Samira brinca com seu namorado Alex

Samira Lirith era uma visão de pura sedução. Com seus cabelos loiros cascateando como ondas douradas sobre os ombros nus, olhos azuis penetrantes que prometiam segredos proibidos e um corpo esculpido como uma deusa grega – curvas generosas nos seios fartos, cintura fina e quadris que balançavam com uma graça felina –, ela era o tipo de mulher que fazia os homens perderem o fôlego.

Aos 28 anos, Samira tinha um emprego comum como designer gráfica, mas à noite, em seu apartamento luxuoso no centro da cidade, ela se transformava em uma dominatrix irresistível. Seu namorado, Alex, um homem atlético de 30 anos, com músculos definidos e um sorriso encantador, era seu brinquedo favorito. Ele adorava se submeter a ela, e naquela noite, o jogo seria ainda mais intenso.

O quarto estava iluminado por velas tremeluzentes, espalhadas sobre a cômoda e o chão, criando sombras dançantes nas paredes vermelhas. A cama king-size dominava o espaço, com lençóis de seda preta que contrastavam com a pele clara de Samira. Alex já estava lá, nu e vulnerável, seus pulsos algemados aos postes da cama com correntes de metal frias e resistentes. Ele havia concordado com tudo aquilo – na verdade, implorado por isso. Seus olhos castanhos fixavam-se em Samira, cheios de desejo e uma pitada de ansiedade. Seu pau já estava semi-ereto, latejando levemente contra a barriga, antecipando o que viria.

Samira sorriu maliciosamente, parada na porta do quarto. Vestia apenas uma lingerie preta de renda translúcida, que mal cobria seus mamilos rosados e endurecidos. A calcinha era um fio dental que se perdia entre suas nádegas firmes, e as meias arrastão subiam até as coxas grossas. Ela ligou a música – um ritmo lento e sensual de R&B, com batidas profundas que ecoavam como um coração acelerado. “Pronto para o show, meu amor?”, murmurou ela, com a voz rouca e provocante, aproximando-se da cama com passos deliberadamente lentos.

Alex engoliu em seco, puxando levemente as algemas, sentindo o metal morder sua pele. “Sim, Samira… por favor.” Sua voz era um sussurro suplicante. Ele estava completamente à mercê dela, e isso o excitava além da conta. Seu pau endureceu mais, apontando para o teto, gotas de pré-gozo já se formando na ponta.

Ela começou a dançar. Movia-se como uma serpente hipnótica, girando os quadris em círculos lentos, as mãos deslizando pelo corpo. Seus dedos traçavam os contornos dos seios, apertando-os levemente, fazendo os mamilos se destacarem contra o tecido fino. Alex observava, hipnotizado, seu peito subindo e descendo rapidamente. Samira se aproximou mais, inclinando-se sobre ele, seus cabelos loiros caindo como uma cortina sobre o rosto dele. Ela balançou os seios perto da boca de Alex, mas sem tocá-lo, provocando-o. “Quer chupar, não é? Mas ainda não… você tem que merecer.”

A dança continuou. Samira virou de costas, arqueando as costas e empinando a bunda perfeita, rebolando no ritmo da música. Suas mãos desceram pelas coxas, abrindo levemente as pernas, revelando a umidade que já encharcava a calcinha. Ela gemia baixinho, fingindo prazer para si mesma, mas sabendo que isso enlouquecia Alex. Ele se contorcia na cama, as algemas rangendo, seu pau agora completamente ereto, veias pulsando, implorando por atenção. “Samira… me toca, por favor”, ele gemeu, a voz entrecortada.

Ela riu, um som baixo e erótico. “Pacientemente, meu escravo. Primeiro, o show.” Ela subiu na cama, ficando de joelhos entre as pernas dele, dançando sobre ele sem tocar. Seus quadris giravam, roçando de leve no ar acima do pau dele, fazendo-o arquejar. Samira tirou a lingerie devagar, revelando os seios cheios e firmes, balançando com o movimento. Seus mamilos estavam duros como pedras, e ela os beliscou, mordendo o lábio inferior. “Olha o que você está perdendo…”, provocou.

Horas pareciam se passar naquela tortura deliciosa. Alex suava, seu corpo tenso, o desejo acumulando como uma bomba-relógio. A dança de Samira era uma mistura de striptease e dominação, com toques leves em si mesma – dedos deslizando pela barriga lisa, roçando o clitóris inchado sob a calcinha. Ela se masturbava levemente na frente dele, gemendo alto, os olhos fixos nos dele. “Estou tão molhada por você, Alex… mas você só pode assistir.”

Finalmente, quando o estômago de Alex roncou alto, quebrando o transe erótico, Samira parou. Ele corou, envergonhado. “Desculpa… estou com fome. Faz horas que estamos aqui.” Ela sorriu, seus olhos brilhando com malícia. “Ah, meu pobre namorado… algemado e faminto. Não se preocupe, eu cuido de você.” Ela saiu da cama, indo até a mesinha onde havia preparado uma bandeja com frutas, chocolates e morangos frescos. Pegou um morango suculento, mordendo metade dele, o suco escorrendo pelos lábios carnudos.

De volta à cama, Samira se inclinou sobre Alex, seus seios roçando o peito dele pela primeira vez, enviando choques de prazer por seu corpo. Ela colocou o morango mordido na boca dele, mas não o soltou – em vez disso, beijou-o, empurrando a fruta com a língua. Alex gemeu no beijo, chupando o morango e a língua dela ao mesmo tempo, o sabor doce misturando-se ao gosto salgado de sua saliva. “Assim, amor… come da minha boca”, sussurrou ela, quebrando o beijo apenas para pegar outro pedaço.

Ela repetiu o ritual com um pedaço de chocolate derretido. Mordiscou-o, deixando-o derreter em sua boca, então beijou Alex profundamente, transferindo o chocolate derretido com a língua. Ele lambia avidamente, sugando sua boca, sentindo o calor dela contra seu corpo. Seus seios pressionavam contra o peito dele, os mamilos roçando sua pele, enquanto ela se movia devagar, roçando a boceta molhada contra a coxa dele. Alex gemia, puxando as algemas, desesperado para tocá-la. “Mais… por favor, Samira.”

Ela riu, pegando uma uva. Dessa vez, ela a colocou entre os dentes e se inclinou, deixando que ele a pegasse diretamente de sua boca, seus lábios se tocando num beijo faminto. Enquanto ele mastigava, Samira desceu a mão pelo corpo dele, finalmente tocando seu pau latejante. Ela o acariciou devagar, apertando a base, fazendo-o arquear as costas. “Bom menino… come tudo que eu te dou.” Outro morango seguido, dessa vez com suco escorrendo pelo queixo dela, que ela lambeu sedutoramente antes de beijá-lo.

A alimentação virou um jogo erótico. Samira sentou-se no colo dele, a calcinha de lado, sua boceta roçando a ponta do pau dele sem penetrar. Ela pegava pedaços de fruta, mordia, e os dava na boca, beijando-o com paixão crescente. Seus gemidos se misturavam, o quarto cheirando a sexo e frutas doces. Alex estava no limite, seu pau escorregadio de pré-gozo, implorando para gozar. “Samira… eu preciso de você.”

Ela finalmente cedeu, mas no seu ritmo. Tirou a calcinha, revelando a boceta depilada e inchada de desejo, os lábios rosados brilhando de umidade. “Primeiro, mais comida.” Pegou um pedaço de banana, mordendo metade e dando o resto na boca dele, enquanto se posicionava sobre seu pau. Num movimento lento, ela desceu, engolindo-o centímetro por centímetro, gemendo alto ao sentir-se preenchida. “Ah, sim… agora sim.”

Samira cavalgava devagar, dançando novamente, mas agora com ele dentro dela. Seus seios balançavam, e ela pegava mais frutas, dando-as na boca enquanto rebolava. Alex gemia, puxando as algemas, o prazer intenso demais. “Vou gozar…”, avisou ele. Ela acelerou, apertando os músculos internos ao redor dele, e quando ele explodiu dentro dela, gritando seu nome, ela gozou junto, o corpo tremendo.

Exaustos, ela o desalgemou, mas o beijo final foi com um último morango, selando a noite de dominação e prazer. Samira Lirith, a loira irresistível, havia mais uma vez conquistado seu amante, misturando fome, dança e desejo em uma sinfonia erótica inesquecível.

Capítulo 2

O sol já entrava pelas persianas semiabertas quando Samira acordou, esticando o corpo nu como uma gata preguiçosa. Alex ainda estava lá, exatamente como ela o deixara na noite anterior: algemado aos quatro cantos da cama king-size, braços abertos em cruz, pernas separadas, completamente exposto. As correntes de aço tilintavam levemente a cada respiração pesada dele. Durante a madrugada, ele havia tentado dormir, mas o desconforto, a fome e o tesão acumulado o mantinham acordado por longos períodos. Agora, com a luz do dia, seus olhos castanhos estavam vermelhos de exaustão e desejo.

Samira se levantou devagar, os cabelos loiros desgrenhados caindo sobre os seios fartos. Ela não vestiu nada. Caminhou nua pelo quarto, sentindo o olhar faminto de Alex queimando suas costas, sua bunda redonda, as coxas grossas. Parou em frente ao espelho de corpo inteiro, admirando-se: a pele clara, os mamilos rosados já endurecidos pelo ar fresco da manhã, a boceta lisinha ainda sensível da foda da noite anterior.

” Bom dia, meu amor”, disse ela com voz melíflua, virando-se para ele. “Dormiu bem?”

Alex lambeu os lábios secos. Sua voz saiu rouca, quase quebrada.

“Samira… por favor… estou morrendo de fome. Me solta só um pouquinho… ou pelo menos me dá alguma coisa…”

Ela sorriu, aquele sorriso lento e cruel que fazia o pau dele pulsar mesmo contra a vontade. Caminhou até a cozinha sem responder, deixando-o ali, ouvindo os passos dela se afastarem. Voltou minutos depois com uma bandeja grande: croissants quentes recém-assados, morangos vermelhos e brilhantes, fatias de manga suculenta, um pote de mel, café fumegante e um copo de suco de laranja gelado. O cheiro invadiu o quarto como uma tortura.

Alex gemeu alto ao sentir o aroma.

“Por favor, Samira… me dá só um pedaço… eu faço qualquer coisa…”

Ela sentou-se na poltrona ao lado da cama, cruzando as pernas de forma que ele pudesse ver tudo: a boceta entreaberta, os lábios inchados, ainda úmidos da excitação de vê-lo tão vulnerável. Pegou um croissant, partiu-o ao meio e levou à boca devagar. Migalhas caíram sobre seus seios. Ela gemeu de prazer ao mastigar, exagerando o som.

“Hummm… tão quentinho… tão crocante… derrete na boca…”

Alex se debateu contra as algemas, os músculos dos braços e das pernas tensionando, as veias saltando no pescoço. O pau dele, já duro desde a madrugada, babava pré-gozo na barriga definida.

“Samira, por favor… eu te imploro… só um pedacinho…”

Ela riu baixo, pegando um morango. Mordeu a pontinha, o suco vermelho escorrendo pelo queixo, pingando nos seios. Lambeu o suco devagar, os olhos fixos nos dele.

“Olha como está gostoso… tão doce… tão molhado…” Ela passou a língua na fruta inteira antes de dar outra mordida. “Quer provar?”

“Sim! Por favor, sim!”

Ela se aproximou da cama, inclinando-se sobre ele. O morango estava a centímetros da boca de Alex. Ele abriu os lábios, a língua esticada, desesperado. Samira aproximou mais… mais… e então, bem na hora em que ele ia fechar a boca, ela puxou a fruta de volta e enfiou na própria boca, gemendo alto enquanto mastigava.

“Ops… escapou.”

Alex soltou um grito de frustração, puxando as correntes com força. O metal rangeu, as algemas cortando a pele dos pulsos. Ele tremia inteiro.

“Você é má… você é tão má…”

“E você adora”, ela sussurrou, lambendo os dedos melados de suco. “Olha como seu pau está babando só de me ver comer.”

O dia seguiu assim.

Ao meio-dia, ela pediu delivery: sushi fresco, tempurá crocante, rolinhos primavera. Sentou-se na cama, entre as pernas abertas dele, e comeu devagar, peça por peça. Quando molhou um pedaço de salmão no shoyu, deixou pingar gotas escuras na barriga dele, descendo até a base do pau. Alex gemia, o corpo se contorcendo.

“Quer provar o shoyu, amor? Está salgadinho… misturado com o meu gosto…”

Ela mergulhou o dedo no shoyu, levou à própria boceta, esfregou no clitóris inchado e depois levou o dedo à boca dele. Alex chupou como se fosse a coisa mais preciosa do mundo, os olhos revirando de prazer e desespero.

Tarde da tarde, o sol já alaranjado entrando pelas janelas, Samira estava deitada ao lado dele, nua, comendo pedaços de melancia gelada. O suco escorria pelo pescoço, entre os seios, pela barriga. Ela gemia a cada mordida, esfregando a polpa vermelha nos mamilos, lambendo depois.

Alex estava destruído. Horas de imploração, de ver o corpo dela se contorcer de prazer enquanto comia, de sentir o cheiro da comida e não provar nada. Seu estômago roncava alto, sua voz estava fraca.

“Samira… eu te amo… por favor… eu não aguento mais… me dá qualquer coisa… eu faço o que você quiser…”

Ela parou. Olhou para ele longamente. Os olhos azuis suavizaram pela primeira vez no dia. Um sorriso genuíno, carinhoso, apareceu em seus lábios.

“Eu também te amo, Alex. Muito.”

Ela se levantou, pegou a bandeja que ainda tinha restos: morangos, pedaços de manga, um croissant meio comido. Voltou para a cama e sentou-se no colo dele, o pau duro roçando na entrada molhada da boceta dela. Inclinou-se devagar.

Abriu a boca, colocou metade de um morango entre os dentes e desceu até ele. Dessa vez, não tirou. Deixou que ele mordesse, que chupasse a fruta diretamente da boca dela. O beijo foi lento, molhado, doce. O suco escorreu pelos cantos da boca dos dois.

Depois veio a manga: ela mordeu, deixou o pedaço na língua e empurrou para dentro da boca dele com a própria língua, beijando fundo, gemendo no beijo.

“Você foi tão bonzinho hoje… aguentou tudo por mim…”

Alex choramingava de alívio e prazer enquanto comia da boca dela. Cada pedaço era acompanhado de um beijo, de toques, de carícias. Quando terminou o último pedaço de croissant, Samira se posicionou melhor, encaixando o pau dele dentro de si com um movimento lento e profundo.

“Agora sim… agora você merece tudo.”

Ela começou a cavalgar devagar, os seios balançando na cara dele. Alex gemia, ainda algemado, mas agora com a barriga cheia e o coração explodindo de amor e tesão. Samira acelerou, apertando ele dentro dela, até que os dois gozaram juntos, gritando, tremendo, suados e felizes.

Quando o orgasmo passou, ela finalmente pegou as chaves e abriu as algemas, uma por uma. Alex a puxou para cima dele, abraçando forte, beijando cada centímetro do rosto dela.

“Eu te amo… mesmo quando você me tortura.”

Ela riu contra o pescoço dele, mordiscando de leve.

“E eu te amo mais ainda quando você implora.”

Capítulo 3

No dia seguinte, o sol mal havia nascido quando Samira acordou com um sorriso preguiçoso nos lábios carnudos. Alex ainda estava preso à cama, mas dessa vez ela havia mudado as regras. As algemas nos tornozelos continuavam firmes, mantendo suas pernas abertas e imobilizadas, mas os pulsos… esses ela soltou. As correntes dos braços foram trocadas por algemas mais longas, presas aos postes da cabeceira, mas com folga suficiente para que ele pudesse alcançar o colo dela, as coxas, e, principalmente, os pés.

Samira se espreguiçou nua ao lado dele, os cabelos loiros espalhados como ouro derretido sobre o travesseiro. Seus pés pequenos, de unhas pintadas de vermelho escarlate, eram verdadeiras obras de arte: arco alto, pele macia e sedosa, dedinhos alinhados e delicados. Ela sabia o quanto Alex os adorava — e usaria isso sem piedade.

“Bom dia, meu escravo faminto”, murmurou ela, esticando as pernas e colocando os dois pés bem na cara dele. O cheiro suave de lavanda do creme que ela passara na noite anterior invadiu as narinas de Alex. Ele gemeu baixo, o pau já começando a endurecer só com o contato.

“Samira… por favor… estou com tanta fome…”

Ela riu, um som rouco e sensual.

“Primeiro você cuida de mim. Depois a gente vê o que faz com essa sua barriga roncando.”

Ela se sentou na cabeceira da cama, reclinando-se contra travesseiros fofos, e estendeu os pés até o peito dele. Alex, com as mãos livres o suficiente, pegou um deles com reverência. Seus polegares começaram a pressionar a sola macia, deslizando devagar, sentindo cada curva, cada músculo delicado. Ele massageava com carinho, os olhos fixos nos dela, implorando sem palavras.

Samira fechou os olhos, soltando um suspiro longo e satisfeito.

“Assim… bem devagar… isso, amor… aperta mais forte ali no arco…”

Ele obedeceu. As mãos grandes e fortes trabalhavam com uma delicadeza quase religiosa. Depois de alguns minutos massageando, ele levou o pé até a boca. Beijou a ponta do dedão com suavidade, depois o espaço entre os dedos, lambendo devagar a pele sensível. A língua quente traçava círculos lentos, subindo pelo peito do pé, descendo até o calcanhar. Ele chupava cada dedinho com devoção, os lábios envolvendo-os um a um, sugando levemente, gemendo de tesão e fome misturados.

“Você é tão gostoso quando me adora assim…”, ela sussurrou, uma das mãos descendo para acariciar o próprio clitóris devagar, enquanto a outra segurava o cabelo dele, guiando o rosto contra o pé.

O dia inteiro foi assim.

Samira pedia café da manhã na cama: torradas com manteiga derretida, geleia de morango, suco de laranja gelado, ovos mexidos cremosos. Ela comia devagar, gemendo alto a cada mordida, deixando migalhas caírem nos seios nus. De vez em quando, estendia o pé para que Alex beijasse ou massageasse enquanto ela mastigava.

“Olha como está cremoso esse ovo… hummm… derrete na boca…”

Alex gemia contra o pé dela, o pau latejando, babando pré-gozo na barriga. Seu estômago roncava alto, dolorido.

“Samira… por favor… só um pedacinho… eu te imploro…”

Ela balançava a cabeça, sorrindo.

“Ainda não. Meus pés precisam de mais carinho primeiro.”

Ele continuava. Beijava a sola inteira, lambia devagar do calcanhar até os dedinhos, massageava com as duas mãos, apertando, alisando, beijando cada centímetro. Horas se passaram. O sol subiu, desceu. Samira pediu almoço — salada com frango grelhado, abacate cremoso, tomates suculentos. Comeu sentada na beira da cama, os pés agora apoiados no peito dele, os dedinhos roçando os mamilos endurecidos de Alex enquanto ela mastigava.

“Quer provar o abacate? Está tão macio… tão gostoso…”

Ele abriu a boca, desesperado. Ela pegou um pedaço na colher, aproximou… e comeu na frente dele, gemendo exagerado.

“Ops… escapou de novo.”

Alex se debateu levemente nas algemas dos tornozelos, as mãos apertando os pés dela com mais força, quase implorando com o toque.

“Eu te amo tanto… por favor… estou morrendo de fome por você…”

Ela gemeu de prazer com as palavras e com a massagem.

“Eu sei, amor… eu sei…”

No final da tarde, quando o quarto já estava tingido de laranja pelo pôr do sol, Samira finalmente parou. Seus pés estavam relaxados, quentes, levemente vermelhos das massagens intensas. Ela olhou para Alex — olhos vermelhos de cansaço, pau ainda duro e babando, barriga roncando alto — e seu coração apertou de um jeito bom.

Ela se inclinou, beijou a testa dele devagar.

“Você foi perfeito hoje. Perfeito pra mim.”

Pegou a bandeja que ainda tinha restos do lanche da tarde: pedaços de manga madura, morangos, um pedaço de bolo de chocolate meio derretido. Sentou-se no colo dele, encaixando o pau duro dentro da boceta molhada com um movimento lento, gemendo ao senti-lo preenchê-la.

“Agora sim… agora você come.”

Colocou metade de um morango entre os dentes e desceu até a boca dele. Ele mordeu devagar, chupando a fruta e a língua dela ao mesmo tempo, o suco escorrendo pelos dois. Beijaram-se longamente, molhados, famintos. Depois veio a manga: ela mordeu, deixou o pedaço na boca e empurrou com a língua, fodendo a boca dele com o beijo enquanto rebolava devagar no pau.

“Eu te amo, Alex… te amo tanto… você aguenta tudo por mim…”

Ele gemeu contra a boca dela, as mãos agora livres o suficiente para apertar a bunda dela, puxá-la mais fundo.

“Eu te amo mais, Samira… mesmo quando você me mata de fome… eu te amo mais que tudo…”

Ela acelerou os movimentos, cavalgando com força agora, os seios balançando na cara dele. Enquanto gozavam juntos — ele explodindo dentro dela, ela apertando em espasmos quentes —, Samira sussurrou no ouvido dele, voz rouca de prazer:

“Você é meu… pra sempre.”

Eles ficaram abraçados, suados, ofegantes, o quarto cheirando a sexo, frutas e amor. As algemas dos tornozelos ainda tilintavam levemente, mas nenhum dos dois tinha pressa de soltá-las.

Conto de: https://www.patreon.com/Tinyslave3000

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