Minha esposa foi visitar o pai dela em Joinville, e iriam para o sítio, em Vidal Ramos, sendo que iam passar o final de semana todo fora e eu fiquei sozinho em casa.
Aproveitei esse alvará inesperado e entrei no Tinder, para ver o que rolava. Não escondi que era casado e nem menti sobre idade ou aparência. Para minha surpresa recebi um match bem rápido, de uma mulher relativamente bonita, e que pelas fotos parecia ter um corpo delicioso, apesar de já ter quase 50 anos (eu tenho 53).
Começamos a conversar no aplicativo e em seguida já estávamos batendo papo no whatsapp.
Ela me contou que tinha chegado recentemente em Florianópolis, que ainda estava se adaptando, mas que ainda não tinha feito amigos e nem arrumado emprego. Ela era enfermeira, ou auxiliar de enfermagem, não tenho certeza, mas estava fazendo uns bicos em restaurantes pra se virar.
Ela morava relativamente longe de mim, ja que tinha alugado um apartamento na praia junto com um sobrinho dela e falou que ainda não tinha conhecido quase nada da cidade.
A conversa fluiu bem e, mesmo achando que não ia dar em nada, perguntei se ela não queria dar uma volta então. Para minha surpresa ela aceitou. Meio assustado e meio excitado pedi para ela mandar a localização e esperar um pouco para eu tomar um banho. Logo eu estava pronto e percebi que iria demorar quase quarenta minutos pra buscar ela. Liguei o foda-se e sai de casa para encontrar com ela. Mandei minha localização em tempo real, e quando cheguei na casa dela ela já estava me esperando na frente.
Adorei ver ela e perceber que ela era mais bonita pessoalmente que nas fotos. E seu corpo era espetacular! Ok, talvez nem tanto, mas a situação deixou ela muito gostosa. Estava com um vestidinho curto e com os cabelos molhados, que a deixavam com um frescor bem interessante.
Ela entrou no carro e fomos num bar que ela indicou, perto da sua casa. Mas ao chegar lá fomos avisados que o local fecharia em breve. Nesse pouco tempo ambos percebemos que rolou bastante química. Assim, pedimos duas latinhas de cerveja e voltamos para o carro.
Ali, no estacionamento do restaurante, quase deserto, a situação já esquentou. Os primeiros beijos e abraços foram suficientes para ela aceitar meu convite para irmos para meu apartamento. Apesar de ser longe, o caminho na volta pareceu ser muito mais rápido que a ida, até porque ela apresentou uma de suas qualidades, fazendo um boquete quase o caminho todo, enquanto eu tentava prestar atenção no caminho.
Chegando no meu apartamento, entramos pela garagem pra não dar bandeira na portaria, nos comportamos no elevador, mas assim que entramos no apartamento a putaria começou.
Imediatamente empurrei ela contra a parede de costas para mim, tirei toda a roupa dela, e ainda de calça, só com o pau para fora, dei uma encoxada daquelas, mas ao contrário do que eu pretendia, meu pau entrou direto na buceta dela. Mas ainda assim estava uma delícia, e em seguida empurrei ela para o sofá, deixando ela de quatro e metendo até ela gozar pela primeira vez.
Decidimos ir tomar um banho juntos e na sequência fomos para a cama. Chupei ela bem gostoso, e por muito tempo, já que agora ela demorou pra gozar. Deixei ela se recuperando e fui na geladeirinha pegar duas cervejas para nós. Quando cheguei ela perguntou se eu tinha vinho, que ela preferia. Voltei e vi que só tinha espumante, ofereci e ela adorou.
Servi uma taça para ela e para mim servi na barriguinha dela, aproveitando para lamber tudo que escapou.
Ela riu da minha estratégia e perguntei se ela queria experimentar! Derrubei um pouco do espumante no meu pau e disse para ela beber. Acho que ela estava com sede, porque chupou até não sobrar uma gota.
Derrubei mais um pouco em nós dois e fizemos um 69 maravilhoso.
Descansamos um pouco, mas com os carinhos dela logo estava renovado e pronto pra outra. Na verdade eu ainda não tinha gozado e ela perguntou onde eu queria gozar? Falei pra ela escolher, porque se ela deixasse a escolha pra mim ela não poderia negar.
Ela percebeu a maldade e disse que eu podia escolher, ela confiava em mim.
Lembrei que do lado da minha cama eu tinha guardado uma algema de brinquedo, que tinha usado no carnaval. Peguei o brinquedo e perguntei se podia colocar nela. Ela rindo permitiu e ficou totalmente nua, presa e a minha disposição.
Com as mãos presas em cima da cabeça, ela estava linda. Comecei a chupar ela inteira, parando nos meus lugares favoritos. Levantei, fui no banheiro e peguei um lubrificante que estava guardado. Montei em cima dela e fiz ela chupar. Quando estava bem duro coloquei um pouco do lubrificante no meu pau. Desci e com inicialmente um dedo, comecei a lubrificar a bundinha dela. Depois, com dois dedos já, lubrifiquei internamente também. Ela se remexia toda, mas dava pra ver na sua cara que estava adorando.
Quando coloquei o pau na entrada do cuzinho ela pediu pra ir devagar. Disse que claro, mas assim que a cabeça entrou coloquei tudo de uma vez. Ela deu um gritinho e pediu pra parar. Perguntei se ela não estava gostando e ela disse que sim, mas queria aproveitar. Pediu pra eu ficar parado e começou a rebolar, assumindo o controle da situação com muito talento.
Soltei as mãos delas de cima da cabeça, mas deixei ela algemada ainda. Assim ela aproveitou para cavalgar com meu pau na sua bundinha. Não deu mais pra resistir e gozei bem forte dentro dela.
Quando tirei de dentro ela veio chupar e deixou tudo limpinho.
Tomei a minha cerveja e ela mais uma taça de espumante.
Fiz algo meio cafajeste e meio arriscado, mas peguei um sapato de salto alto e uma lingerie da minha esposa e pedi pra ela usar. Tenho fetiche em mulher de salto alto, e a lingerie que peguei eu tinha comprado numa sexshop pra minha mulher, era um fio dental preto escrito gostosa em letras douradas atrás.
Ela, bem safada, adorou usar, e fez até um desfile pra mim. Demorou um pouquinho, mas assim que voltei pra ativa, comi a bundinha dela de novo, colocando a calcinha pro lado e seus pés com salto alto nos meus ombros.
A noite foi uma delícia, e quando finalmente levei ela pra casa, ganhei outro boquete dirigindo.