Deixei um estranho me comer num beco

Ahhh, porra… eu ainda sinto o cheiro daquele beco misturado com o meu gozo escorrendo pela coxa, caralho. Meu nome é Letícia, tenho 23 anos e sou uma vadia safada que adora uma aventura proibida. Meu namorado, o Lucas, é um filho da puta preguiçoso que passa o dia inteiro jogando Fortnite e nem liga pra arrumar um emprego decente. O carro dele tá quebrado faz semanas, o meu também, e eu tenho que me virar no transporte público toda hora. Mas naquela noite… ai, meu Deus, aquela noite mudou tudo.

Eu tinha saído pra beber com as amigas, uma noitada regada a cerveja gelada, caipirinha e shots de tequila que me deixaram com a buceta latejando de tesão. Voltei pro ônibus com o vestido preto coladinho no corpo, decotado pra caralho, os peitos quase pulando pra fora toda vez que eu respirava fundo. A saia era curta, mal cobria a metade da minha bunda redonda e empinada, e por baixo só uma calcinha vermelha fio-dental que mal dava pra esconder o grelinho inchado. Eu tava bêbada pra porra, rindo sozinha, sentindo o álcool queimar nas veias e a safadeza subir.

No ônibus lotado, eu sentei num banco do meio e cruzei as pernas no começo. Mas aí eu vi ele. Um cara mais velho, uns 45 anos, forte, barba grisalha, olhos escuros que pareciam me devorar. Ele tava de pé, segurando a barra, e toda vez que o ônibus balançava, o olhar dele descia pro meu colo, pros meus mamilos marcando o tecido fino do vestido. Eu fingi que não tava vendo, mas meu coração acelerou. Abri as pernas devagar, bem devagar, como quem não quer nada. A calcinha vermelha apareceu toda, o tecido molhado grudado na minha buceta inchada, os lábios carnudos marcando. Ele lambeu os lábios, os olhos fixos ali. Eu sorri por dentro. – Olha só pra essa putinha provocadora… – eu pensei, sentindo a xoxota pulsar.

O ônibus parou na minha esquina e ele desceu junto. Eu comecei a andar pela rua escura, o salto batendo no asfalto, e senti os passos dele atrás de mim. Qualquer garota normal teria corrido, gritado, chamado a polícia. Mas eu? Eu tava molhada pra caralho, a buceta babando, imaginando uma pica grossa me rasgando. Meu namorado nunca me fode assim. Ele só mete rapidinho, goza e volta pro jogo. Eu peguei um desvio, entrei num beco isolado atrás de uns comércios fechados, onde tinha uma lixeira enorme de metal enferrujado. O cheiro de lixo e urina enchia o ar, mas pra mim era afrodisíaco puro.

Cheguei mais perto da lixeira e, de repente, uma força bruta me jogou contra ela. Meu corpo bateu no metal frio, os peitos esmagados, a bochecha colada na superfície áspera. Eu soltei um gemido abafado: – Aaaahhh! – Meu coração disparou como um tambor, mas não era medo. Era tesão puro, desesperado. Nenhuma palavra no começo, só a respiração pesada dele na minha nuca. Ele agarrou meus cabelos, puxou minha cabeça pra trás e enfiou a mão por baixo do vestido. Rasgou a calcinha vermelha com um puxão violento, o tecido rasgando alto no silêncio da noite. – Fica quietinha, sua putinha safada… – ele rosnou no meu ouvido, enfiando o pano molhado na minha boca. O gosto da minha própria buceta encheu minha língua, salgado e doce ao mesmo tempo. Eu chupei instintivamente, gemendo: – Mmmphhh… porra…

Ele levantou o vestido até a cintura, expondo minha bunda branca e redonda. Deu uma palmada forte, o som ecoando no beco: PLAAAFF! A dor queimou, mas mandou uma onda de prazer direto pro meu grelinho. – Olha essa bunda gostosa… toda empinada pra mim. – Outra palmada, mais forte. PLAAAFF! Minha pele ficou vermelha na hora. Eu gemi alto contra a calcinha na boca: – Aaaaiiihh! Mais! Me bate mais, caralho! – Ele riu baixo, safado, e eu senti a rola dele, grossa pra porra, roçando na minha coxa. Era enorme, latejando, maior que qualquer pica que eu já tinha sentido. Ele bateu com ela na minha bunda, o peso fazendo barulho molhado: THWACK! THWACK!

Sem aviso, ele enfiou dois dedos na minha buceta encharcada. Eu tava pingando, os sucos escorrendo pelas pernas. – Caralho, que bucetinha molhada… tá louca pra levar pica, né sua vadia? – Ele meteu os dedos fundo, girando, roçando no meu ponto G. Meu corpo tremeu inteiro. – Mmmphhh! Aaaahhh! – Eu gozei na hora, o primeiro orgasmo me rasgando como um raio, os joelhos fraquejando. Ele não parou. Puxou os dedos, limpou na minha bunda e alinhou a rola grossa na entrada da minha xoxota.

A cabeça da pica pressionou meus lábios inchados e ele meteu tudo de uma vez. – Uuuuurrrghhh! – eu gritei abafado, a dor e o prazer explodindo. Era tão grossa que minha buceta esticou ao máximo, queimando, mas delícia pura. Ele começou a foder bruto, metendo fundo, as bolas batendo na minha bucetinha. PLAP! PLAP! PLAP! O som ecoava no beco, misturado com meus gemidos desesperados. – Toma essa pica grossa na sua bucetinha de puta! – ele rosnava, batendo a mão na minha bunda sem parar. PLAAAFF! PLAAAFF! Minha cabeça batia na lixeira a cada estocada: THUD! THUD! A dor na testa só aumentava o tesão.

Eu gozei de novo, o segundo orgasmo me fazendo tremer inteira, a buceta apertando a rola dele como um punho. – Aaaahhh! Porra! Gozando! Gozando na sua pica, caralho! – Os sucos jorraram, molhando as bolas dele. Ele não parou, meteu mais rápido, mais fundo, me usando como uma boneca de foder. – Isso, goza pra mim, sua cachorra no cio… aperta essa buceta na minha rola! – Eu sentia cada veia da pica dele pulsando dentro de mim, roçando no meu grelinho inchado, me levando pro terceiro orgasmo em minutos. – Uuuuuhhhh! Mais! Me fode mais forte, seu filho da puta! Rasga minha buceta!

Ele puxou a rola de repente, toda brilhando com meus gozos. Eu gemi de frustração: – Não para, por favor… – Mas ele cuspiu na minha bunda e pressionou a cabeça grossa no meu cu virgem. Meu namorado nunca quis foder meu cu, dizia que era nojento. Mas esse estranho não ligava. Ele forçou, devagar no começo, a rola abrindo meu anel apertado. Doeu pra caralho, um fogo queimando, mas era tão foda que eu empinei mais a bunda. – Aaaaiiihhh! Dói! Mas enfia! Enfia no meu cu, caralho! – Ele meteu tudo, até as bolas, e começou a bombear. – Que cu apertadinho… virgem pra mim, né safada? Toma no rabo, sua puta!

Ele alternava agora: tirava do cu e enfiava na buceta, depois voltava pro cu, me abrindo inteira. Vinte minutos de foda bruta, sem parar. PLAP! PLAP! PLAP! Os gemidos meus eram constantes, desesperados: – Aaaahhh! Uuuurrrghhh! Me fode o cu! Me fode a buceta! Alterna, porra! Eu sou sua vadia! – Ele puxava meus cabelos, dava tapas no meu rosto, na bunda, me chamava de tudo: – Sua puta barata… deixando um estranho te arrombar atrás da lixeira… seu namorado é um corno otário, né? – Eu concordava balançando a cabeça, gozando pela quarta vez, o corpo convulsionando.

Ele acelerou, a rola inchando dentro de mim. – Vou gozar na sua xoxota, sua cachorra… toma tudo! – Tirou do cu, meteu fundo na buceta e gozou jorrando, quente, grosso, enchendo meu útero. Senti cada jato pulsando, me marcando por dentro. – Aaaahhh! Goza! Goza dentro de mim, caralho! Me enche de porra! – Ele deu mais uma palmada forte na minha bunda e puxou a rola, saindo correndo do beco sem dizer mais nada. Eu fiquei lá, caída contra a lixeira, o vestido embolado na cintura, a buceta e o cu latejando, a porra dele escorrendo pelas pernas.

Sentei no chão sujo, as costas na lixeira fria, e enfiei três dedos na minha xoxota cheia de gozo. Masturbei devagar, sentindo a porra dele misturada com meus sucos, o cheiro forte de sexo e lixo. – Mmmphhh… porra dele ainda quente dentro de mim… – Gozei de novo, o quinto orgasmo, gemendo alto pro céu escuro: – Aaaaiiihh! Sou uma puta… uma vadia que adora pica de estranho… – Fiquei ali uns dez minutos, dedando o cu também, espalhando a porra, imaginando o namorado em casa jogando Fortnite sem ideia nenhuma que a namorada dele tinha sido arrombada e enchida atrás de uma lixeira.

Quando levantei, as pernas tremendo, a calcinha rasgada ainda na boca, eu cuspi e guardei no bolso como troféu. Andei até em casa devagar, sentindo a porra escorrendo, marcando cada passo. Cheguei, tomei banho rápido e deitei ao lado do Lucas, que roncava com o controle na mão. Sorri no escuro, tocando minha buceta inchada de leve. – Amanhã eu quero mais… – sussurrei pra mim mesma. Porque agora eu sei: eu sou uma safada que adora ser usada, traída e gozada por estranhos. E essa história? É só o começo da minha putaria.

Voltando pro ônibus… eu lembro de cada segundo. O ar condicionado gelado batendo nos meus mamilos duros, o vestido preto colando na pele suada da noitada. Minhas amigas tinham me zoado: – Vai pra casa logo, Letícia, senão vai acabar se metendo em encrenca com esse decote. – Eu ri, mas por dentro já tava imaginando uma pica me comendo. Quando o cara mais velho me encarou, eu senti um choque direto na buceta. Abri as pernas mais, o joelho encostando na poltrona da frente, a calcinha vermelha toda à mostra. Dava pra ver o brilho da minha lubrificação no tecido. Ele ajustou a calça, a rola marcando o volume. Eu mordi o lábio, fingindo olhar pro celular, mas abrindo mais as coxas. – Olha pra minha bucetinha, seu tarado… quer comer ela, né? – pensei, o grelinho latejando tanto que eu quase gozei só com o olhar dele.

Na parada, quando ele desceu atrás de mim, meu coração batia tão forte que eu sentia na garganta. A rua tava vazia, postes amarelos iluminando pouco. Eu andei rebolando de propósito, a bunda balançando no vestido curto. Ele seguia, passos pesados. O beco apareceu como um convite do diabo: escuro, fedorento, perfeito pra ser fodida como uma cachorra. Quando ele me jogou na lixeira, o impacto fez meus peitos doerem contra o metal. O frio da superfície contrastava com o calor da minha pele bêbada. Ele não disse nada no início, só agarrou minha cintura com mãos grandes e calosas, me prendendo como se eu fosse dele pra sempre.

Rasgar a calcinha foi violento: o tecido fino cedendo com um RIP alto, o ar frio batendo na minha buceta pelada. Ele enfiou o pano na minha boca e eu chupei, sentindo meu próprio gosto de puta molhada. – Fica quieta ou eu te quebro, vadia… – ele sussurrou rouco, a voz grossa de tesão. Levantou o vestido e eu empinei a bunda sozinha, oferecendo. As palmadas vieram: PLAAAFF! PLAAAFF! PLAAAFF! Cada uma mais forte, minha bunda queimando, vermelha, marcando os dedos dele. Eu gemia contra a calcinha: – Mmmphhh! Aaaaiii! Bate mais, porra! Me marca toda!

A rola dele… caralho, que rola. Grossa como meu pulso, veias saltadas, cabeça roxa e brilhante de pré-gozo. Ele bateu ela na minha bunda, no meu cu, na entrada da buceta, fazendo barulho molhado. Quando enfiou na xoxota, foi como ser rasgada ao meio. Eu gritei: – UUUURRRGHHH! Que pica enorme! Me arromba! – Ele meteu até o talo, as bolas batendo no meu grelinho. O ritmo era selvagem: estocadas curtas e profundas, depois longas e brutais. Minha buceta fazia barulho de tão molhada: SCHLOP! SCHLOP! SCHLOP! Eu gozei a primeira vez em menos de um minuto, o corpo inteiro tremendo, leite escorrendo pelas coxas. – Aaaahhh! Gozei! Gozei na sua pica grossa, caralho!

Ele ria safado: – Isso, aperta essa bucetinha gulosa… você nasceu pra levar rola de estranho, né corna? – Eu balançava a cabeça sim, louca. A segunda gozada veio quando ele apertou meus peitos por cima do vestido, beliscando os bicos duros. – Toma no peito também, sua puta de rua! – A terceira foi quando ele puxou meus cabelos e bateu minha cabeça na lixeira de novo: THUD! A dor misturada com prazer me fez jorrar. – Porra! Mais! Me usa como uma vadia barata!

Então veio o cu. Ele cuspiu grosso na minha rosca apertada, enfiou um dedo pra lubrificar e meteu a rola. Doeu como o inferno: – Aaaaiiihhh! Tá rasgando meu cu! Mas não para! Enfia tudo! – A dor virou prazer rápido, o cu apertando a pica dele, cada veia roçando dentro de mim. Ele alternava: tirava do cu todo melado e enfiava na buceta, depois voltava pro cu. Vinte minutos de vai e vem, eu perdendo a conta dos gemidos. – Aaaahhh! Uuuuhhhh! Meu cu! Minha buceta! Os dois buracos são seus, caralho! Me fode até eu não aguentar mais! – Ele suava, o corpo colado nas minhas costas, o cheiro dele de homem maduro misturado com o lixo.

No final, quando ele decidiu gozar, tirou do cu e meteu fundo na xoxota: – Vou encher essa bucetinha de porra quente, sua cachorra! Toma tudo! – Os jatos foram longos, grossos, eu senti enchendo até transbordar. – Aaaaiii! Goza! Me engravida de estranho, porra! – Ele deu a última palmada e fugiu, me deixando destruída e feliz.
Fiquei sentada ali, dedos enfiados fundo, tirando a porra dele e lambendo. Gozei de novo pensando no namorado: – Lucas, seu idiota… enquanto você joga Fortnite, eu tô aqui cheia de porra de um pauzudo que me fodeu como você nunca vai conseguir. – O gozo escorria, branco e viscoso, pingando no chão sujo. Eu ri, gemendo baixo: – Mais… eu quero mais noites assim…

E assim eu fiquei, por longos minutos, revivendo cada estocada na memória, cada tapa, cada gemido. Meu corpo doía, a bunda marcada, a buceta e o cu inchados, mas a alma tava em êxtase. Traí o namorado de forma tão safada, tão suja, atrás de uma lixeira fedorenta, e adorei cada segundo. Porque eu sou assim: uma puta de 23 anos que adora pica grossa, cu arrombado e gozo quente dentro. E se você acha que isso acabou, tá enganado. Amanhã eu volto pro ônibus, com outro vestido curto, outra calcinha pra ser rasgada. Quem sabe o próximo estranho me fode na frente do namorado sem ele nem perceber?
O conto continua na minha cabeça, cheio de detalhes chulos que eu nunca vou esquecer: o jeito que a rola dele esticava meus lábios, o som molhado das bolas batendo, o gosto da minha calcinha molhada na boca, o cheiro de porra e lixo misturado no ar noturno. Cada palmada que deixava a marca vermelha na minha bunda branca, cada vez que meu grelinho roçava nas bolas dele e me fazia ver estrelas. Os gemidos meus ecoando no beco vazio, desesperados, roucos, pedindo mais: – Me fode! Me arromba! Goza na minha buceta traidora! – E ele respondendo com aquela voz grossa: – Cala a boca e toma pica, sua vadia no cio… você é minha puta agora.
Meu namorado nunca vai saber, mas eu vou reviver isso toda vez que ele me ignorar pro Fortnite. E você, que tá lendo… aposto que tá duro ou molhada agora, imaginando a cena. Pois é, foi real. E foi foda pra porra.

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