Final de expediente e eu já planejava comer Rosa, a faxineira, que veio com uma calça deliciosamente provocante e fez questão de passar diversas vezes rebolando em minha frente. Tentei agarrá-la na cozinha, mas o ambiente ficou muito cheio o dia todo. Só de pensar naquela bocetinha meu pau já quase rasgava a calça. Sabia o caminho que faria até o metrô, logo, a segui por algumas quadras para afastar o risco de encontrar algum outro colega de trabalho. Em pouco tempo me viu no carro, e logo mudou o caminho. Entrou numa rua que não era mão pra mim e seguiu a passos largos. Estava com medo. Temia muito ser vista comigo, ainda mais fora do serviço. Mas ninguém mandou ficar me atiçando. E lá fui eu. Na esquina fui obrigado a fechá-la. Disse que se não viesse comigo iria começar a buzinar e isso chamaria ainda mais atenção. Era doce dela. Entrou no carro e não conseguia esconder o desejo.