Há uns anos atrás tive um trabalho de uns meses na zona de Viseu e teria que encontrar alojamento. Tinha um amigo virtual lá da área e perguntei-lhe se tinha conhecimento de um quarto para alugar. A resposta foi rápida e certeira!
– Tenho eu!
– Boa!
Conversámos sobre as condições e lá fui eu a caminho da nova residencial. Apresentou-me a mãe, uma bela mulher de 56 anos, bem roliça, que me deu logo apetites. Mas a mãe do meu amigo era para respeitar!
Instalado, comecei a trabalhar e ao final do dia ia para casa, jantava com eles mas depois recolhia-me no quarto a preparar o dia seguinte. Por vezes ia tomar um café com o meu amigo, mais jovem que eu, um acérrimo punheteiro, uma pessoa que adora sexo! Um dia a caminho do café achei a conversa estranha:
– Hoje estavas a apreciar o cu da minha mãe!
– Como?
– Sim, estava a olhar muito!
– Impressão tua respeito a senhora.
– Mas olha que gostava de te ver a comê-la!
– Bebeste? Estás a delirar?
– Não, mas ela ia delirar se a comesses!
– Bem, ela é ainda uma mulher nova, uma senhora bastante apresentável, mas não pensei nada disso! Tu andas com umas ideias… queres ver a tua mãe a fazer sexo?
– Já vi!
– Andaste a espreita-la?
– Não precisei! Ela tinha um namorado, um dia descuidaram-se e deixaram a porta do quarto entreaberta, cheguei mais cedo e ao entrar em casa ouvi-a gemer, espreitei sem fazer barulho e vi-a levar uma bela foda!
– E ficaste a apreciar a cena!
– Bela punheta que bati. Fiquei logo de pau duro!
O rapaz gostou de ver a mãe na intimidade e mesmo depois de a relação acabar ele espreitava a mãe, já sem namorado, mas para lhe ver a pintelheira. Costumava ir ao cesto da roupa suja cheirar as cuecas da mãe e por vezes batia punhetas com elas. Imprimia fotografias da senhora e fazia-lhe tributos, esporrando-se na cara e nas mamas da mãe.
Fiquei com a ideia de comer a Aninhas, mas fazer o quê? Falar directamente? Eu era o hóspede, o amigo do filho! O Marco contava-me as façanhas dele sempre que acontecia algo de novo e eu andava a entusiasmar-me com o cu da ANA.
Um dia ao chegar a casa aconteceu-me algo parecido com o que aconteceu ao rapaz. Não costumo fazer barulho e ouvi uns gemidos. Aproximei-me do quarto da ANA mas a porta estava fechada. Não me pareceu estar mais ninguém lá dentro e quando ela saiu do quarto directamente para a casa de banho para se lavar, ia sozinha, não estava mais ninguém em casa. Ao passar no meu quarto viu a porta aberta e fez uma expressão de espanto. Ia nua, pensava que não estava mais ninguém em casa. Saí para não deixar a senhora encavacada, fui tomar um café a pensar na bela punheta da ANA. De certeza que enfiava os dedos na cona até chegar ao orgasmo. Se tivesse um vibrador o Márcio já me tinha dito!
Estive no café de pau teso a pensar que aquela mulher boa estava a espancar a cona com os dedos quando eu podia espetá-la com a piroca e enche-la de leitinho. Voltei para casa e ao passar na casa do Chinês vi na montra umas frutas de plástico como havia lá em casa. Entrei e comprei uma banana, já tinha oferecido uma dessas a uma amiga e resultou. Em casa, entrei novamente em silêncio como aliás faço sempre. O Marco ainda não tinha vindo e fui até a cozinha onde a Lurdes preparava o jantar. Quando me viu a sua cara ficou mais vermelha que um pimento. Não disse nada a não ser responder ao meu cumprimento. Mas eu tirei a banana do bolso e ofereci-lhe.
– D. ANA vi que faltava uma peça na fruteira. Tem reproduções de fruta mas não tem banana.
– Obrigado, mas não tem que ter todas as frutas.
– Claro! Mas a banana pode fazer-lhe jeito para outras coisas…
– Que coisas? Você anda sorrateiro e ouve o que não deve, vê o que não deve…
– Entrei como sempre, não costumo fazer barulho. Mas a banana é melhor que os dedos.
– Não preciso de coisas frias.
Aí deixei de pensar em respeitar o meu amigo, passei ao ataque. Afinal ele até queria ver-me a montar a mãe!
– Se quiser uma mais quente… é só dizer!
Ao dizer isto ela olhou para mim com a cara de quem foi apanhado em falso e não pode sair! Apalpei-lhe o cu e pisquei-lhe o olho!
– Cuidado! O meu filho pode chegar e vê-nos nestas cenas.
– Ele só chega mais logo, estava no café com os amigos e saíram de carro!
Encostei-me ao cu e senti o meu pau a crescer cada vez mais. Agarrei-lhe as ancas e puxei-a para mim.
– Esteja quieto! Só porque me ouviu a fazer aquilo…
– Fazemos nós aquilo…
Encostei-me mais a ela prendi-a na banca da cozinha e lancei as mãos às mamas. Estrebuchou, tentou safar-se mas não conseguiu… ou não quis. Baixei as mãos e enfiei-as por baixo da camisola, novamente para as mamas. O pau a querer saltar das calças.
– Veja como já está, sinto isso aí atrás.
– Tem muita roupa, ele quer encostar-se a si, sentir a sua pele!
– Saia! Pode chegar o meu filho!
– Não chega e se chegar dá tempo para nos recompormos, ele bate a porta com força.
Mãos por baixo do soutien e apalpei os bicos das mamas, soprei-lhe ao ouvido:
– Quero foder contigo e dar-te orgasmos como o que tiveste hoje.
– Quer? Perguntou se eu quero?
Tirei as mãos das mamas, meti a piroca para fora, estava mesmo dura, quase a rebentar de tão excitado. Baixei-lhe as calças de licra e as cuecas e alojei a piça entre as nádegas da ANA. Abanou-se bastante a tentar impedir que a fodesse na cozinha, na iminência de chegar o filho, mas nada me conseguia demover de uma bela foda. Bastou encostar a cabeça da iça aos lábios da cona e ela acalmou.
– Abre um pouco mais, damos uma rapidinha e logo vens ter comigo ao quarto e com mais tempo como-te toda minha tola!
Enterrei-lhe na cona mais que húmida e com o tesão que estava não demorei a vir-me dentro dela. Quando me vinha enterrava-lhe com mais força que ela batia com a barriga na banca da cozinha! Tão boa…
Grande foda para além de ser rápida. A ANA fugiu logo para o quarto com a cona a pingar esporra. Eu fui compor-me e entretanto chegou o Marco. Fomos os dois até ao quintal e lá estavam cuecas da minha nova fodilhona a secar.
– Então? Tens cheirado as cuecas da mãe?
– Ainda ontem!
– Falas tanto nisso que um dia vou eu buscar umas para bater uma segóvia com elas.
– Não. Engata-a e come-a que é melhor, eu adorava ver.
– Tu és tolo? Como vou fazer isso?
– Sei lá! Faz-te a ela.
À noite o Marcos saiu e antes de me recolher disse à ANA que ia para a cama.
– Vens ter comigo?
– Não. Ele vai sempre ver se estou a dormir.
-Quando ele adormecer podes vir ter comigo. Damos uma na caminha, com calma. Quero lamber-te.
– Tem juízo!
Deitei-me todo nu e fiquei a ler. A porta encostada para ela entrar. Passou para o quarto e chamei.
– ANA.
– Dorme.
– Vem cá um pouquinho.
– Dorme.
Foda-se! Agora é que era bom, entusiasmava-a e até podia ser que o filho entrasse e via. Voltei a chamar.
– ANA.
Veio à porta de robe, abriu e ficou parada.
– Sabes lá o que queres fazer. Já viste o choque se o rapaz chegasse e nos apanhasse na cama?
– Não apanha nada. Saiu agora, foi namorar.
– Gostaste?
– Claro e tu também. Vem cá!
Fez uma expressão estranha, chegou-se à cama e sentou-se. O robe abriu-se e vi que não tinha nada por baixo. Meti a mão e ela afastou-se com um sorriso maroto.
Abri a cama e convidei-a a entrar. Fez-se de cara mas entrou. Abraçou-se a mim e saltaram as mãos para a s mamas. Beijei a ANA e rolei os nossos corpos de maneira a ficar por cima. Abriu as pernas, estava mortinha por levar na cona, enterrei-lhe o pau e começou a gemer. Dei-lhe com força, ela gemia mais, beijei-a para abafar os gemidos.
– Abre-te bem para meter todo.
– Sim filho, fode-me bem.
– Tão boa que és Lurdes, queria ficar a foder-te a noite toda.
Dava-lhe bem, mesmo fundo, estávamos os dois a suar, um cheiro a sexo naquele quarto…a cama rangia, nós arfávamos…
– Ai filho que é tão bom.
– Vou-te esporrar a cona…
– Sim… dá-me caralho! Vem-te, enche-me!
Viemo-nos os dois ao mesmo tempo, os nossos sexos todos melados com a junção dos nossos cremes. Para não sujar os lençóis a Lurdes correu para a casa de banho e eu fui à cozinha beber água. Quando lá chego, acendo a luz e vejo o Márcio a fazer-me sinal para não dizer nada! Tirou o telemóvel do bolso e disse-me baixinho:
– Grande foda amigo. Filmei tudo! Não saí, bati a porta escondi-me na sala. Sabia que já andavas a foder a mãe.
Olhei bem para o Marco e as calças estavam todas meladas com uma grande nódoa. Enquanto filmava esporrou-se todo a ver a mãezinha foder comigo!