roberto estava duro e eu observava tudo, suspeitava que estava para acontecer. Ela ficou em pé e o puxou, e ainda o beijava. Ela esticou as mãos em minha direção e me convidou para se juntar.

Quando cheguei perto deles, ela sussurrou para Roberto:
— Ela é sua! Pode começar.
Rodrigo me beijou. Boca quente, língua firme. Eu devolvi. Roberto me guiou para o quarto deles. Carla segurava o copo e ficava ali olhando, se tocando por cima da roupa.
Rodrigo me deitou na cama do casal. Nos beijamos como namorados. Sentia que já tinha um desejo por mim guardado, não era só sexo. Ele chupava meu pescoço, meu decote. Ele tirou a camisa, eu tirei minha blusa, revelando meu sutiã de renda branco segurando meus peitos redondinhos na cara dele. Olhei para Carla, ela imóvel, apertando os próprios peitos. Ele chupava meu decote, enquanto suas mãos seguravam minha bunda por baixo da saia. Desprendi a saia totalmente e deixei de lado, revelando minha calcinha de renda fio dental, branquinha, a cor da pureza. Ela me deixava com angelical (palavras dele). Fiz questão de me virar pra ele me admirar, ver a calcinha socadinha no meu rabinho. Ele me agarrava e enfiava a cara na minha bunda.

— Você consegue deixar ele doidinho assim? — perguntei pra Carla.

Roberto mordia, chupava, dava tapa na minha bunda. Uns tapas ardidos, mas gostosos.
— Bate na sua putinha! — Eu pedindo mais.

Comecei a roçar no colo dele, o pau dele estava bem duro.
Carla já estava com a saia jeans levantada na cintura, se tocando.

Roberto abriu meu sutiã e me virou de frente, e começou a chupar meus peitos, mordendo os mamilos até doer gostoso, com maestria.

— Que tesão! Ele te chupa assim com vontade? rs — Perguntei pra Carla.

Eu tinha entrado naquele papel de humilhadora. Mas suspeito que eu tenha perdido a mão na brincadeira.

Ele me deitou na cama, desceu me beijado o corpo, tirou minha calcinha lentamente, revelando minha buceta raspadinha. Abriu minhas pernas e lambeu minha buceta devagar, depois rápido, língua no clitóris, dedos dentro. Eu gemia alto, Carla se tocava mais forte, vibrador zumbindo. Até dei uma empinadinha pra ele lamber meu cuzinho, e ele atendeu.

— Que cuzinho gostoso! — disse Roberto

— É todo seu delicia, pra você fazer o que quiser! — Eu disse gemendo — Se sua mulher não te dá, eu te dou.
Ahh, gozei na boca dele.

— Chupa meu melzinho! Macho gostoso!
Rodrigo subiu sobre mim, pau duro roçando na minha entrada da minha buceta. Abri as pernas e cruzei nas costas dele. Enfiou tudo de uma vez. Metia forte, batendo no fundo, o pau abrindo caminho, esticando tudo. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Carla gemia do lado, vibrador dentro dela, olhando fixo.
— Caralho, pauzão gostoso! me fode meu macho.
Rodrigo acelerou. Eu gozei apertando ele, tremendo, buceta pulsando. Ele não parou. Virou de quatro, meteu de novo, batendo na bunda.

— Quer minha bucetinha de novo? Achei que vc queria meu cuzinho.
Ele ficou louco! E não perdeu tempo, empurrando o pau no meu cuzinho.

Carla me fuzilou com os olhos. Eu estava sendo uma puta completa para o marido dela. Suspeito que nesse momento ela começado a avaliar os riscos.
Eu rebolava, e ele entrava. Estavamos de frente para Carla. Ele socava gostoso no meu rabo. Eu gemia, tava muito bom.

Carla se aproximou, vibrador na mão, se masturbando perto do meu rosto. A buceta dela estava me incomodando, mas o tesão era maior!
— Olha como ele me fode com vontade… olha como a gente encaixa gostoso. — falei pra Carla
Rodrigo gozou dentro, quente, enchendo tudo. Quando tirou o pau, ainda gozou um jato na minha bunda. Saiu escorrendo pela minha coxa. Carla gozou logo depois, gemendo alto, vibrador pingando.
Depois, silêncio. Carla sorriu estranho. E foi em direção a Rodrigo, acredito que na esperança de ser fodida por ele, mas eu tinha acabado com ele. Acho que as coisas não saíram bem como Carla queria.
E meio que por impulso, Ela já começou a desmanchar a festinha.

— Acabou. Pega sua roupa. — Carla falando comigo com um tom já me expulsando.
Eu deitada na cama dela, comecei a me levantar, sujando a cama de gozo. Ela já puxando os lençois para jogar para lavar. Percebi que o clima tinha azedado por algum motivo e resolvi ficar quieta.
A partir da segunda-feira, Carla mudou. Ficou fria, sem brincadeira nenhuma, mal olhava na minha cara. Respondia seco, evitava conversar. Eu ficava na minha, e suspeitava que foi por algo que havia rolado no sábado. Talvez ela tenha se arrependido.
Alguns meses depois, Rodrigo começou a me ligar, mas essa parte fica para depois…

Deixe um comentário