Amiga casada dos meus amigos

Tenho um casal de amigos, meus vizinhos, ambos muito gente boa, com quem tenho uma convivência excelente, sendo que costumo muito frequentar a casa deles.

Eles moram a cerca de metros do meu condomínio e o apartamento deles meio que virou ponto de encontro de nossa turma. Certo dia estávamos eu e meus amigos lá, bebendo uma cerveja e conversando quando minha amiga recebeu uma ligação e avisou que iria descer pra receber outra amiga, que chegou de surpresa.

Enquanto estavamos só eu e meu amigo perguntei sobre a mulher que estava chegando, e ele falou para eu não me animar, porque ela era casada e que eu não teria chance.
Relaxei, fiquei na minha e quando ela chegou fomos apresentados e percebi que rolou uma simpatia dos dois lados.
Ficamos os quatro conversando, bebendo e rindo um bom tempo, mas na hora que eu falei que ia embora, nossa nova amiga disse que ia descer comigo.

Achei normal, nos despedimos, e assim que entramos no elevador fui surpreendido com um abraço dela, que logo virou um beijo. Alertei sobre a câmera no elevador, e a convidei pra ir comigo para minha casa, mas ela recusou, dizendo que já estava atrasada até demais.

Acompanhei ela até seu carro, demos mais alguns beijos e boa despedimos. Adorei a surpresa da situação, mas como ela morava em outra cidade confesso que nem pensei muito sobre um reencontro.

Nesta época eu estava solteiro há alguns meses, sem muita programação para fazer e estava pensando no que ia fazer no réveillon. Minha programação seria bem básica, ver os fogos na beira mar norte e voltar pra casa. Na tarde do dia 31, entretanto, recebi uma ligação do meu amigo, dizendo que eles estavam em Itapema, e me convidando para ir pra lá. Pensei bem pouco e disse que iria, mesmo sabendo do trânsito de Florianópolis para lá nessa data específica. Tomei um banho, me arrumei e preparei uma mochila para passar um ou dois dias fora, abasteci o carro e peguei a estrada.

Acho que meus amigos não acreditaram que eu estava indo, porque quando cheguei lá eles não estavam no seu apartamento. Liguei para eles e me explicaram que estavam num apartamento próximo, com alguns amigos e falaram para eu ir para lá.

Em Itapema tudo é próximo e mesmo com um pouco de trânsito em cerca de cinco minutos cheguei no local. Interfonei e subi.
Para minha surpresa quem abriu a porta foi a amiga que tinha conhecido no outro dia. Era o apartamento dela e do marido. Mas havia outras pessoas lá, inclusive algumas que eu já conhecia! Fiquei feliz em perceber a felicidade dos meus amigos quando viram que não furei e que realmente fui encontra-los. Perguntei para a “dona da casa” como

eles tinham combinado a organização da festa e como eu poderia ajudar, já que tinha chegado de surpresa. Ela falou que eles tinham se comprometido com a comida da ceia e que a galera tinha levado bebida. Perguntei para ela onde poderia comprar cerveja, quando o marido dela se aproximou e ela perguntou se ele poderia ir comigo. Ele, apesar de ter me tratado super bem desde o momento que cheguei, falou que não podia sair naquela hora, e sugeriu que eu

fosse com outra pessoa. Convidei um e outro pra ir comigo, mas parece que ninguém estava a fim de sair naquele momento. Falei pra ela que iria sozinho então e ela disse para esperar um minuto que ela iria comigo então!
Tomei uma cerveja que me entregaram e ela voltou diferente! Tinha trocado a roupa que estava por um vestidinho solto e tinha prendido os cabelos. Perguntou se podíamos ir e falei que teria que ser naquela hora, pois depois podia ficar tarde. Já quase dez horas da noite.

Quando saímos do prédio ela achou que iríamos caminhando, mas disse que meu carro estava bem ali na frente e que seria mais rápido de carro.
Entrar no carro foi similar aquele elevador que pegamos juntos. Com a diferença que agora não havia câmeras. Quando parou de me beijar disse que levou um susto quando abriu a porta para mim, mas que tinha adorado me rever. Como o carro estava bem perto da entrada do prédio dela, andei até a metade da quadra, num local mais discreto e entendi o motivo dela estar de vestido.

Ela levantou ele até a cintura e veio sentar no meu colo. Fazia algum tempo que não transava no carro, mas essas coisas não se esquece, e logo o banco estava todo para trás, minha calça no chão do carro e ela estava pulando em mim.
Ela não era nenhuma deusa, mas naquele momento era a mulher perfeita! Sabia o que fazer, sabia o que falar, e conseguiu resolver qualquer problema que uma transa no carro pode ocasionar. Depois de eu gozar dentro dela, fez um boquete maravilhoso, deixando meu pau limpo e sua boca com aquele cheiro característico.
Fomos até uma conveniência que ela me indicou, comprei cerveja e voltamos. Para nossa surpresa pareceu que ninguém tinha notado nossa ausência, nem mesmo seu marido (o que não foi bem o caso, conforme ela me falou depois).

Continuamos festejando, e perto da meia noite descemos todos para a praia, para ver os fogos. Ela entrou na água para pular ondas e eu fiquei com o pessoal, observando o movimento e bebendo. Aos poucos o pessoal foi subindo para o apartamento e acabamos subindo por último eu, meus amigos de Floripa e o casal dono da casa.
Estava tudo super tranquilo e eu e ela disfarçando muito bem, mas quando chegamos no apê, minha amiga mais antiga me chamou num canto e rindo disse que eu era muito cara de pau. Perguntei do que ela estava falando e ela disse que a nossa amiga falou que achou meu carro um pouco apertado. Falei que a culpa era dela e do marido, que me convidaram sem avisar de quem era a casa. Ela riu e me pediu só pra tomar cuidado, porque não sabia se o marido da amiga era bravo ou não. Disse que não ia nem ficar muito lá, e que se ela me desse a chave ia dormir no apartamento deles. Ela me deu a chave, mas quem disse que fui embora. Perto das seis da manhã devolvi a chave para meus amigos e descemos com a anfitriã para irmos para casa.
Como eu disse antes, em Itapema tudo é perto, e minha nova amiga decidiu caminhar com a gente por cerca de 500 metros até o apartamento.
Chegando lá, eles subiram e falaram que iam deixar a porta aberta pra mim, sendo que eu já sabia até o meu quarto, de outras vezes que tinha ido lá.
Então fui para a areia da praia com minha amiga, até para sair da vista deles, no caso de espiarem pela sacada.
Encontramos um lugar discreto, mas não muito e as brincadeiras começaram. Quando estava realmente esquentando, percebemos pessoas próximas e ficou estranho. Ela me chamou pra voltar pro apartamento dela. Eu disse que tinha que pegar meu carro mesmo, apesar de não querer dirigir por ter bebido muito. Ela então falou que dirigiria para mim. Então falei que não queria comer ela no carro, mas que queria comer numa cama. Ela riu e me puxou pela mão ate seu prédio, subimos juntos, dessa vez pelas escadas, onde ela já me revelou alguns segredos, inclusive que já havia contado pro marido o que fizemos no carro. Disse que ela era doida, e ela respondeu que estava doida por mim, mas que ela e o marido eram liberais, só não gostavam de se expor na frente de todos e que naquela hora só estaríamos nós três no apartamento.
Mas ela estava enganada. E fingiu ficar brava ao ver seu marido na sala com uma outra amiga, que estava acompanhada na festa, mas que tinha resolvido ” ficar por lá”.
Me fingi de bobo, mas logo as coisas se resolveram, com o marido dela indo mostrar o quarto onde a visita ia dormir e minha amiga me levando para o quarto dela.
Perguntei se ela queria que eu fechasse a porta, mas ela, já tirando o vestido, disse para deixar só encostada, pro caso do marido precisar falar com ela.
Imediatamente também fiquei pelado e joguei ela na cama, começando a chupar muito ela. Adoro quando a bucetinha tem muitos pelinhos, acho muito mais excitante. Ela pediu para eu virar o corpo pra ela e começamos um delicioso 69. Para minha surpresa, logo que ela ouviu uns barulhos diferentes no quarto ao lado, gozou imediatamente.
Levantou e perguntou se eu gostava de surpresas? Falei que ela já tinha sido a melhor surpresa, e ela rindo foi até uma gaveta e pegou algumas coisas. A primeira que me mostrou foi uma calcinha branca, de renda, minúscula, com uma plaquinha de metal atrás escrito safada. A segunda coisa foi uma caixinha com dois dados, dados eróticos, que eu já conhecia de motel. A terceira foi uma algema peluciada.
Disse que as surpresas estavam divertidas, pedi para ela colocar a lingerie e perguntei se ela não tinha um salto alto para completar o conjunto. Para minha sorte ela tinha. E ficou maravilhosa de calcinha e salto alto. Falou que queria colocar a algema em mim, mas retruquei que algemado não teria como jogar os dados. Ela riu e deixou eu algema-la. Agora os dados estavam a meu favor.
Joguei eles de maneira que ela não conseguiu ver os resultados e disse que tinha saído combinação de sexo anal na cama.
Ela deu uma risada e falou que a sorte tinha sido lançada.
Minutos depois era seu marido que escutava barulhos nada discretos. Ela repetidamente e com muito escândalo gozou duas vezes num sexo anal maravilhoso.
Durante a situação percebi o marido e sua acompanhante espiando pela porta encostada. Mas estava tão gostoso só com ela que nem pensei em chamar para entrar.
Tirei as algemas dela e disse que era a vez dela de jogar os dados. Ela disse que não precisava, porque sabia exatamente o que queria fazer. Me puxou para o banheiro, ligou o chuveiro e me fez meter de pé, frente a frente. Tive uma certa dificuldade no começo, mas ela me ensinou a técnica, conseguindo só com a movimentação dos quadris consumar o ato que no início me pareceu impossível.
Sai do banho, coloquei somente a cueca e fui tomar uma cerveja na sacada. Em seguida o marido chegou com sua parceira. Sentados lado a lado eu e ele brindamos. Em seguida a esposa chegou, deu um beijo nele e sentou no meu colo.
O ano estava apenas começando, mas as aventuras que seguiram deixo para uma outra oportunidade.

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